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	<title>Design de Produto &#8211; BossaBox</title>
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	<title>Design de Produto &#8211; BossaBox</title>
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		<title>Dicas de uma Product Designer para Líderes: Maximizando o Impacto nos KRs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 17:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O futuro não é algo a ser atingido, mas sim construído.&#8221; — Samantha Almeida, Diretora de Diversidade &#38; Inovação, Estúdios Globo Designers são responsáveis por transformar problemas complexos em soluções simples e escaláveis. Esse processo envolve pesquisa, experimentação e bastante senso de priorização. Product Designers são porta-vozes do usuário, que também estão alinhados com as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>“O futuro não é algo a ser atingido, mas sim construído.&#8221;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">—</span><a href="https://www.linkedin.com/in/samantha-almeida-b8056522/?originalSubdomain=br"> <span style="font-weight: 400;">Samantha Almeida</span></a><span style="font-weight: 400;">, Diretora de Diversidade &amp; Inovação, Estúdios Globo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Designers são responsáveis por transformar problemas complexos em soluções simples e escaláveis. Esse processo envolve pesquisa, experimentação e bastante senso de priorização.</span></p>
<p><b>Product Designers são porta-vozes do usuário, que também estão alinhados com as metas da empresa.</b><span style="font-weight: 400;"> Por isso, precisam estar familiarizados resultados chave (os KRs) da companhia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda mais eficaz do que apenas informar aos designers quais são as metas esperadas, pode ser envolver esse time na definição dessas metas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como Product Designer, listei algumas dicas que gostaria de compartilhar com lideranças do mercado para potencializar resultados através do design:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fortaleça a cultura do design na empresa</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Inclua os juniores nas tomadas de decisão</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Incentive a recorrência dos momentos de compartilhamento</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Invista em boas ferramentas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dê liberdade ao time</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Meça os resultados sem punir erros</span></li>
</ol>
<h2><b>Fortaleça a cultura do design na empresa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O fortalecimento do design como uma </span><b>disciplina estratégica</b><span style="font-weight: 400;"> ajuda a alinhar as métricas de negócio com as reais necessidades dos clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender os KRs permite aos designers criar soluções que não apenas resolvam problemas imediatos, mas também sustentem a visão de longo prazo. Porém, a participação dos designers como </span><b>peça importante na definição</b><span style="font-weight: 400;"> dos KRs, contribui para definição de metas mais precisas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essencial que todos na companhia, incluindo as altas lideranças, entendam a importância dessa disciplina.</span></p>
<p><b>“O público não quer apenas ver um bom trabalho, mas também fazer parte da criação e do processo”</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Austin Kleon no livro</span><a href="https://www.amazon.com.br/Mostre-Seu-Trabalho-Austin-Kleon/dp/8532530907"> <span style="font-weight: 400;">“Mostre seu trabalho!&#8221;</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como comentei acima, Product Designers são os porta-vozes que vão garantir que o público faça parte desse processo.</span></p>
<h2><b>Inclua os juniores nas tomadas de decisão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é necessário atribuir grandes responsabilidades nas decisões estratégicas a esse grupo, mas é inteligente envolvê-los na definição dos resultados chave.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Engajar designers juniores na definição dos KRs é importante não apenas para o crescimento profissional desse grupo, mas também para potencializar o alinhamento estratégico de toda a equipe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles frequentemente trazem novas perspectivas, identificando oportunidades que aqueles com mais tempo na empresa podem não perceber devido à familiaridade com o contexto.</span></p>
<p><b>“Na mente do iniciante há muitas possibilidades, mas na mente do especialista há poucas”.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Monge Shunryu Suzuki</span></p>
<h2><b>Incentive a recorrência dos momentos de compartilhamento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Crie </span><b>agendas recorrentes</b><span style="font-weight: 400;"> para que designers e product managers possam compartilhar seus insights, resultados e aprendizados com o restante da equipe. Também é importante a colheita de feedbacks e a geração de discussões a respeito de um tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais importante do que focar apenas nos resultados, é garantir que o processo se desenvolva da melhor maneira possível, construindo metas e soluções passo a passo que realmente façam sentido com o contexto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer desses momentos de compartilhamento um hábito recorrente auxilia na definição de metas para o futuro que verdadeiramente convergem para resultados que geram impacto.</span></p>
<h2><b>Invista em boas ferramentas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso dessas ferramentas ajuda a criar um ambiente de trabalho mais eficiente e colaborativo, onde as decisões são baseadas em dados e os processos são otimizados. Prover aos designers as ferramentas adequadas é fundamental para que eles possam desempenhar suas funções de maneira eficiente e criativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se trata apenas de ferramentas de prototipação, como o Figma ou Sketch, mas também as voltados para pesquisa, testes, documentação e compartilhamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns exemplos são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pesquisa: Typeform, Hotjar, Dovetail</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Referencias: Drimbbble, Mobin</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Testes: Maze, UserTesting, Lookback</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documentação: Notion, Confluence, Slite</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Compartilhamento: Miro, Mural, Zeplin</span></li>
</ul>
<h2><b>Dê liberdade ao time</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para permitir que os designers explorem todo o seu potencial criativo, é essencial oferecer liberdade para trabalhar de maneiras que considerem mais eficazes. Permita que escolham suas abordagens e métodos, desde que alinhados com os objetivos da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Incentive-os ativamente a experimentar novas técnicas e ferramentas, proporcionando um ambiente onde a inovação seja valorizada.</span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong>: <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/lider-de-tech-e-produto-o-que-seu-time-realmente-espera-de-voce/">Líder de tech e produto: o que seu time realmente espera de você?</a></p>
<h2><b>Meça os resultados sem punir erros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Estabeleça métricas claras e métodos de acompanhamento para garantir que os esforços de design estejam realmente contribuindo para os objetivos estratégicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, é igualmente importante adotar a abordagem da experimentação constante, onde não se punem falhas, mas as encaram como oportunidades de aprendizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa abordagem saudável permite recalcular a rota conforme necessário, utilizando os KRs como indicadores que, mesmo quando mostram resultados negativos, oferecem valiosos insights para a evolução contínua das soluções oferecidas pela empresa.</span></p>
<p><b>“Descobrir que suas hipóteses, crenças e ideias estão erradas é frustrante, mas também é progresso. Isso o leva mais perto da verdade sobre um problema real e de um bom mercado&#8221;.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Rob Fitzpatrick no livro</span><a href="https://www.amazon.com.br/Teste-M%C3%A3e-Conversar-Clientes-Descobrir/dp/1093693460"> <span style="font-weight: 400;">“O Teste da Mãe: Como conversar com clientes e descobrir se sua ideia é boa, mesmo com todos mentindo para você&#8221;</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguindo essas dicas, líderes podem maximizar os resultados dos KRs da empresa através da disciplina do design de produto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adotar essas práticas, as lideranças estarão construindo não apenas um produto sustentável e escalável, mas também uma equipes resilientes, criativas e alinhadas com a visão de longo prazo da empresa.</span></p>
<p><img decoding="async" fetchpriority="high" class="wp-image-3743 alignleft" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/06/carolina-lima-pd-caju.png" alt="" width="585" height="198" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/06/carolina-lima-pd-caju.png 1290w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/06/carolina-lima-pd-caju-300x102.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/06/carolina-lima-pd-caju-1024x347.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/06/carolina-lima-pd-caju-768x260.png 768w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></p>
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		<title>6 perguntas para Stefano Maglovsky &#8211; Designer: Desmistificando UX/UI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 18:21:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6 perguntas]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É crucial compreender que o UX/UI vai além do visual, envolvendo a usabilidade, a identificação de necessidades e a criação de soluções eficazes. Muitas empresas, contudo, ainda cometem equívocos ao limitar o papel do design à estética, subestimando sua capacidade de resolver problemas e melhorar a experiência do usuário. Convidamos Stefano Maglovsky, especialista em UX/UI, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É crucial compreender que o UX/UI vai além do visual, envolvendo a usabilidade, a identificação de necessidades e a criação de soluções eficazes. Muitas empresas, contudo, ainda cometem equívocos ao<strong> limitar o papel do design à estética</strong>, subestimando sua capacidade de resolver problemas e melhorar a experiência do usuário.</p>
<p>Convidamos <a href="https://www.linkedin.com/in/stemamo/">Stefano Maglovsky</a>, <strong>especialista em UX/UI</strong>, para compartilhar suas experiências e conhecimentos sobre os equívocos comuns que prejudicam equipes e empresas nesse campo. Destacaremos a importância de uma abordagem mais ampla e estratégica no design de produtos digitais.</p>
<p><strong>BossaBox — <em>Quais são os equívocos comuns sobre UX/UI que podem prejudicar a empresa ou a equipe?</em></strong></p>
<div class="relative flex w-full flex-col">
<div class="flex-col gap-1 md:gap-3">
<div class="flex flex-grow flex-col max-w-full">
<div class="min-h-[20px] text-message flex flex-col items-start gap-3 whitespace-pre-wrap break-words [.text-message+&amp;]:mt-5 overflow-x-auto" data-message-author-role="user" data-message-id="aaa209ed-a494-4f94-8960-603cf27328f7">
<div class="">
<p><strong>Stefano Maglovsky</strong> <strong>—</strong> É muito comum ouvir coisas como: &#8220;vamos levar para os designers, assim eles deixam isso bonito&#8221;. E esse “isso&#8221; pode ser qualquer coisa. Esse tipo de pensamento rebaixa o design. Ou seja, há uma ideia equivocada de que o design é apenas para tornar as coisas bonitas, o que subestima sua importância.</p>
<p>Além disso, a crença de que o design é exclusivamente responsabilidade do designer cria lacunas. E a suposição de que todos sabem o que querem contradiz o propósito do design de suprir necessidades desconhecidas. Isso resulta em produtos esteticamente atraentes, porém desconectados dos usuários e sua função.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>BossaBox — <em>Ao estruturar a equipe de UX/UI, quais aspectos são prioritários para garantir eficiência e qualidade?</em></strong></p>
<p><strong>Stefano Maglovsky</strong> <strong>—</strong> Priorizo a <strong>diversidade de habilidades</strong> na equipe, sem necessariamente precisar de um grande número de membros. Assim como em um jogo de MMORPG, cada membro desempenha um papel único, e a comunicação clara e aberta é essencial para o sucesso da equipe.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM: </strong><a href="https://blog.bossabox.com/dimensionamento-de-times-de-tecnologia/">Dimensionamento de times de tecnologia</a></p>
<p><strong>BossaBox — <em>Quais métricas são mais valiosas para medir o sucesso das entregas da equipe?</em></strong></p>
<p><strong>Stefano Maglovsky</strong> <strong>—</strong> As taxas de conversão são essenciais para entender quantos usuários estão realizando ações desejadas no produto. Além disso, dados como região de interação, faixa etária e dispositivos utilizados fornecem insights valiosos para ajustes e melhorias.</p>
<p><strong>BossaBox — <em>Quais práticas de UX/UI são menos eficazes atualmente e quais continuam relevantes?</em></strong></p>
<p><strong>Stefano Maglovsky</strong> <strong>—</strong> Abordagens excessivamente centradas no designer e processos lineares são menos eficazes em ambientes ágeis. Pesquisas, testes de usabilidade e interações contínuas são fundamentais para o sucesso dos projetos.</p>
<p><strong>BossaBox — <em>Quais são os principais obstáculos na integração de colaboradores externos e como minimizá-los?</em></strong></p>
<p><strong>Stefano Maglovsky</strong> <strong>—</strong> O idealismo pode ser um obstáculo, já que o modelo tradicional de hierarquia está sendo substituído por equipes multidisciplinares e ágeis. A comunicação clara e a colaboração são essenciais para superar esses desafios.</p>
<p>Hoje tudo é rápido, ágil, MVP, equipes multidisciplinares, pessoas do mundo todo, alocadas em lugares diferentes e interagindo ao mesmo tempo. É isso. Aquele modelo (ideal) em que só um manda, o cara dentro do aquário, já era. E que bom, né.</p>
<p><strong>BossaBox —</strong> <strong>Como os times de UX/UI de menor porte podem se manter competitivos e eficazes?</strong></p>
<p><strong>Stefano Maglovsky</strong> <strong>—</strong> A atualização constante é crucial. Assim como na arte, é necessário praticar e utilizar as ferramentas disponíveis para acompanhar as demandas do mercado. A citação de Walt Stanchfield, &#8220;Todos temos 10 mil desenhos ruins dentro de nós. Quanto antes nos livrarmos deles, melhor&#8221;, resume bem essa ideia de aprimoramento contínuo.</p>
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		<item>
		<title>Product Designer Sênior e freelancer profissional: conheça a Ana Signori</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/designer-de-produto-freelancer-senior-case/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 02:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Freelancing Profissional e Trabalho Remoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça a história da Ana Signori, Designer de Produto freelancer que hoje está ativa em 3 projetos na BossaBox, com uma renda mensal de 21.500 reais. Carreira em Design de Produto Ana começou sua carreira na área de Design Gráfico há 12 anos. É apaixonada por Design, mas depois de 6 anos de carreira, quando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça a história da Ana Signori, Designer de Produto freelancer que hoje está ativa em 3 projetos na BossaBox, com uma renda mensal de 21.500 reais.</p>
<h2>Carreira em Design de Produto</h2>
<p>Ana começou sua carreira na área de Design Gráfico há 12 anos. É apaixonada por Design, mas depois de 6 anos de carreira, quando já era líder, sentia falta da motivação de entender os porquês por trás do seu trabalho.</p>
<p><strong>O processo de pesquisa e entendimento das necessidades do usuário no UX faziam seus olhos brilharem</strong> e pareciam ser a solução para a suas dores. Foi nesse momento que escolheu dar um passo atrás e explorar o universo do <a href="https://bossabox.com/blog/pocketbook/product-masterclass-uma-visao-holistica-sob-o-universo-de-produtos-digitais/?utm_campaign=p-education&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=blogpost&amp;utm_content=p-case-de-sucesso#topic7">Design de Produto</a>, em uma nova empresa.</p>
<p>A partir disso, se desenvolveu profissionalmente com conteúdo, comunidades, mentorias e, claro, se desafiando diariamente no dia a dia de trabalho. No seu último emprego CLT, em conversas com seu líder, foi incentivada a <strong>ir além do modelo tradicional e encontrar trabalhos mais dinâmicos, que satisfizessem sua curiosidade incansável</strong>. Por isso, começou a procurar <a href="https://bossabox.com/blog/conciliar-trabalho-freelancer-e-clt/?utm_campaign=p-education&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=blogpost&amp;utm_content=p-case-de-sucesso">projetos como freelancer</a>.</p>
<p>Entretanto, foi desiludida.</p>
<blockquote><p>&#8220;Era difícil encontrar bons projetos de design de produto ou consultoria de User Experience, eu não tinha previsibilidade de renda e ainda tinha que lidar com burocracias de prospecção, cobranças e atendimento ao cliente.&#8221;</p></blockquote>
<h2>De designer de produto freelancer a prolancer</h2>
<p>Há 2 anos, conheceu a BossaBox e se interessou por parecer uma boa oportunidade de conseguir projetos com produtos interessantes, sem ter que prospectar clientes.</p>
<p>Criou seu perfil de <a href="https://bossabox.com/blog/o-que-e-prolancer/?utm_campaign=p-education&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=blogpost&amp;utm_content=p-case-de-sucesso">Prolancer</a> &#8211; freelancer profissional &#8211; e preencheu até o nível Super, para garantir que se destacaria. Quando recebeu a notificação sobre uma vaga compatível com seu perfil, logo viu os benefícios do modelo de trabalho:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2541 size-large" title="Designer de Produto Freelancer Sênior na BossaBox" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2021/05/newsletter-16-1024x536.png" alt="Designer de Produto Freelancer Sênior na BossaBox" width="1024" height="536" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2021/05/newsletter-16-1024x536.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2021/05/newsletter-16-300x157.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2021/05/newsletter-16-768x402.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Ana comenta que <strong>pluralidade de projetos contribui mu</strong><strong>ito com o seu desenvolvimento profissional,</strong> ao lidar com diferentes desafios de negócio e produto em cada projeto e poder aplicar esses aprendizados em todo seu trabalho.</p>
<p>Além disso, menciona que sempre foi muito insatisfeita com seu retorno financeiro no mercado tradicional, já que entregava seu melhor, mas não recebia o mesmo das empresas. <strong>A BossaBox trouxe uma remuneração justa e recorrente pelo seu trabalho</strong> e permitiu conquistas como viagens pelo mundo e um apartamento próprio.</p>
<p>Nesses 2 anos, ela atuou em 10 projetos com a BossaBox e hoje trabalha exclusivamente com a empresa, participando de 3 projetos, com uma renda mensal de R$ 21.500.</p>
<p>Veja o perfil de Prolancer da Ana Signori: <a href="https://app.bossabox.com/u/ana-signori">https://app.bossabox.com/u/ana-signori</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Mais benefícios do trabalho remoto e da comunidade BossaBox</h2>
<blockquote><p>&#8220;Hoje, não me enxergo sem a BossaBox&#8221;</p></blockquote>
<p>Para a product designer, um grande benefício de trabalhar como freelancer profissional é a possibilidade de ser dona da sua carreira, tendo <strong>autonomia e velocidade para tomar decisões sobre seu futuro</strong>.</p>
<p>Autonomia também está presente no seu dia a dia, acompanhada por liberdade. Afinal, Prolancers são profissionais autogerenciáveis e remotos(as). Como freelancer profissional, a Ana pode organizar sua rotina da forma que preferir. Adotando o modelo de <a href="https://bossabox.com/blog/tendencias-do-futuro-do-trabalho/?utm_campaign=p-education&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=blogpost&amp;utm_content=p-case-de-sucesso">anywhere office</a>, já trabalhou remotamente de diversos lugares do mundo como Amsterdam, Luxemburgo, Paris e até do Deserto do Atacama.</p>
<p>Mas o ponto principal que fez com que ela se apaixonasse pela BossaBox são as pessoas. Além da amizade que construiu com o squad e comunidade, há uma relação de troca de conhecimento, acolhimento e confiança. Ela conta que faz <strong>networking com profissionais incríveis</strong> com os quais aprende, dá e recebe apoio no dia a dia.</p>
<h2>Seu projeto preferido</h2>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;O <a href="https://hubs.li/H0P4Jlh0">projeto Housi</a> tem nos proporcionado uma grande experiência de carreira, ao montar um <strong>time com A players espalhados pelo Brasil</strong>, para trabalhar em um projeto com tanta visibilidade quanto esse.</p>
<p>O squad todo tem uma dinâmica muito fluida e entregas assertivas, além de manter um clima leve e divertido para trabalhar. Aliás, trabalhar com a Housi e Vitacon nos permite vivenciar a rotina de uma empresa em crescimento acelerado e também sentir o <strong>orgulho de saber que temos parte da &#8220;culpa&#8221; nesse crescimento</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Quer transformar a sua carreira e se desafiar com projetos inovadores também? Crie seu perfil de Prolancer!</p>
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		<title>Como o design do seu app pode aumentar sua taxa de conversão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 13:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como o design do seu app pode aumentar sua taxa de conversão? O design de um aplicativo não é essencial apenas para reforçar o branding da sua marca, mas também para aumentar sua taxa de conversão, já que ele está diretamente relacionado à usabilidade e experiência do usuário, fatores que são determinantes para uma tomada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: 400;">Como o design do seu app pode aumentar sua taxa de conversão?</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://bossabox.com/blog/6-dicas-para-ter-um-site-bonito-e-relevante/"><span style="font-weight: 400;">design de um aplicativo</span></a><span style="font-weight: 400;"> não é essencial apenas para reforçar o branding da sua marca, mas também para aumentar sua taxa de conversão, já que ele está diretamente relacionado à</span><a href="https://bossabox.com/blog/o-que-e-ux-e-o-que-nao-e/"><span style="font-weight: 400;"> usabilidade e experiência</span></a><span style="font-weight: 400;"> do usuário, fatores que são determinantes para uma tomada de decisão eficaz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos descobrir mais sobre como o design do seu app pode aumentar sua taxa de conversão? Leia mais sobre os benefícios e como aplicar!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">1. A relevância das cores</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em primeiro lugar, as cores do design do seu aplicativo são essenciais para manter uma consistência na identidade visual da marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, cada tom pode causar um efeito diferente no usuário e complementar ou prejudicar a experiência dele no aplicativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de ser importante levar em consideração a psicologia das cores ao </span><a href="https://bossabox.com/blog/os-beneficios-de-ter-um-time-de-desenvolvedores-e-designers-remotos/"><span style="font-weight: 400;">desenvolver um app</span></a><span style="font-weight: 400;">, é válido lembrar que nem sempre a beleza para o design é a melhor opção para a usabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, o público utilizador do app não conseguirá distinguir cores de baixo contraste. Resultado: você perde uma conversão por isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, a dica é usar o esquema de cores para selecionar matizes que ficam adequadas ao branding, mas também legíveis.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">2. Barra de pesquisa</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se seu aplicativo é fundamentalmente um e-commerce, a barra de pesquisa deve estar visível logo na página inicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por padrão, os usuários costumam procurar essa barra na parte superior central do app, ao lado do botão de menu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não esconda essa função e permita ao usuário ver o que ele já pesquisou anteriormente para aumentar a taxa de conversão.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">3. Menos é mais!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se, no momento da conversão do seu usuário, ele precisar digitar muitas informações em formulários extensos ou repetir seus dados, provavelmente alguns irão desistir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As telas dos smartphones nem sempre permitem uma digitação confortável, por isso, invista em outras formas de preenchimento de formulário, integração com outras contas e histórico de compras anteriores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra dica é investir em opções de “tocar, deslizar ou usar a impressão digital” em vez de digitar, pois isso facilita o uso do software e reduz empecilhos para cadastros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma você consegue simplificar as interfaces e deixar apenas o que é necessário para o </span><a href="https://bossabox.com/blog/7-principios-de-ux-para-criar-produtos-digitais-com-mais-valor/"><span style="font-weight: 400;">usuário finalizar uma tarefa</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">4. Design para pessoas com deficiência</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para alcançar mais pessoas, é ideal criar um design adaptável às pessoas com deficiência. Seja uma dificuldade motora, visual ou de audição, o design do seu app deve permitir, por exemplo, acionar um modo noturno ou de cores diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O próprio </span><a href="https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/marketing-resources/ux-e-design/alcancando-mais-pessoas-4-dicas-para-criar-apps-e-sites-acessiveis/"><span style="font-weight: 400;">Google</span></a><span style="font-weight: 400;"> orienta a trabalhar com o contraste de cores e sublinhado em links para auxiliar pessoas com daltonismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra dica é permitir aumentar ou reduzir o tamanho das letras e nunca se esquecer dos alt-texts explicativos nas imagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, você já parou para pensar em quantas conversões já perdeu por não ter um app acessível?</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">5. Auxilie o usuário em sua trajetória</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É ilusão pensar que, mesmo seu cliente mais antigo, saberá usar todas as ferramentas do seu aplicativo sem precisar de uma ajudinha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considere que seu usuário está começando a usar o software do zero, por isso, use títulos nos ícones para auxiliar e dicas visuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim você não precisa depender do usuário adivinhar as funções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também não crie termos novos, mesmo que eles façam sentido com seu negócio. Use termos comuns no seu nicho para gerar familiaridade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por último, saiba quando solicitar a permissão do usuário para acessar seus dados. É importante fazer isso sem assustá-lo e perder uma conversão logo no início.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É mais indicado deixar o usuário explorar um pouco o aplicativo, ver seus benefícios e em funções específicas, solicitar o acesso aos dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou de saber as dicas de como o </span><a href="https://bossabox.com/blog/5-grandes-tendencias-de-web-design-para-2018/"><span style="font-weight: 400;">design do seu app</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode aumentar sua taxa de conversão? Então deixe um comentário!</span></p>
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		<title>6 habilidades humanas necessárias e como desenvolvê-las</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 22:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios e Finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prepare-se para desenvolver as habilidades humanas do futuro O futuro está aí, cercado de Inteligência Artificial substituindo total ou parcialmente nossos empregos. Todos os dias nos deparamos com uma novidade tecnológica. Desde uma geladeira que avisa quando está faltando produtos, robôs que montam encomendas e que até fazem cirurgia de quadril. Centenas de pesquisas já foram feitas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><b>Prepare-se para desenvolver as habilidades humanas do futuro</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O futuro está aí, cercado de Inteligência Artificial substituindo total ou parcialmente nossos empregos. </span><span style="font-weight: 400;">Todos os dias nos deparamos com uma novidade tecnológica</span><span style="font-weight: 400;">. Desde uma geladeira que avisa quando está faltando produtos, robôs que montam encomendas e que até fazem cirurgia de quadril. </span><span style="font-weight: 400;">Centenas de pesquisas já foram feitas calculando a porcentagem de empregos de hoje que seriam substituídos por robôs (algumas chegam em 36% da força americana) e, embora os números sejam diversos, uma coisa é certa: </span>não tem como negar esta tendência. É preciso se preparar e desenvolver habilidades humanas para este novo cenário.</p>
<h2><b>O que dizem os grandes líderes</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo KaiFu-Lee, ex-presidente do Google da China, não apenas nas fábricas, mas caminhoneiros, motoristas (até mesmo empregos como televendas e hematologistas) serão gradualmente substituídos por inteligência artificial nos próximos 15 anos.</span></p>
<p><a href="https://www.ted.com/talks/kai_fu_lee_how_ai_can_save_our_humanity?language=en"><img decoding="async" class=" wp-image-2011 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/07/KaiFuLee_2018-embed-300x169.jpg" alt="" width="458" height="258" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/KaiFuLee_2018-embed-300x169.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/KaiFuLee_2018-embed-768x432.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/KaiFuLee_2018-embed-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 458px) 100vw, 458px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Kai-Fu Lee, em seu TED explicando como IA pode salvar a humanidade</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais um trabalho utilizar cálculo, for repetitivo e quanto mais ele puder ser otimizável, mais provável de ser substituído por inteligência artificial. </span><span style="font-weight: 400;">E nem adianta entrar nessa briga&#8230; &#8220;</span>Não é fácil para os humanos concorrer com os robôs: eles trabalham 24&#215;7, não ficam doentes, não cometem erros, não tomam porre&#8221;, <span style="font-weight: 400;">comenta Peter Diamandis, autor do best seller Abundância.</span></p>
<p><a href="https://www.ted.com/talks/peter_diamandis_abundance_is_our_future/transcript?language=en"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2013 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/07/peter-diamandis-cropped-1110x757-300x205.jpg" alt="" width="508" height="347" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/peter-diamandis-cropped-1110x757-300x205.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/peter-diamandis-cropped-1110x757-768x524.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/peter-diamandis-cropped-1110x757-1024x698.jpg 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/07/peter-diamandis-cropped-1110x757.jpg 1110w" sizes="(max-width: 508px) 100vw, 508px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Peter Diamandis, fundador do Prêmio X Prize e autor do livro Abundância</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, segundo Peter, convém lembrar que esta não é a primeira vez que a automação mudou a paisagem dos empregos. Em 1862, 90% da força de trabalho norte americana era formada por agricultores. Na década de 1930, esse número cai para 21%. E o que aconteceu com os empregos agrícolas que foram substituídos pela automação? </span><span style="font-weight: 400;">Nada, eles só deram lugar a outros, mais qualificados.</span></p>
<h3><b>E o que vai ser de nós, profissionais, nesse novo cenário?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se de uma questão de transformação e evolução do pensamento: </span>parar de brigar com a tecnologia e pensarmos em como evoluirmos com ela. <span style="font-weight: 400;">E isso não é um movimento novo: o ato de usar óculos, comenta Peter, é uma maneira de usar tecnologia para melhorar sua visão. E, indo mais longe, o ato de escrever foi uma tecnologia inventada para substituir a memória. No futuro, novas tecnologias (partes do corpo artificiais, implantes cosméticos e centenas de invenções que não temos nem ideia) podem acelerar ainda mais esta tendência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprenderemos cada vez mais com o melhor da tecnologia e nos aprimorarmos física e cognitivamente. </span><span style="font-weight: 400;">Todas as pessoas serão aperfeiçoadas, trabalharemos com mundos virtuais e físicos e aprenderemos a conviver e trabalhar em sociedade de maneiras inimagináveis hoje. E </span>para isso acontecer, temos que desenvolver nossas habilidades humanas também!</p>
<p>Estas são as <a href="https://bossabox.com/blog/8-habilidades-que-precisamos-desenvolver-para-o-futuro/">habilidades</a> humanas (ou <i>soft</i> <i>skills</i><span style="font-weight: 400;">), que são pouco ensinadas na escola ou na faculdade, fundamentais para nossa vida e para o inevitável encontro com os robôs no trabalho.</span></p>
<h3><b>1. Visualize possibilidades </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Criatividade, embora muita gente pensa, não é uma pessoa genial, tendo uma ideia genial. Todos nós somos criativos. É a capacidade humana de enxergar além do que está vendo; ver possibilidades. Usar as referências que você já tem, e com alguns estímulos, chegar a novos caminhos, novas soluções. E vamos precisar cada vez mais desta skill para sobreviver a um mundo que muda tão rápido.</span></p>
<p><b>Esteja aberto a novas experiências</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nosso cérebro pode criar novos caminhos, novas conexões a todo o momento. E ele usa tudo o que aprendemos para criar essas conexões. Por isso, quanto mais coisas diferentes você fizer, mais referências você terá e poderá usá-las para resolver seus problemas. Experimente fazer uma coisa nova todo dia e refletir por 1 minuto o que você aprendeu com ela.  </span></p>
<p><b>Desligue o celular e vá caminhar</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É isso mesmo! Aristóteles, Beethoven, Einstein e Steve Jobs eram grandes adeptos à caminhadas para refletir sobre problemas, fazer reuniões ou criar coisas diferentes. E isso tem uma razão científica: caminhar libera uma proteína chamada BDNF que nutre e energiza seus neurônios enquanto libera endorfina, que produz uma sensação de calma e bem estar.</span> <span style="font-weight: 400;">Aproveite</span><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<h3><b>2. Tenha compaixão</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Kai-Fu Lee aborda a compaixão, amor ou empatia como algo tão poderoso quanto a criatividade. Em um futuro de pessoas mais velhas e saudáveis, vamos precisar de cuidadores, professores e acompanhantes. E estas profissões exigirão cada vez mais a habilidade de olhar, entender e sentir felicidade em ajudar o outro. </span></p>
<p><b>Esteja atento</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cuide das pessoas ao seu redor. Esteja atento(a) ao que elas precisam e quando precisam. São esses laços de conexão humana e empatia que fazem a diferença.</span></p>
<p><b>Avalie o impacto</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que você faz pode atingir outras pessoas, outras áreas, outras casas e cidades. Pense nisso em tudo o que você fizer a partir de agora. </span></p>
<h3><b>3. Fique atento à produtividade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já parou para pensar na quantidade de coisas para fazer e tão pouco tempo para tal? O futuro pode vir, mas os dias continuarão tendo </span><a href="https://bossabox.com/blog/como-otimizar-suas-24-horas-para-ser-mais-produtivo/"><span style="font-weight: 400;">24 horas</span></a><span style="font-weight: 400;">, como hoje. E conseguir fazer mais em menos tempo é o segredo de uma relação feliz com o trabalho!</span></p>
<p><b>Aprenda a dizer não</b></p>
<p>É difícil, mas necessário. Tenha sempre em mente quais são os seus grandes objetivos e suas prioridades. Foque nesses e diga não para o que está fora desta lista.</p>
<p><b>Ganhe sua manhã </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comece seu dia com o que você precisa fazer. Exercício, meditação ou aquela tarefa que vai te exigir mais. Completando estas tarefas antes, você ganha confiança e o resto do dia para focar nas outras atividades.</span></p>
<p><b>Respeite </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem várias teorias de produtividade, mas só você conhece como você produz mais e melhor.  Descubra sua maneira e se respeite.</span></p>
<h3><strong>4. Esteja sempre aprendendo</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">“Isso eu já estudei”, “isso aí não vai dar certo”, “já sei que vai dar errado”, “eu sei de tudo” são pensamentos que muitas vezes passam por nossas cabeças e nos fazem bloqueiam o pensamento criativo e nos impedem de crescer. O mindset de aprendiz, com um olhar curioso, experimentativo, ajuda na ampliação das referências internas e nos ajuda a explorar novas oportunidades e chegar em novos caminhos.</span></p>
<p><b>Troque &#8220;Não consegui&#8221; por &#8220;Ainda não&#8221;</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta simples troca de palavras te ajuda a mudar sua atitude em relação aos erros que possam acontecer pelo caminho. </span></p>
<p><b>Valide seu esforço</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É o processo e a atitude de crescer que importa. No esforço e na dificuldade que os neurônios podem fazer mais conexões e conexões mais fortes. </span></p>
<h3><b>5. Seja um líder empreendedor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O empreendedorismo revolucionou também a forma como enxergamos a liderança. Mais do a cobrar prazos e metas, o líder empreendedor deve ser responsável pelo foco, execução e pela felicidade das pessoas.</span></p>
<p><b>Transforme positivamente a rotina das pessoas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Responsável e de atitude positiva e focada, o líder empreendedor tem o poder de revolucionar e transformar pessoas e times.</span></p>
<h3><b>6. Tenha garra</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não, não é só talento que importa para crescer. Angela Duckworth, psicóloga americana descobriu através de vários estudos científicos, que a combinação de paixão e perseverança é a marca registrada de grandes empreendedores e realizadores. Esta atitude, verdadeiramente humana, diferencia os que não se deixam paralisar por restrições e conquistam seus objetivos.</span></p>
<p><b>Defina objetivos de longo prazo </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Angela, o primeiro passo para ter garra é conhecer seus objetivos. São ele que vão guiar você pela sua vida. O que guia suas paixões, o que está em você. E imagine que está correndo uma maratona para chegar lá. Tudo o que acontecer, todos os percalços, são só obstáculos entre você e os seus objetivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parafraseando  Kai Fu Lee, “a Inteligência Artificial vai trabalhar com humanos como ferramentas analíticas que </span>vão liberar espaço para que possamos usar nosso cérebro para nos diferenciar com os trabalhos de capacidade única, compassivos e criativos, usando e alavancando nosso cérebro e coração insubstituíveis<span style="font-weight: 400;">”. </span></p>
<p>Em meio ao avanço da tecnologia, quem diria que os tempos poderiam ser tão&#8230; humanos!</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como você está se preparando o seu futuro? </span><a href="https://www.youtube.com/channel/UClW8YpibSfMuCRzSrfIaxJg"><span style="font-weight: 400;">Clique aqui</span></a><span style="font-weight: 400;"> e saiba mais sobre habilidades humanas e o futuro que você tem que começar a construir hoje!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este texto foi escrito pela Vaivoa, nova Startup de educação que quer te preparar para os seus 120 anos. Conheça mais no nosso site, </span><a href="http://vaivoa.com"><span style="font-weight: 400;">clicando aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>7 princípios de UX para criar produtos digitais com mais valor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 00:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar um produto digital não é simplesmente escolher seu nome, montar um site e começar a divulgar. A experiência que o usuário tem na sua plataforma influencia diretamente na sua decisão em comprar o seu produto ou serviço. Por isso, confira os 7 princípios de UX para criar produtos digitais com mais valor! Tamanho da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Criar um produto digital não é simplesmente escolher seu nome, montar um site e começar a divulgar. A experiência que o usuário tem na sua plataforma influencia diretamente na sua decisão em comprar o seu produto ou serviço. Por isso, confira os 7 princípios de <a href="https://bossabox.com/blog/o-que-e-ux-e-o-que-nao-e/">UX</a> para criar produtos digitais com mais valor!</p>
<h3>Tamanho da copy do &lt;body&gt;</h3>
<p>O tamanho da copy das suas páginas deve ser pensado para os dispositivos atuais, em que o usuário pode redimensionar o texto, alternar para o modo de leitura e até usar a configuração de acessibilidade. Por isso, defina um tamanho padrão na copy, que seja legível, mas sem sobrecarregar visualmente o site. O mais indicado é que todo texto em &lt;body&gt; tenha tamanho 16px, altura de 1,5 entre as linhas e espaçamento automático ou padrão. Além disso, não use mais que dois tipos de letra: use um para o cabeçalho e títulos e outro para o texto da página, usando o negrito quando quiser salientar alguma informação.</p>
<h3>Use fontes nativas</h3>
<p><a href="https://upsites.digital/">Durante o desenvolvimento do site</a> para o seu produto digital, é fundamental levar em consideração o tempo de carregamento da página. Afinal, se a página do seu produto demora a abrir, o usuário pode simplesmente voltar para a SERP e você perde um cliente. Por isso, use fontes nativas no website. Apesar do seu produto ter fontes personalizadas, elas aumentam em alguns segundos o tempo de carregamento da página. Isso porque as fontes precisam ser baixadas no servidor e renderizadas, deixando o usuário impaciente enquanto vê uma tela vazia. Portanto, em blocos de texto informativo, use fontes nativas, que os usuários já possuem no computador, como: Ubuntu, Helvetica Neue, Roboto, Segoe UI, Cantarell, Sans-serif, Apple-System, BlinkMacSystemFont e Oxygen-Sans.</p>
<h3>Use vídeos</h3>
<p>É fato que o brasileiro consome cada vez mais vídeos. Em apenas 4 anos, <a href="https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/pesquisa-video-viewers-como-os-brasileiros-estao-consumindo-videos-em-2018/">o consumo de vídeos na web aumentou 135%</a>. Essa tendência não seria diferente para o seu produto digital. Insira um vídeo na sua landing page que seja explicativo sobre o produto, demonstrando mais detalhes sobre ele. Isso torna o produto mais real, dá a sensação ao usuário que existe algo palpável e que não é uma fraude. O vídeo permite educar seu lead sobre o produto e reduz suas objeções de compra. Ele também melhora a experiência do usuário na página e aumenta suas chances de conversão.</p>
<h3>Hierarquia visual</h3>
<p>Ao montar a página do seu produto digital, pense sempre na hierarquia visual das informações. Por exemplo, o padrão hierárquico em “Z” é ideal para páginas com muitas imagens e apenas o texto essencial para transmitir a informação. Isso porque usuário percorre o olhar pela página semelhante ao formato da letra Z. Além disso, coloque fontes maiores nas informações mais importantes, equilibre tons neutros e vibrantes e deixar “respiros” (espaços em branco) na página.</p>
<h3>Design dos botões</h3>
<p>Apesar de ter a intenção de vender seu produto, não exagere nos botões da página. Crie um design simples e claro, sem muitos botões dispersos. É melhor focar em alguns botões principais com uma chamada assertiva. Isso evita a poluição visual do site e melhora a usabilidade do usuário. Outro ponto a se analisar na hora de montar o design é o uso dos botões arredondados, que se tornaram tendência por serem mais fáceis de serem identificados pelo olhar. O Spotify já adota essa estratégia, mas ela deve ser usada com cuidado na sua página. Por exemplo, usar botões levemente arredondados é ideal para layouts de grade, pois as bordas tornam mais fácil distinguir os cards e atraem o olhar do usuário. Porém, eles não ficam agradáveis em opções alinhadas ou quando empilhados em uma tabela de dados, por exemplo.</p>
<p><strong>Gostou das dicas de UX para produtos digitais? Então deixe seu comentário!</strong></p>
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		<title>MVP ou MLP: qual é melhor?</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/mvp-ou-mlp-qual-e-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 11:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O MVP faz parte das suas estratégias de desenvolvimento? Sigla para minimum viable product (ou mínimo produto viável, em português), essa etapa do desenvolvimento de uma solução é algo crucial para qualquer empresa. Com o MVP, é possível pode compreender melhor como cada funcionalidade é recebida pelo consumidor e, ao mesmo tempo, garantir que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O MVP faz parte das suas estratégias de desenvolvimento? Sigla para <em>minimum viable product</em> (ou mínimo produto viável, em português), essa etapa do desenvolvimento de uma solução é algo crucial para qualquer empresa.</p>
<p>Com o MVP, é possível pode compreender melhor como cada funcionalidade é recebida pelo consumidor e, ao mesmo tempo, garantir que a sua solução tenha uma alta chance de sucesso.</p>
<p>Nos últimos anos, o conceito de MVP evoluiu. Agora, conhecido também pelo termo MLP (<em>minimum lovable product</em>, ou mínimo produto amável), ele é muito utilizado por dar uma nova visão sobre o MVP. Dessa forma, a companhia consegue atribuir mais valor às suas soluções e ter mais facilidade para ser competitiva.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/pulse/tamanho-do-time-x-desempenho-como-o-n%2525C3%2525BAmero-de-membros-da-equipe%3FtrackingId=TNRA5dXivEDCYca2L5iSFg%253D%253D/?trackingId=TNRA5dXivEDCYca2L5iSFg%3D%3D">Tamanho do time X desempenho: Como o número de membros da equipe pode afetar as entregas?</a></p>
<p>A criação de um MVP é fundamental para auxiliar o cliente a compreender como o produto será estruturado, identificar quais funcionalidades devem ser priorizadas e qual o <a href="https://bossabox.com/blog/marketi-fit-o-que-e-e-como-sei-se-tenho/" target="_blank" rel="noopener">market fit</a> da solução. Indo além, o MLP auxilia a empresa a fortalecer esses pontos e conseguir criar uma solução que seja ao mesmo tempo atraente e com altíssimo valor agregado.</p>
<p>Quer saber mais sobre o tema? Então veja abaixo como o MVP e o MLP se relacionam e o papel de ambos em auxiliar o negócio a manter um fluxo de otimização contínua de seus produtos digitais!</p>
<h2>O que é MVP?</h2>
<p>O <a href="https://bossabox.com/blog/ola-mbp-tchau-mvp/" target="_blank" rel="noopener"><em>minimum viable product</em></a> pode ser visto como uma versão mínima de um produto. No caso do desenvolvimento de sistemas, por exemplo, o MVP é uma “compilação leve” do código-fonte, que priorize os principais elementos de design, tenha uma usabilidade básica e os recursos críticos do sistema para avaliação do usuário.</p>
<p>Ao entregar ao usuário um conjunto mínimo de recursos, a empresa consegue validar a sua ideia e identificar se há mesmo um grande potencial. Dessa forma, o negócio poderá investir apenas nos produtos e funcionalidades de alto potencial de mercado, evitando prejuízos.</p>
<p>Diante do seu caráter minimalista, um dos pontos mais críticos do MVP é determinar o que deve fazer ou não parte dele. Por isso é fundamental que a empresa conheça o seu mercado e saiba estruturar um MVP de ponta, com funcionalidades relevantes e alinhado com o público-alvo.</p>
<p>Uma vez que o negócio tem o seu MVP, torna-se fácil criar novas interações do software. Aliás, essa é uma das principais vantagens de um processo de desenvolvimento de produtos digitais, pautado pelo MVP: a companhia sai de um ciclo em que o <a href="https://bossabox.com/blog/3-formas-de-usar-feedback-de-usuarios-para-melhorar-o-seu-e-commerce/" target="_blank" rel="noopener"><em>feedback</em> do cliente</a> surge apenas após o lançamento de um grande update para um em que há uma interação contínua entre o negócio e o seu público-alvo.</p>
<p>Em outras palavras, o MVP não deve ser visto como uma forma de identificar se um produto é tecnicamente viável. Ele é voltado, no fundo, para identificar se a solução é capaz de atender às demandas do público-alvo do negócio e, com isso, garantir que a companhia possa criar algo que tenha sucesso e traga boas receitas financeiras.</p>
<h2>Que benefícios a criação de um MVP traz para a empresa?</h2>
<p>A ideia do MVP surgiu com o conceito <em>Lean</em>, uma metodologia de trabalho utilizada pelas principais empresas do mercado. O principal impacto da sua adoção é a possibilidade de otimizar o uso dos recursos financeiros, garantindo que a companhia possa maximizar o seu retorno com novos <a href="https://bossabox.com/blog/um-guidebook-com-ferramentas-perfeitas-para-gestao-de-projeto/" target="_blank" rel="noopener">projetos</a> e diminuindo riscos financeiros. Para além disso, existem outros benefícios que podem ser apontados. Confira!</p>
<h3>Possibilidade de testar o produto em condições reais de mercado</h3>
<p>O MVP permite ao negócio avaliar se o funcionamento da solução atende exatamente as demandas do mercado. Para a empresa, isso é uma oportunidade única: o empreendimento poderá apresentar para seu cliente as funcionalidades de seu produto digital, como elas estão estruturadas e a recepção do consumidor.</p>
<p>Nesse momento, a empresa testará o seu produto em um cenário semelhante ao que será encontrado quando ele for distribuído. A coleta de dados úteis para otimizar a solução, portanto, será muito mais ampla. Haverá o <em>feedback</em> do cliente e <em>logs</em> de uso para a companhia compreender quais são os próximos passos para criar uma ferramenta de sucesso.</p>
<h3>Redução dos custos com desenvolvimento</h3>
<p>Se a empresa sabe exatamente quais funcionalidades direcionar para a criação do seu produto, assim como os recursos que precisam ser priorizados, os gastos com desenvolvimento caem drasticamente. As chances de o negócio direcionar a sua atenção para recursos que não serão úteis para o usuário cairão, o que melhora a forma como o orçamento é planejado.</p>
<p>Da mesma maneira, o feedback contínuo dos usuários evita que a empresa tenha que realizar correções no seu produto digital após ele ser lançado. Dessa forma, há menos retrabalho para a equipe de desenvolvimento.</p>
<h3>Diminuição do tempo de produção</h3>
<p>O tempo necessário para a empresa lançar novas funcionalidades também cai quando ela utiliza o MVP como parte de sua estratégia. O empreendimento poderá reduzir os intervalos entre os ciclos de updates com a implementação de <a href="https://bossabox.com/blog/como-metodologias-ageis-podem-mudar-sua-vida/" target="_blank" rel="noopener">metodologias ágeis</a> no ciclo de vida do produto e a inserção de updates incrementais.</p>
<p>Como consequência, as soluções do negócio passarão por um ciclo de updates que é mantido de modo contínuo. Isso auxilia a empresa a alinhar os seus produtos digitais com as tendências do mercado, evita perda de competitividade e amplia a capacidade de seus produtos estarem em dia com as demandas do seu consumidor. Assim, há mais satisfação e capacidade para a empresa gerar receitas.</p>
<h2>O que é um MLP?</h2>
<p>Ao longo dos últimos anos, o MVP se tornou uma ideia pouco viável para as empresas por não conseguir auxiliar o gestor a identificar todos os pontos importantes para o consumidor. O conceito de <em>minimum viable product</em> passou por uma evolução e se tornou o MLP. Com essa estratégia, torna-se mais geral agregar valor ao produto e conseguir maximizar as receitas obtidas após o seu lançamento.</p>
<p>Se o MVP valida aquilo que as pessoas gostam em um produto, o MLP valida aquilo que elas amam. O que isso significa? O gestor poderá identificar quais são os pontos que agregam mais valor às suas soluções, identificar com mais precisão o que pode ser priorizado e ter mais mecanismos para ampliar as suas receitas.</p>
<h2>Quais os maiores benefícios de criar um MLP?</h2>
<p>O <em>minimum lovable product</em> consegue incorporar as vantagens de um MVP e ir além. Como a ideia aqui é criar um protótipo que tenha características que consigam encantar o consumidor, a empresa pode agregar mais valor a sua solução e atingir melhores resultados quando o lançamento ocorrer. A agilidade obtida com essa estratégia permite, por exemplo, um <a href="https://www.mckinsey.com/business-functions/organization/our-insights/how-to-create-an-agile-organization" target="_blank" rel="noopener">ganho de até 2.2x de performance</a> ao criar um produto.</p>
<p>Entre os maiores benefícios de adotar essa abordagem, é possível apontar:</p>
<h3>A empresa pode inovar mais</h3>
<p>O MLP torna o processo de desenvolvimento mais inovador. O negócio conseguirá <a href="https://bossabox.com/blog/o-que-eu-posso-te-falar-sobre-ter-a-ideia-certa/" target="_blank" rel="noopener">testar mais possibilidades</a>, avaliar o <em>feedback</em> do cliente, identificar quais novidades são mais atraentes e competitivas.</p>
<p>Dessa forma, a empresa poderá inovar com mais segurança. As chances de uma funcionalidade até então não lançada pela concorrência receber um bom feedback após o lançamento serão muito maiores, o que dá mais flexibilidade para os <a href="https://bossabox.com/blog/como-saber-se-e-hora-de-contratar-um-desenvolvedor-freelancer-ou-clt/" target="_blank" rel="noopener">profissionais</a> do negócio buscar novos recursos.</p>
<h3>Reforça a marca do negócio</h3>
<p>Se a empresa tem a preocupação em lançar produtos que encantem em vez de apenas atender as necessidades de seus clientes, a sua marca é reforçada. Afinal de contas, a empresa será reconhecida como um empreendimento que busca atingir os seus consumidores com produtos inovadores e que são capazes de gerar uma ótima <a href="https://bossabox.com/blog/experiencia-do-usuario/" target="_blank" rel="noopener">experiência de uso</a>.</p>
<h3>Mais competitividade</h3>
<p>O MLP é mais competitivo. Afinal de contas, o negócio terá um processo de desenvolvimento em que as reações dos clientes são avaliadas com uma visão nova, em que se busca compreender o que é útil para o consumidor e como a empresa pode fidelizá-lo.</p>
<h2>Como criar um bom MLP?</h2>
<p>Para criar um bom MLP, é necessário ter uma visão estratégica. Alguns pontos são cruciais para o gestor avaliar como estruturar um produto de alta qualidade e que seja alinhado com as demandas de seus clientes. Veja os passos básicos a seguir!</p>
<h3>Tenha foco</h3>
<p>Sem um <a href="https://bossabox.com/blog/como-otimizar-suas-24-horas-para-ser-mais-produtivo/" target="_blank" rel="noopener">foco claro</a> em relação ao que move as suas decisões, o seu produto pode acabar com funcionalidades que não agregam valor e apenas geram custos de <a href="https://bossabox.com/blog/os-beneficios-de-ter-um-time-de-desenvolvedores-e-designers-remotos/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento</a>. Portanto, o direcionamento tomado para avaliar o MLP é algo crucial.</p>
<p>Nesse momento, o <em>Golden Circle</em> pode entrar em ação. Essa estratégia, criada por Simon Sinek, pode ser compreendida como um <em>framework</em> de avaliação em que a empresa identifica todos os pontos que geram uma conexão do produto com o cliente, sendo ele dividido em três questões:</p>
<h4>Por que?</h4>
<p>A pergunta central do círculo dourado deve explicar quais são os verdadeiros propósitos do negócio. Ou seja, qual o motivo do produto e da empresa existirem e que motivações levam à sua existência.</p>
<h4>Como?</h4>
<p>Aqui deve-se questionar como a empresa move as suas operações para atingir os objetivos esperados a médio e longo prazo. Além disso, são listados os outros pontos que permitem ao negócio atingir o seu propósito, como os seus valores, as suas crenças e diferenciais.</p>
<h4>O que?</h4>
<p>Essa é a parte mais externa do círculo. Ela é voltada para explicar o que a empresa efetivamente vende. Portanto, este é um dos questionamentos mais fáceis de serem respondidos.</p>
<h3>Faça uma coisa de cada vez (e faça bem)</h3>
<p>Ter um bom foco também implica em fazer uma coisa de cada vez, além de sempre garantir que elas sejam feitas da forma correta. Quando a empresa tem um direcionamento mais detalhado e calma para avaliar cada ponto da criação de seus produtos, ela pode garantir que as funcionalidades serão avaliadas ao máximo, evitando falhas na sua estruturação e pontos que possam comprometer a sua viabilidade.</p>
<p>Isso inclui, também, manter o time sempre dentro do <a href="https://bossabox.com/blog/escopo-de-software-o-que-e-e-como-definir-o-escopo-para-o-meu-produto/" target="_blank" rel="noopener">escopo</a> de cada etapa de criação do seu MLP. Os profissionais devem estar com as atenções direcionadas para a funcionalidade que está sendo prototipada e, somente após ela ser concluída, buscar atuar em outras frentes. Isso evita erros, reduz riscos e garante um melhor aproveitamento dos recursos.</p>
<h3>Priorize ações</h3>
<p>A priorização é algo crítico para todas as etapas de um projeto corporativo. Com ela, o gestor pode avaliar qual é a melhor maneira de distribuir recursos, identificar como solucionar problemas de modo eficaz e atender a todas as demandas da forma correta.</p>
<p>Portanto, sempre faça uma priorização do que deve entrar (ou não) em seu MLP, assim como o que pode ser entregue dentro dos prazos disponíveis e como criar um <em>minimum lovable product</em> que seja realmente amável. Dessa forma, o aproveitamento do orçamento e da <a href="https://bossabox.com/blog/7-habilidades-que-seu-profissional-de-tecnologia-deve-possuir/" target="_blank" rel="noopener">equipe</a> disponível será muito maior.</p>
<h3>Foque nas funcionalidades que realmente agregam valor</h3>
<p>Quando decidir o que deve entrar ou não em seu MLP, foque no que tem maior potencial para agregar valor ao seu cliente. Para isso, avalie quais são as suas maiores demandas e dores, identifique o modo como o <a href="https://bossabox.com/blog/produto-digital-por-onde-comeco/" target="_blank" rel="noopener">produto digital</a> será utilizado e os recursos disponíveis. Dessa forma, será possível apresentar um MLP que encante o consumidor e consiga auxiliar na configuração das etapas seguintes.</p>
<h3>Entenda que o MLP faz parte de uma estratégia de longo prazo</h3>
<p>O MLP é apenas um dos momentos de criação do seu produto digital. Afinal de contas, ele está relacionado com a identificação dos fatores que auxiliam o cliente a tomar a decisão de compra, as funcionalidades que são mais importantes e o que pode ser agregado para maximizar a competitividade. Portanto, faça um <em>minimum lovable product </em>que seja adequado ao estado da estratégia de desenvolvimento, fique atento aos <em>feedbacks</em> e consiga construir atenção de seu público-alvo.</p>
<h3>Torne o cliente uma parte de sua equipe</h3>
<p>Os times de desenvolvimento devem tratar o consumidor de seus <a href="https://bossabox.com/blog/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-produtos-digitais/" target="_blank" rel="noopener">produtos digitais</a> como uma parte da equipe. Portanto, o negócio precisa estruturar um sólido relacionamento com os clientes, obtendo feedbacks contínuos e trabalhando lado a lado para compreender como cada mudança afeta na receptividade que a solução tem.</p>
<p>Portanto, sempre estruture canais de comunicação como o cliente. Garanta que ele possa submeter <em>feedbacks</em> caso encontre um problema, mantenha um time de apoio a postos e incentive a sua participação sempre que possível.</p>
<p>Também realize testes A/B caso seja possível. A distribuição de novas funcionalidades para um grupo pequeno permite que o empreendimento avalie como uma ideia é recebida, faça otimizações e ter uma visão completa sobre o que pode ou não ser lançado em um update futuro.</p>
<h2>Que MLP&#8217;s contribuíram para o sucesso de grandes empresas?</h2>
<p>O MLP foi fundamental para o sucesso de muitas empresas cujos serviços e produtos utilizados hoje em dia. No caso de aplicativos mobile, ele auxiliou <em>startups</em> a buscarem investimentos, identificarem melhor o <em>market fit</em> das suas soluções e priorizarem o direcionamento dos seus recursos de um modo mais inovador. Veja a seguir três empresas de sucesso e a sua relação com a criação de MLP&#8217;s!</p>
<h3>Uber</h3>
<p>A Uber já foi uma empresa pequena e com um foco diferente do que ela tem hoje. A primeira versão de um app mobile do serviço, chamada de UberCab, tinha como principal objetivo apenas conectar passageiros a motoristas de veículos de luxo.</p>
<p>Aos poucos, o <em>minimum lovable product</em> da empresa se tornou aceito pelo mercado, permitindo novos investimentos e a identificação do que deveria ser feito nas próximas etapas da expansão da companhia. Com a identificação de funcionalidades mais utilizadas, problemas internos e a eficiência do código-fonte do app, foi muito mais fácil seguir em frente.</p>
<p>Afinal, o UberCab, o MLP da Uber, tinha se mostrado lucrativo o bastante para os investidores apostarem na companhia durante as rodadas de investimento seguintes. Havia, ali, uma solução com potencial de mercado, já testada e aceita pelo consumidor. Dessa forma, tornou-se possível investir na escalabilidade dos serviços da companhia, otimizar a marca e criar um relacionamento mais aprofundado com o público-alvo a partir do feedback recebido anteriormente.</p>
<p>A estratégia foi mantida nas etapas seguintes de crescimento da Uber. Após sair da cidade inicial, São Francisco, a companhia moveu-se para outras localidades. Isso facilitou a identificação da viabilidade do MLP em outros locais.</p>
<p>O feedback e a visão de que um MLP é mantido de modo contínuo também permitiu que a Uber testasse várias funcionalidades conforme fosse crescendo. O UberX, por exemplo, foi desenvolvido após muitos consumidores desejarem uma versão mais econômica do serviço.</p>
<p>Nada disso seria possível se a empresa não tivesse a visão de que o MLP era algo fundamental para a sua estratégia. Graças a ele, a<em> startup </em>pode identificar demandas, avaliar quais funcionalidades priorizar e melhorar o aproveitamento dos recursos obtidos com rodadas de investimento para criar novos serviços mais inteligentes e alinhados com as demandas do seu público-alvo.</p>
<h3>Instagram</h3>
<p>Apesar de hoje ser um dos principais locais para o compartilhamento de imagens, o Instagram surgiu com outra visão. O seu primeiro MLP era focado na divulgação de locais e tinha um baixo destaque para as imagens, de tal forma que o número de pessoas que podiam ver os conteúdos postados pelos usuários e as edições que podiam ser realizadas nas imagens eram limitados.</p>
<p>Pouco a pouco, a empresa evoluiu e passou a direcionar as suas atenções para a divulgação de fotos. Hoje, o Instagram é um serviço que, graças ao feedback dos usuários e uma contínua evolução do aplicativo, tem funcionalidades que envolvem o compartilhamento de vídeos, gifs, envio de mensagens privadas e até a postagem de conteúdos temporários, os chamados <em>stories</em>.</p>
<p>A atenção às demandas do mercado que o Instagram atinge, portanto, levou a evolução do seu MVP. De um local para usuários compartilharem pontos de interesse e imagens, a companhia se tornou uma rede social completa com foco na divulgação de conteúdos multimídia.</p>
<h3>Facebook</h3>
<p>O Facebook é um exemplo notório de como empresas devem sempre manter os seus produtos digitais em contínua evolução. Ao longo de cada ano, a rede social passa por remodelações para adequar o seu MLP às demandas do mercado e às tendências da área.</p>
<p>Nos primeiros anos, o Facebook era apenas um local para estudantes de Harvard trocarem ideias. Aos poucos, o sucesso levou a rede social a aumentar o número de faculdades em que estava presente. Tudo para criar uma comunidade de jovens com interesses em comum.</p>
<p>Conforme a rede social ganhou popularidade e deixou de ser algo exclusivo para alunos das principais universidades americanas, o seu MLP evoluiu. O Facebook criou novas funcionalidades (como o botão de like e os grupos), modificou o seu design e aplicou novos mecanismos de análise de dados.</p>
<p>Isso criou um grande leque de informações sobre o seu público-alvo. Para a companhia, esse conhecimento sobre o <a href="https://bossabox.com/blog/a-importancia-ou-um-guia-de-conhecer-seu-cliente-ideal-icp/" target="_blank" rel="noopener">comportamento do usuário</a> virou algo crítico. Além de ter bons mecanismos para a oferta de anúncios direcionados, o Facebook tem uma visão completa sobre os recursos que são mais utilizados, como as novidades são recebidas e o que pode ser descontinuado.</p>
<p>Na sua primeira versão, por exemplo, havia espaço para salvar uma única imagem de perfil, um grupo de amigos e o envio de mensagens. Hoje, o Facebook já contém grupos, feeds de notícias, listas, compartilhamento de posts, eventos, <em>streaming</em> ao vivo de vídeos, reações e mais um conjunto de funcionalidades que auxiliam a companhia a fidelizar o seu usuário e agregar valor para o site.</p>
<p>Dessa forma, a empresa tem mais capacidade de se manter a frente da concorrência. Sempre que alguma ideia surge, o Facebook pode realizar um teste A/B entre os seus usuários, verificar a receptividade e identificar como o produto pode ser otimizado. Dessa forma, fica mais fácil para a companhia manter bons investimentos e maximizar a sua lucratividade.</p>
<p>Durante a criação de seu produto digital, ter um MLP auxilia os profissionais a colocarem a solução nas mãos dos usuários mais rapidamente, reduz a necessidade de realizar grandes investimentos e auxilia o time a ter uma visão mais abrangente sobre quais funcionalidades devem ser priorizadas por agregarem mais valor.</p>
<p>Além disso, há a possibilidade de a empresa manter um processo de otimização contínuo, em que o produto ganha novos recursos alinhados com o seu <em>market fit</em> e se torna cada vez mais competitivo.</p>
<p>Fazer produtos digitais é algo complexo. Justamente por isso, o direcionamento do planejamento com foco no MLP (e não no MVP) se tornou uma tendência nos últimos anos. Essa abordagem auxilia a companhia a criar uma solução muito mais alinhada com as demandas de seus clientes, evita prejuízos e agrega mais valor quando comparamos com o MVP.</p>
<p>Portanto, sempre trabalhe para incorporar essa estratégia e garantir que as soluções feitas pelo negócio serão as mais competitivas do mercado com o apoio de uma empresa com um time técnico de ponta, como a <a href="https://bossabox.com/" target="_blank" rel="noopener">BossaBox</a>!</p>
<p>Em um ambiente de alta produtividade, estratégias para integrar times são cruciais. Saiba como o DevOps pode te ajudar nesse sentido em nosso <a href="https://bossabox.com/blog/devops-entenda-os-beneficios-e-como-implementar/" target="_blank" rel="noopener">blog</a>!</p>
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		<title>Produto digital de impacto: o que sua empresa precisa para criar um?</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/produto-digital-de-impacto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 11:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a tecnologia e a transformação digital permitiram que empresas inovassem e fornecessem os seus produtos e serviços de uma maneira mais conectada às demandas dos seus consumidores. O chamado produto digital de impacto vem sendo adotado por diversas empresas devido ao novo comportamento dos usuários, além do fato de ser altamente escalável [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a tecnologia e a transformação digital permitiram que empresas inovassem e fornecessem os seus produtos e serviços de uma maneira mais conectada às demandas dos seus consumidores. O chamado produto digital de impacto vem sendo adotado por diversas empresas devido ao novo comportamento dos usuários, além do fato de ser altamente escalável e com um grande valor agregado.</p>
<p>Mas por onde começar? Quais cuidados devem ser tomados? Como garantir que o público-alvo conheça o seu produto digital de impacto? Continue a leitura deste post e confira as respostas para essas perguntas!</p>
<h2>O que é um produto digital?</h2>
<p>O produto digital é um tipo de solução digital (como aplicativos e plataformas SaaS). Essa oferta pode ser feita com assinaturas, pagamentos únicos ou mesmo de graça, a depender dos objetivos da empresa.</p>
<p>Um produto digital competitivo é aquele capaz de fornecer valor ao seu usuário. Ou seja, ele terá um conjunto de funcionalidades que são capazes de atender a uma demanda e reduzir as dores de sua persona de modo preciso.</p>
<h2>Como criar um produto digital de impacto e competitivo?</h2>
<p>Há uma série de cuidados que precisam ser observados para criar um produto digital. Eles evitam que a empresa faça um investimento mal estruturado e que não consiga atingir os objetivos de médio e longo prazo. Veja alguns cuidados a seguir!</p>
<h3>Conheça a sua persona</h3>
<p>Entender o seu público-alvo é algo crítico. O público-alvo influencia em diferentes etapas do processo de planejamento, criação, priorização de releases, testes e suporte de um produto digital de impacto. Por isso, sempre levante um perfil detalhado de quem for o alvo do seu produto digital.</p>
<p>O conhecimento da persona no desenvolvimento de um aplicativo, por exemplo, melhora a capacidade de a empresa escolher recursos inteligentes e alinhados com as demandas das pessoas que forem utilizar a ferramenta. Da linguagem visual ao tipo de mecanismo de segurança, tudo será montado a partir das necessidades do seu target.</p>
<p>Portanto, sempre adote uma abordagem focada no cliente, ou seja, <em>customer</em> <em>centric</em>. Essa escolha permite ao negócio ter um planejamento para o desenvolvimento do seu produto muito mais robusto e capaz de agregar valor à sua solução.</p>
<h3>Identifique qual o market fit</h3>
<p>Os produtos digitais de impacto também atendem a demandas. Por isso, é importante que você saiba quais são os problemas que ele deve solucionar. Dessa forma, será mais fácil <a href="https://bossabox.com/blog/inbound-sales-e-marketing-o-que-e-e-quais-os-mitos-e-verdades/" target="_blank" rel="noopener">estruturar estratégias de marketing</a>, priorizar a distribuição de recursos e, principalmente, criar uma solução competitiva.</p>
<p>O <a href="https://bossabox.com/blog/marketi-fit-o-que-e-e-como-sei-se-tenho/" target="_blank" rel="noopener">market fit</a>, nesse cenário, se apresenta como o mecanismo que permite à empresa avaliar até que ponto o produto digital atenderá as demandas do mercado. Essa ideia, criada por Andy Rachleff, está relacionada às chances de uma pessoa consumir um produto, ou seja, se algum bem pode se integrar rapidamente a um setor de economia e gerar receitas para a empresa que o desenvolveu.</p>
<h3>Tenha um bom time de desenvolvimento ao seu lado</h3>
<p>A habilidade técnica e interpessoal do time responsável por criar o produto digital de impacto deve ser a maior possível. Isso significa que a empresa precisa contar com o apoio de profissionais especialistas, como ótimos(as) desenvolvedores(as), designers, <em>Scrum Masters</em> e <em>Product Owners</em> para criar uma solução que esteja totalmente alinhada com a persona.</p>
<p>Um bom time saberá, por exemplo, utilizar <a href="https://bossabox.com/blog/como-metodologias-ageis-podem-mudar-sua-vida/" target="_blank" rel="noopener">metodologias ágeis</a> para entregar um produto digital que se atualiza continuamente. Busque, portanto, uma equipe multidisciplinar, que saiba compartilhar conhecimentos e seja focada na entrega de resultados.</p>
<h3>Avalie a sua concorrência</h3>
<p>Conhecer a concorrência também é sempre uma boa escolha. Estudar quais produtos digitais outras empresas do seu setor oferecem, como elas lidam com demandas dos clientes e quais são as práticas de desenvolvimento utilizadas auxilia o empreendimento a definir uma estratégia bem estruturada e de alta qualidade.</p>
<p>A replicação de boas práticas e a diminuição de riscos será mais ampla. Além disso, o negócio pode avaliar quais são os pontos críticos a serem reforçados, compreender como as suas <a href="https://bossabox.com/blog/8-habilidades-que-precisamos-desenvolver-para-o-futuro/" target="_blank" rel="noopener">habilidades</a> podem impactar diretamente no sucesso da inovação e a melhor forma de se posicionar à frente da concorrência.</p>
<h3>Crie um plano de reformulação e atualização contínua do produto</h3>
<p>Os produtos devem ser atualizados continuamente. Uma pesquisa da McKinsey, por exemplo, aponta que as necessidades do mercado mudam a cada 15 meses, enquanto os ciclos de criação de produtos tendem a ser de 18 meses.</p>
<p>Como consequência, um produto digital sempre estará atrás do mercado. Isso não quer dizer, porém, que o negócio deve ficar parado. O empreendimento precisa montar um plano capaz de ajustar continuamente os seus produtos para que eles não percam relevância e consigam se destacar a frente dos concorrentes.</p>
<h2>Como uma empresa especializada pode ajudar você a criar um produto de boa qualidade?</h2>
<p>Ao criar o seu<a href="https://bossabox.com/blog/experiencia-do-usuario/" target="_blank" rel="noopener"> produto digital</a>, o apoio de uma empresa especializada pode ser a peça-chave para o sucesso da sua iniciativa. Isso é válido especialmente quando o time interno não tem experiência sólida nesse tipo de empreitada, tempo para pegar mais um projeto ou simplesmente o time de desenvolvimento não cresce na velocidade necessária.</p>
<p>O apoio de uma etapa como a que realizamos, a Discovery, auxilia o seu negócio a identificar a melhor oportunidade do mercado de maneira precisa, ágil e confiável. A partir da identificação das necessidades do seu público-alvo e a avaliação de quais são os pontos críticos de um produto digital de impacto e sua priorização de <em>backlog</em>, ficará mais fácil criar valor para o público-alvo do business.</p>
<p>A criação de produtos digitais tem se tornado uma necessidade em vários setores competitivos. Esse tipo de solução traz processos de negócio simplificados, alto potencial de lucratividade e facilidade de ser levado a diferentes mercados.</p>
<p>Afinal de contas, conforme aponta a McKinsey, nos últimos anos todas as empresas estão se tornando mais integradas digitalmente. Isso gerou um grande impacto positivo para tais marcas: os negócios que apostam em tecnologias para executar as suas operações dobraram de tamanho nas últimas duas décadas.</p>
<p>As pesquisas do grupo apontam que as empresas que investem em soluções tecnológicas aproveitam melhor os seus recursos, reduzem prazos e ganham competitividade. Justamente por isso, o investimento em TI tem se tornando uma demanda crescente do mercado. Portanto, criar um produto digital de impacto pode ser visto como uma ótima oportunidade para quem pretende se manter alinhado com as <a href="https://bossabox.com/blog/10-tendencias-de-setor/" target="_blank" rel="noopener">tendências do seu setor</a>.</p>
<p>Quer saber mais sobre como criar um produto digital de impacto? Então fale agora com um dos nossos especialistas para evitar erros e ter sucesso na sua estratégia!</p>
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		<title>Principais tendências tecnológicas para 2019</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/principais-tendencias-tecnologicas-para-2019/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 19:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe quais são as tendências tecnológicas para 2019? Nos últimos anos, muitas novidades já foram incorporadas ao ambiente de negócios brasileiro. Esse é o caso de soluções como a computação na nuvem, o outsourcing e a análise de dados com o apoio do Big Data. Em 2019, mais novidades prometem revolucionar a maneira como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe quais são as tendências tecnológicas para 2019? Nos últimos anos, muitas novidades já foram incorporadas ao ambiente de negócios brasileiro.</p>
<p>Esse é o caso de soluções como a computação na nuvem, o <em>outsourcing</em> e a análise de dados com o apoio do <em>Big Data</em>. Em 2019, mais novidades prometem revolucionar a maneira como empresas lidam com as demandas de seus clientes ao criar ambientes de trabalho inovadores e de alta performance.</p>
<p>Quer saber mais sobre o tema? Então confira abaixo as principais <a href="https://bossabox.com/blog/tendencias-de-software-2019-3/" target="_blank" rel="noopener">tendências tecnológicas</a> para 2019!</p>
<h2><strong>Análise de dados</strong></h2>
<p>O papel da análise de dados nos últimos anos se tornou estratégico. A partir de informações do passado, sistemas baseados no Business Intelligence dão a <a href="https://bossabox.com/blog/livros-de-gestao-product-manager/" target="_blank" rel="noopener">gestores</a> a capacidade de tomarem decisões mais robustas e que sejam capazes de gerar um impacto positivo na rotina do negócio. Já o Big Data cruza dados do passado e do presente para permitir que analistas busquem insights inovadores e que tornem a empresa competitiva.</p>
<p>Nos próximos anos, a integração de rotinas de análise de dados se tornará mais futura e abrangente. Conforme apontado pelo <a href="https://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/br/Documents/technology/DI_TechTrends2019.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório Tech Trends 2019</a>, da Deloitte Insights, as organizações que trabalham com foco em análise de dados passarão a empregar informações mais dinâmicas para gerenciar rotinas e tomar decisões de forma automatizada, evitando riscos, reduzindo custos e melhorando processos.</p>
<p>Uma indústria, por exemplo, poderá empregar máquinas inteligentes que se comuniquem via rede no chão de fábrica. Com base no que for coletado pelas máquinas e pelos sensores da IoT, um sistema poderá tomar decisões automaticamente, ajustar as configurações dos equipamentos e garantir que eles sempre tenham a melhor performance possível.</p>
<h2><strong>Aplicação da análise de dados em rotinas diárias</strong></h2>
<p>A presença da IA seguirá sendo expandida em vários ambientes. Nos sistemas de segurança digital, por exemplo, ele tornará os softwares capazes de detectar até mesmo vulnerabilidades e malwares não conhecidos pelo mercado. Ao compreender o padrão de comportamento dos usuários, ele conseguirá identificar rapidamente atividades suspeitas e, assim, bloquear ameaças de maneira abrangente e precisa.</p>
<p>A IA também deve tornar outras aplicações mais inteligentes e dinâmicas. Softwares de gestão e monitoramento de indicadores conseguirão identificar problemas e organizar dashboards automaticamente, auxiliando os <a href="https://bossabox.com/blog/7-habilidades-que-seu-profissional-de-tecnologia-deve-possuir/" target="_blank" rel="noopener">profissionais</a> a focarem mais nas demandas críticas e, com isso, criar um local de trabalho mais prático e ágil.</p>
<h2><strong>Tecnologias cognitivas</strong></h2>
<p>As tecnologias cognitivas podem ser compreendidas como as soluções que tornam softwares mais inteligentes, como o machine learning, as redes neurais e a Inteligência Artificial. A sua aplicação no ambiente corporativo tem um grande potencial, por permitir que empresas consigam lidar melhor com demandas crescentes por maior uso de dados, aumento da automação e outras atividades em que as práticas tradicionais que levam a tomada de decisões não mais fornecem suporte.</p>
<p>Ao tornar os sistemas e máquinas mais inteligentes, empresas terão mais meios para ampliar a automação no ambiente corporativo. Junto ao <em>Edge Computing</em>, portanto, as tecnologias cognitivas servirão de suporte para um ambiente de trabalho muito mais inteligente e automatizado, em que sistemas podem reagir a mudanças de cenário automaticamente, identificar padrões de uso e criar relações quer permitam a otimização do seu funcionamento.</p>
<h2><strong><em>Blockchain</em></strong></h2>
<p>Com o <em>blockchain</em>, uma série de operações que demandam uma gestão segura e confiável de dados digitais terão maior qualidade. Esse é o exemplo dos contratos virtuais, que poderão ser validados com uma tecnologia aberta e mais resistente à fraudes. Além disso, o gerenciamento de fornecedores terá mais confiabilidade e uma distribuição descentralizada dos dados.</p>
<p>Uma vez que o seu uso seja disseminado, o <em>blockchain</em> servirá de apoio para que grandes cadeias de negócios possam negociar preços e acompanhar os seus trabalhos de modo mais transparente, simples e integrado. Para o consumidor, isso será um fator importante no processo de compra de algo: ao comprar uma fruta, por exemplo, ele poderá identificar facilmente todo o caminho feito por uma fruta até chegar na loja com uma base de informações confiável.</p>
<h2><strong>Internet das Coisas</strong></h2>
<p>Também conhecida como <em>IoT</em> (sigla para<em> Internet of Things</em>), a Internet das Coisas tem o potencial de mudar profundamente a maneira como empresas pensam o seu ambiente de trabalho e as rotinas corporativas. Além de ampliar o nível de automação no ambiente corporativo, essa tendência tecnológica para 2019 auxiliará negócios a terem mais dados sobre o seu fluxo operacional e a buscar meios para otimizar os seus processos.</p>
<p>Um exemplo está na maneira como os produtos estão divididos em uma loja impacta diretamente na capacidade de a empresa vender produtos com facilidade. Mas se a empresa integrar gadgets da <em>IoT</em> no seu ambiente comercial, será mais fácil realizar uma avaliação abrangente e precisa sobre como a organização de uma loja influencia no processo de tomada de decisão do <a href="https://bossabox.com/blog/como-engajar-os-seus-consumidores-quando-nada-mais-da-certo/" target="_blank" rel="noopener">consumidor</a>.</p>
<p>A empresa compreenderá em tempo real como os clientes circulam pela loja, quais são os layouts com maior receita e o impacto que o local do produto tem nas suas vendas. Assim, ficará mais fácil para o gestor criar um layout agradável, capaz de gerar uma boa experiência de compras e motivas o cliente a adquirir uma mercadoria.</p>
<h2><strong><em>Edge Computing</em></strong></h2>
<p>A Internet das Coisas promete ampliar em larga escala a quantidade de aparelhos conectados a uma infraestrutura de rede. Para que a necessidade de processamento de grandes quantidades de requisições não dependa de infraestruturas de rede de larga escala, a <em>edge computing </em>promete ser a solução.</p>
<p>Essa nova forma de pensar o processamento em nuvem leva os servidores para um ambiente mais próximo do usuário. Processos que exigem mais agilidade são executados diretamente no dispositivo, em minirredes que compartilham o processamento entre vários aparelhos ou em um servidor de cloud próximo do aparelho.</p>
<p>Como consequência, há uma menor necessidade de enviar e receber dados para grandes <em>data-centers</em>. Dessa forma, o tempo necessário para um equipamento da <em>IoT</em> tomar uma decisão cai, melhorando a experiência do usuário e diminuído a carga de trabalho da rede.</p>
<p>A presença da tecnologia em todos os setores da sociedade acelerou processos, gerou inovação e criou mais meios para a prestação de serviços. Esse ambiente criou um novo tipo de consumidor, mais conectado e que busca continuamente por companhias ágeis e que tenham alto nível de disponibilidade e flexibilidade.</p>
<p>Nesse cenário, os negócios devem estar atentos em relação as principais tendências de TI de cada ano. A avaliação sobre quais são as tecnologias que ganharão o mercado a cada ano, assim como os possíveis usos que o empreendimento pode fazer de cada ferramenta é crucial para o sucesso da empresa. Afinal de contas, conhecendo as novidades antecipadamente, o gestor pode preparar investimentos de alto retorno e, com isso, <a href="https://bossabox.com/blog/infografico-10-dicas-de-marketing-digital-para-crescer-o-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener">atingir as metas comerciais desejadas em médio e longo prazo</a>.</p>
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		<title>Tendências de software 2019 – parte 3</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/tendencias-de-software-2019-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 19:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terceira e última parte da nossa série sobre as tendências software no quesito desenvolvimento para 2019, vamos explorar as duas últimas categorias de tendências segundo a pesquisa publicada pela InfoQ em março deste ano, cujo gráfico você confere abaixo. A BossaBox me convidou (Luiz Duarte, do blog LuizTools) a fazer esse estudo como Community [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nesta terceira e última parte da nossa série sobre as tendências software no quesito desenvolvimento para 2019, vamos explorar as duas últimas categorias de tendências segundo </span><a href="https://www.infoq.com/articles/culture-methods-trends-2019"><span style="font-weight: 400;">a pesquisa publicada pela InfoQ</span></a><span style="font-weight: 400;"> em março deste ano, cujo gráfico você confere abaixo. A BossaBox me convidou (</span><a href="https://linkedin.com.in/luizfduartejr"><span style="font-weight: 400;">Luiz Duarte</span></a><span style="font-weight: 400;">, do blog </span><a href="https://www.luiztools.com.br"><span style="font-weight: 400;">LuizTools</span></a>) a fazer esse estudo como Community Ambassador.</p>
<p>Caso você ainda não tenha visto as partes <a href="https://bossabox.com/blog/tendencias-desenvolvimento-de-software-2019/">1</a> e <a href="https://bossabox.com/blog/desenvolvimento-de-software-tendencias-2019-2/">2</a> desta série, recomendo a leitura para melhor aproveitamento!</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1805 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/04/1Culture-Methods-trend-report-Q1-2019-m-1552652781169-300x212.jpg" alt="" width="612" height="432" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/1Culture-Methods-trend-report-Q1-2019-m-1552652781169-300x212.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/1Culture-Methods-trend-report-Q1-2019-m-1552652781169.jpg 600w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></p>
<p>Early Majority e Late Majority são, como o próprio nome diz, a maioria do mercado. Como bem apontado por G. Moore em <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Crossing_the_Chasm">Crossing the Chasm</a>, não é apenas um crescimento comum de mercado sair do lado esquerdo da  <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Technology_adoption_life_cycle">Curva de Difusão da Inovação</a> de E. Rogers para o lado direito. Existe um abismo que antecede a<a href="https://bossabox.com/blog/por-que-grandes-empresas-tendem-ignorar-sua-propria-disrupcao/"> difusão de uma inovação</a> de qualquer tipo para o grande mercado. Esse abismo se traduz como diferenças culturais gritantes entre os inovadores e os conservadores, que reflete no custo quando falamos de inovações em hardware e pode ser compreendido como também o &#8220;medo do novo&#8221;. Afinal, quem não lembra do medo de adotar métodos ágeis na primeira década deste século?</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que, apesar de algumas <a href="https://bossabox.com/blog/10-tendencias-de-setor/">tendências</a> de software que você não conheça ou não pratique ainda estejam nestas duas últimas categorias, não as negligencie por elas não serem mais </span><i><span style="font-weight: 400;">trendy</span></i><span style="font-weight: 400;">. <a href="https://bossabox.com/blog/como-implementar-o-scrum-na-sua-empresa/">Scrum</a> por exemplo, estar em Late Majority não indica que ele caiu em desuso, mas que sim, se tornou mainstream a ponto de estar sendo considerado como </span><i><span style="font-weight: 400;">commodity</span></i><span style="font-weight: 400;"> em muitas empresas mais inovadoras e é uma tendência que acabara de chegar em empresas mais conservadoras.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Early Majority, Os Pragmáticos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas nesta categoria são o grande filão do mercado, empresas que acabaram de perceber o que de fato está acontecendo com o desenvolvimento de software e, uma vez que muitas das empresas que eles admiram (</span><i><span style="font-weight: 400;">innovators</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">early adopters</span></i><span style="font-weight: 400;">) estão comprovadamente tendo sucesso na adoção de novas práticas, passam a adotá-las também.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas pragmáticas não seguem tendências até que elas tenham cruzado o abismo, ou seja, que tenham se provado ao longo de algum tempo em diversas outras empresas. Na atualidade, são todas aquelas empresas que estão passando por transformações digitais, por exemplo, mas que em sua maioria não nasceram de tal forma.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-1848 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/04/pankaj-patel-642856-unsplash-300x200.jpg" alt="" width="626" height="417" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/pankaj-patel-642856-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/pankaj-patel-642856-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/pankaj-patel-642856-unsplash-1024x683.jpg 1024w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Remote-only Teams</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://bossabox.com/blog/squads-remotos-o-que-sao-e-como-usar-para-o-seu-produto-de-software/">Times remotos</a>. Atire a primeira pedra qual desenvolvedor nunca sonhou trabalhar de casa ou de qualquer outro lugar do mundo. Essa é uma das tendências de software de um ponto de vista cultural. Existem empresas com políticas flexíveis para home office e existem empresas que de fato abraçaram o jeito remote-only de se trabalhar, como a própria BossaBox (que atua justamente na mediação dessa relação).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os desenvolvedores, a flexibilidade de horário, a economia de tempo com o </span><i><span style="font-weight: 400;">commuting</span></i><span style="font-weight: 400;">, a ausência de dress code, silêncio, seu café e suas regras de Internet, são alguns dos benefícios, além da tão almejada geoarbitragem (gastar em Reais e ganhar em dólares ou outra moeda forte).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a empresa, redução de custos com infraestrutura, maior facilidade de atrair talentos de todos os cantos do mundo e, para empresas globais, a tão sonhada produtividade 24&#215;7 (profissionais em diferentes fusos gerariam um fluxo de trabalho ininterrupto 24h por dia) são algumas das<a href="https://bossabox.com/blog/os-beneficios-de-ter-um-time-de-desenvolvedores-e-designers-remotos/"> vantagens de ter um time remoto</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obviamente existem desafios, mas hoje, mesmo que informalmente, muitas empresas já estão testando o home office ou até o desenvolvimento de projetos de todos os tamanhos usando times remote-only. Esse é o dia a dia na BossaBox!</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Pragmatic Agility</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais as tendências de software para metodologias? Pragmatismo é a palavra-chave que separa os Early Adopters da Early Majority, certo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nada é mais pragmático do que olhar a agilidade com um viés de &#8220;caixa de ferramentas&#8221; e, dadas as suas necessidades, escolher aquelas mais se adequem às suas necessidades. A velha guerra das metodologias</span><span style="font-weight: 400;"> não produz nada de benéfico uma vez que as pessoas parecem tender a uma &#8220;futebolização&#8221; dos métodos, como se eles estivessem no mercado para competir uns contra os outros. Perguntas como: </span><a href="https://www.luiztools.com.br/post/o-que-e-melhor-scrum-ou-kanban/"><span style="font-weight: 400;">qual o melhor, Scurm ou Kanban?</span></a><span style="font-weight: 400;"> não possuem uma única resposta, a não ser que você esteja perguntando a um dos muitos &#8220;especialistas&#8221; que costumam ser vendedores da empresa A ou B.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://bossabox.com/blog/especiais/conheca-as-metodologias-de-desenvolvimento-ageis-e-saiba-como-elas-podem-ajudar-a-sua-empresa/">Agilidade é sobre reagir à mudança</a>. O </span><a href="http://agilemanifesto.org"><span style="font-weight: 400;">Manifesto</span></a><span style="font-weight: 400;"> não fala nada sobre seguir uma única cartilha como se ela fosse a verdade universal.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1849 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/04/markus-spiske-1375298-unsplash-300x200.jpg" alt="" width="612" height="408" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/markus-spiske-1375298-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/markus-spiske-1375298-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/markus-spiske-1375298-unsplash-1024x683.jpg 1024w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Craftsmanship </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Craftsmanship é um termo apresentado em 2000 no livro </span><a href="https://amzn.to/2Ggnb4c"><span style="font-weight: 400;">Software Craftsmanship de Pete McBreen</span></a><span style="font-weight: 400;"> e propõe uma nova abordagem de ver o as tendências de software como desenvolvimento, mais ligada ao artesanato do que a uma fábrica de software. McBreen disserta muito sobre essa ser uma profissão onde se evolui na base da mentoria, como os antigos artesão faziam, e não de maneira formal. De que não temos como aplicar a mesma solução para problemas diferentes, o que faz com que cada projeto seja único, como uma obra de arte. O que temos em comum entre eles? Princípios de desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fortemente baseados nestes princípios, os software craftsmen ou apenas crafters, constroem uma solução adequada para o problema do cliente, de maneira extremamente pragmática, utilizando as melhores ferramentas para o problema em questão e jamais o contrário. Colocar a tecnologia antes do problema é o primeiro passo para o fracasso técnico de um projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais tarde, Robert C. Martin (Uncle Bob), levou adiante esses conceitos carregando muito do discurso de craftsmenship em suas obras e dissertações como Clean Code, Clean Architecture e na construção do SOLID. Por vezes Bob é assumido como idealizador do movimento, mas não o é como </span><a href="https://www.infoq.com/podcasts/uncle-bob-solid-ddd"><span style="font-weight: 400;">ele mesmo admite</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que, apesar do &#8216;man&#8217; no nome, a ideia não é gerar exclusão de gênero. O termo craftsperson tem sido mais utilizado hoje em dia por ser mais inclusivo neste sentido.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Cross-functional Teams</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agilidade é sobre times e quando se fala de times ágeis a primeira coisa que vem em mente é a <a href="https://bossabox.com/blog/7-habilidades-que-seu-profissional-de-tecnologia-deve-possuir/">pluralidade de habilidades</a>. Times cross-funcionais ou multi-funcionais são aqueles que possuem todas as competências necessárias para entregar uma solução fim-a-fim (os chamados </span><a href="https://www.luiztools.com.br/post/o-que-e-melhor-feature-teams-ou-component-teams/"><span style="font-weight: 400;">Feature Teams</span></a><span style="font-weight: 400;">). É o contraponto à organização tradicional de times em silos, onde temos os especialistas de cada tecnologia ou camada de aplicação em cada silo, gerando extrema dependência de um time do outro e desacelerando a possibilidade de entregar valor em um lead time mais curto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No famoso artigo de 1986 de Takeuchi e Nonaka, </span><a href="https://hbr.org/1986/01/the-new-new-product-development-game"><span style="font-weight: 400;">The New New Product Development Game</span></a><span style="font-weight: 400;">, já se falava do poder que os times multi-funcionais estavam trazendo às empresas que adotavam esse modelo de trabalho à época. Não à toa que esse artigo </span><a href="https://www.luiztools.com.br/post/a-essencia-do-agile/"><span style="font-weight: 400;">inspirou o desenvolvimento do framework ágil Scrum</span></a><span style="font-weight: 400;">, trazendo o conceito de time esportivo (rugby nesse caso) ao mundo do software, onde são necessárias diferentes habilidades em um mesmo time para conseguir vencer a partida. Já imaginou ter um time de futebol com 11 atacantes? Será que ele venceria todas partidas? E porque algumas empresas ainda insistem em ter times com apenas programadores de backend ou frontend? Ao menos a grande maioria já entendeu isso, </span><a href="https://www.infoq.com/articles/culture-methods-trends-2019"><span style="font-weight: 400;">segundo a pesquisa da InfoQ</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Justamente uma das principais competências trabalhadas na BossaBox é a <a href="https://materiais.bossabox.com/pocketbook-metodologias-ageis">construção de times multi-funcionais</a> para atender às necessidades de desenvolvimento dos clientes, pois entende-se que esse é o caminho para a agilidade na entrega de valor.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">BDD/DDD &#8211; tendências de software</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Behavior Driven Development (BDD) e Domain Driven Design (DDD) são duas siglas técnicas muito populares e, portanto, são tendências de software como desenvolvimento. Não cabe a mim tentar explicá-las no detalhe em um artigo como esse, então me aterei a resumi-las, para você ter uma ideia do motivo pelo qual as empresas pragmáticas estão adotando-os este ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Behavior_Driven_Development"><span style="font-weight: 400;">Desenvolvimento Orientado a Comportamento</span></a><span style="font-weight: 400;"> (BDD) criado por Dan North, é tida por muitos como uma evolução do TDD (Desenvolvimento Orientado a Testes). Não apenas uma mudança no hábito de programar, partindo dos testes, mas uma mudança no jeito de pensar especificação de software (de maneira colaborativa entre análise, desenvolvimento e testes) e construção do mesmo baseado no que esperamos que os usuários façam no sistema. Afinal, construímos os sistemas para eles, e não para nós, não é mesmo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o </span><a href="https://amzn.to/2UdQR7a"><span style="font-weight: 400;">Desenvolvimento Orientado a Domínio</span></a><span style="font-weight: 400;"> (DDD) criado por Eric Evans, é uma abordagem de desenvolvimento de software focada no domínio da aplicação. Um domínio pode ser uma atividade-chave ou uma área de conhecimento, por exemplo, o que quer dizer que o software deve se focar em atender a esse domínio acima de tudo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas duas práticas tem muito a ver como a maioria das empresas de mercado tem se reinventado na forma de vender seus serviços e de projetar seus softwares, de maneiras mais centradas nas necessidades e satisfação de seus clientes e objetivos de negócio. BDD e DDD ajudam muito neste sentido.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1850 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/04/neonbrand-618320-unsplash-300x200.jpg" alt="" width="613" height="408" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/neonbrand-618320-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/neonbrand-618320-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/neonbrand-618320-unsplash-1024x683.jpg 1024w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Coaching/Mentoring</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">E meio a tantas </span><i><span style="font-weight: 400;">hard skills</span></i><span style="font-weight: 400;"> dentro das corporações, duas </span><a href="https://bossabox.com/blog/8-habilidades-que-precisamos-desenvolver-para-o-futuro/"><i><span style="font-weight: 400;">soft skills</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> tem ganhado muita popularidade nos últimos anos: coaching e mentoring, em especial a primeira. Mas, você sabe a diferença?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Coaching é o processo de ajudar um indivíduo sair de uma situação A e chegar em uma B, facilitado por um coach. Um coach é um profissional que, munido de diversas técnicas, ajuda o coachee a entender a sua situação e encontrar o seu caminho para atingir o objetivo. Note que o coach é um facilitador, ele não trilha o caminho pelo coachee e em vários casos nem mesmo já trilhou este caminho antes, sendo um profissional de perguntas, não de respostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o mentoring é o processo de ajudar um indivíduo com orientação em uma área de conhecimento específica, de domínio do mentor. Um mentor é um profissional experiente em um determinado campo de estudo ou competência que ajuda seu aprendiz a não cometer os mesmos erros, a aprender mais rápido e a ter resultados parecidos com os seus ou até melhores. Note que na maioria dos casos o mentor já trilhou o caminho que o aprendiz está trilhando naquele assunto, sendo um profissional procurado em busca de respostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Processos de mentoria e coaching estão cada vez mais comuns em empresas de todos os tamanhos. É uma resposta rápida para acelerar o crescimento dos profissionais, o atingimento de metas e até mesmo para práticas mais modernas de gestão e desenvolvimento de pessoas. Não à toa, caiu nas graças da grande maioria das empresas modernas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Curiosamente, o </span><a href="https://www.luiztools.com.br/post/o-que-e-um-agile-coach/"><span style="font-weight: 400;">Agile Coach</span></a><span style="font-weight: 400;">, papel cada vez mais comum em empresas passando por transformações digitais, tem um pouco dos dois: ele é um mentor de agilidade e um coach de pessoas. Além dele, um papel mais recente é o de </span><a href="https://cio.com.br/enterprise-data-coach-papel-surge-para-apoiar-a-orientacao-a-dados/"><span style="font-weight: 400;">Data Coach</span></a><span style="font-weight: 400;">, que tem ajudado algumas organizações a serem mais </span><i><span style="font-weight: 400;">data-driven</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Late Majority, Antes tarde do que nunca…</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">E por fim, temos outra grande fatia do mercado que são a &#8220;maioria atrasada&#8221;. Você imagina descobrindo ou adotando </span><b>hoje</b><span style="font-weight: 400;"> práticas e tecnologias dos anos 90? Pois é, estas empresas estão fazendo isso. Mas não julgue, não é uma questão de escolha, é uma forte pressão do mercado para que elas se modernizem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas que hoje, se recusem a entender a importância dos assuntos citados a seguir estão fadadas a caírem no ostracismo ou na categoria Laggards (retardatários), que a InfoQ </span><a href="https://www.infoq.com/articles/culture-methods-trends-2019"><span style="font-weight: 400;">nem mesmo perde tempo representando em seu gráfico</span></a><span style="font-weight: 400;">. Apesar de estarem atrasadas, o fato de estarem olhando para estes assuntos já as põe em posição de se reinventarem, simbolizando uma luz no fim do túnel de negócios que possam estar estagnados e sofrendo com a forte concorrência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, lembre-se que, todos estes assuntos já foram mega inovadores e são a base para entender o que veio depois deles. Pular etapas não é uma opção, na minha opinião, e se você ainda não domina eles, dificilmente conseguirá absorver os seus sucessores.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Scrum</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Scrum dispensa apresentações. Todas as pesquisas possíveis sobre <a href="https://bossabox.com/blog/agile-marketing-o-que-e-e-por-que-e-tao-importante/">métodos ágeis</a> como a </span><a href="http://stateofagile.versionone.com/"><span style="font-weight: 400;">State of Agile</span></a><span style="font-weight: 400;"> e a </span><a href="https://www.scrumalliance.org/ScrumRedesignDEVSite/media/ScrumAllianceMedia/Files%20and%20PDFs/State%20of%20Scrum/2017-SoSR-Final-Version-(Pages).pdf"><span style="font-weight: 400;">State of Scrum</span></a><span style="font-weight: 400;"> mostram números gigantescos de adoção de Scrum nas empresas ao redor do mundo, superando 70% das empresas que dizem estar rodando algum método ágil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isto, podemos dizer que o Scrum é o padrão </span><i><span style="font-weight: 400;">de facto</span></i><span style="font-weight: 400;"> para as tendências de software utilizando métodos ágeis no desenvolvimento e que toda empresa que estiver pensando em passar a desenvolver com agilidade deveria dar uma chance para este framework que já foi inovador e hoje se tornou </span><i><span style="font-weight: 400;">mainstream</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1851 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/04/david-travis-554904-unsplash-300x200.jpg" alt="" width="625" height="416" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/david-travis-554904-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/david-travis-554904-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/david-travis-554904-unsplash-1024x683.jpg 1024w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Vanilla Agile</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O termo Vanilla, na tecnologia, refere-se aos fundamentos de algo, fazendo uma alusão ao sabor de baunilha que é o mais genérico e básico possível dentre os sorvetes. Assim, Vanilla Agile refere-se à </span><a href="https://www.luiztools.com.br/post/a-essencia-do-agile/"><span style="font-weight: 400;">essência elementar da agilidade</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos poucos, mais e mais empresas estão descobrindo que ser ágil não é rodar Scrum. Estão descobrindo o </span><a href="http://agilemanifesto.org"><span style="font-weight: 400;">Manifesto</span></a><span style="font-weight: 400;">, descobrindo os princípios e incorporando um ou mais elementos no dia a dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais difícil, no entanto, tem sido elas não caírem em um GoHorse Gourmet </span><a href="https://jorgeaudy.com/2019/04/07/estao-vendendo-gato-por-lebre-albina-do-himalaia-e-cobrando-caro/"><span style="font-weight: 400;">como alguns estão chamando por aí</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, abrirem mão completamente de processos alegando que assim serão mais ágeis. Frameworks mais modernos como </span><a href="http://modernagile.org/"><span style="font-weight: 400;">Modern Agile</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://heartofagile.com/"><span style="font-weight: 400;">Heart of Agile</span></a><span style="font-weight: 400;"> (este último criado por Cockburn, um dos signatários originais do Manifesto) tentam trazer um equilíbrio a essa nova situação que estamos vivendo, de descrença com algumas receitas e as armadilhas do Go Horse Gourmet.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Scaling Frameworks</span></h3>
<p><a href="https://www.luiztools.com.br/post/agilidade-em-escala-corporativa/"><span style="font-weight: 400;">Escalar métodos ágeis em grandes organizações</span></a><span style="font-weight: 400;"> é hoje uma arte que a todo custo estamos tentando transformar em ciência. Da </span><a href="https://brasil.pmi.org/brazil/CertificationsAndCredentials/PMI-ACP.aspx"><span style="font-weight: 400;">adoção de agilidade pelo PMI</span></a><span style="font-weight: 400;"> à criação de grandes empresas em torno de frameworks como a </span><a href="http://scaledagile.com"><span style="font-weight: 400;">Scaled Agile Inc</span></a><span style="font-weight: 400;">, todos estão tentando resolver essa equação, de como escalar o ágil sem torná-lo outro waterfall.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médias e grandes empresas que estão iniciando hoje suas transformações digitais tendem a assumir </span><a href="https://www.gartner.com/it-glossary/bimodal/"><span style="font-weight: 400;">abordagens bimodais como a proposta do Gartner</span></a><span style="font-weight: 400;">, enquanto outras tentam ir para o chamado &#8220;</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=hQDblYvY9RY"><span style="font-weight: 400;">modelo Spotify</span></a><span style="font-weight: 400;">&#8221; de escalar o ágil. Só o tempo dirá se teremos um vencedor ou se criaremos ainda outros modelos e receitas de <a href="https://bossabox.com/blog/uma-introducao-a-era-das-organizacoes-exponenciais-exos-face/">escalar</a> o ágil. O que não faltam hoje são opções além e SAFe e Spotify: </span><a href="https://less.works/"><span style="font-weight: 400;">Less</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.scrumatscale.com"><span style="font-weight: 400;">Scrum at Scale</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.scrum.org/resources/scaling-scrum"><span style="font-weight: 400;">Nexus</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://disciplinedagiledelivery.com/"><span style="font-weight: 400;">DAD</span></a><span style="font-weight: 400;">, etc.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">ALM Tools &#8211; tendências de software</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">ALM é uma sigla para Application Lifecycle Management ou Gestão do Ciclo de Vida de Aplicação. Do início dos anos 2000 para cá evoluiu-se muito em termos de ferramental para fazer a gestão das nossas aplicações. Com a popularização de arquiteturas mais modularizadas como </span><a href="https://www.luiztools.com.br/post/o-que-e-um-micro-servico-ou-microservice/"><span style="font-weight: 400;">microservices</span></a><span style="font-weight: 400;"> e nanoservices (</span><a href="https://bossabox.com/blog/serverless-beneficios-arquitetura/"><span style="font-weight: 400;">serverless</span></a><span style="font-weight: 400;">) e de tecnologias que elevaram essa modularização a um nível nunca visto antes, como Docker e Kubernetes, tivemos o surgimento de uma nova disciplina chamada DevOps, cada vez mais na boca dos profissionais de tecnologia de todas empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conceitos como </span><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Infraestrutura_como_C%C3%B3digo"><span style="font-weight: 400;">Infra as a Code</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://gaea.com.br/o-que-e-continuous-delivery/"><span style="font-weight: 400;">Continuous Delivery</span></a><span style="font-weight: 400;"> não são mais &#8220;rocket science&#8221; e finalmente são objetivos alcançáveis a baixo custo. Absolutamente todas empresas que trabalham com software já ouviram falar disso e mesmo a categoria Late Majority deve investir pesado em pipelines e nuvem neste ano de 2019.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1852 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/04/carl-heyerdahl-181868-unsplash-300x200.jpg" alt="" width="644" height="429" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/carl-heyerdahl-181868-unsplash-300x200.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/carl-heyerdahl-181868-unsplash-768x512.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/04/carl-heyerdahl-181868-unsplash-1024x683.jpg 1024w" sizes="(max-width: 644px) 100vw, 644px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conclusões</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">E com essa terceira parte nós encerramos esta série sobre tendências em métodos e cultura de desenvolvimento de software para 2019. De forma alguma esta série cobriu tudo o que está acontecendo neste mundo de TI, e nem mesmo deu uma compreensão aprofundada de cada um dos tópicos apresentados. E a ideia nem era essa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você terminou de ler com o sentimento de que tem muita coisa para aprender ainda, pois é, somos dois e estou muito feliz que eu não seja o único. Esse era meu objetivo principal: tirar você da </span><a href="http://focuslife.com.br/4-fases-do-aprendizado-pnl/#incompetencia-inconsciente"><span style="font-weight: 400;">incompetência inconsciente</span></a><span style="font-weight: 400;"> para a incompetência consciente. Agora com essa to-do list de coisas a estudar, espero que possa se antever às mudanças que estão chegando, além é claro de buscar o que pode ter deixado para trás por descuido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se você já sabia de tudo que foi apresentado (uau!), se inscreva na nossa plataforma de prolancers &#8211; A BossaBox está de portas abertas para profissionais como você, inovadores e em com sede de entregar resultados!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um abraço e até a próxima!</span></p>
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