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	<title>Times de Tecnologia &#8211; BossaBox</title>
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	<title>Times de Tecnologia &#8211; BossaBox</title>
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		<title>Achar bons talentos de Tech ficou difícil ou o modelo é que ficou ultrapassado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 18:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você lidera um time de Produto ou Tecnologia, já deve ter ouvido (ou dito) algo como: &#8220;Tá difícil contratar gente boa.&#8221; A frase virou quase um mantra no mercado. Mas e se a dificuldade não estiver exatamente na escassez de talento bom, e sim nos modelos que a gente continua tentando empurrar em um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você lidera um time de Produto ou Tecnologia, já deve ter ouvido (ou dito) algo como: <strong><em>&#8220;Tá difícil contratar gente boa.&#8221;</em></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A frase virou quase um mantra no mercado. Mas e se a dificuldade não estiver exatamente na escassez de talento bom, e sim nos modelos que a gente continua tentando empurrar em um contexto que mudou?</span></p>
<h3><b>A dor real disfarçada de escassez de talento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Falta gente boa&#8221; é uma explicação conveniente, mas incompleta. O que muitas vezes está por trás da dificuldade de contratar não é a falta de profissionais qualificados, mas sim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Modelos engessados de contratação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escopos mal definidos (ou já desatualizados quando a vaga vai pro ar)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Expectativas desalinhadas entre o que a empresa oferece e o que o profissional espera</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Processos lentos e burocráticos</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto isso, profissionais qualificados esbarram em promessas rasas e <strong>abordagens genéricas</strong>. São entrevistas que mais parecem um interrogatório, dinâmicas desalinhadas com a rotina real e, muitas vezes, a sensação de que a empresa não tem clareza do problema que quer resolver com aquela contratação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é que não tenha talento no mercado. É que estamos tentando resolver problemas novos com estruturas antigas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A própria percepção dos líderes reforça isso. Fizemos uma <a href="https://marketing.bossabox.com/leading-tech-report-2024-0">pesquisa com mais de 500 lideranças de Produto e Tecnologia</a>, 86% relataram dificuldade para recrutar. Mas <strong>apenas 32% disseram que o problema era encontrar candidatos qualificados</strong>. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o gargalo vai muito além da oferta de talento. Ele começa na forma como as empresas se estruturam para atrair, decidir e entregar junto com esses profissionais.</span></p>
<h3><b>Repensando modelos, não só estruturas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo que você leva para contratar pode ser maior que o tempo que você teria para resolver o problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto a vaga está aberta:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O backlog cresce</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O time interno sobrecarrega</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O produto perde o timing de mercado</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A liderança estressa</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Estamos contratando&#8221; deixou de ser uma justificativa válida. Virou um risco</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao olhar para o cenário completo, uma coisa fica clara: talvez o problema não seja só estrutural, mas também conceitual. A forma como a maioria das empresas encara a contratação ainda está presa a <strong>modelos que já não entregam o que o negócio precisa</strong> hoje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, o modelo freelancer tradicional, baseado em cobrança por hora, já mostra sinais de esgotamento. Para desafios complexos e com múltiplas dependências, esse formato cria mais atrito do que resultado. O foco no tempo investido, em vez do impacto gerado, gera uma relação de baixa accountability e pouca previsibilidade.</span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/devex-metricas-dora-lideranca-tech/">Como DevEx e Métricas DORA podem transformar a gestão e o desempenho do time</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, fixar-se apenas em modelos full-time internos para toda e qualquer demanda cria times sobrecarregados ou mal alocados. <strong>Nem toda frente precisa (ou deveria) virar uma vaga</strong>. Algumas precisam virar um squad. Outras, um experimento. Outras, simplesmente, uma entrega pontual com começo, meio e fim claros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada vez mais, líderes de Produto e Tecnologia estão entendendo que não se trata de substituir um modelo por outro, mas de construir um portfólio de possibilidades. O que funciona para uma entrega crítica de três meses pode ser completamente diferente do que funciona para uma frente contínua e estratégica.</span></p>
<h3><b>Modelos adaptativos: quando terceirizar é uma decisão estratégica, não uma emergência</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Muita gente ainda associa a terceirização à ideia de “tapar buraco”: algo que se usa quando o time interno não dá conta ou quando a vaga demora demais para fechar. E se fosse visto como uma escolha de alocação inteligente de capacidade, e não como último recurso?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ponto central aqui não é terceirizar ou não. É entender </span><b>quando</b><span style="font-weight: 400;"> faz mais sentido construir com o time interno e </span><b>quando</b><span style="font-weight: 400;"> trazer um parceiro externo é o melhor caminho para proteger o foco do time, acelerar uma entrega crítica ou validar uma hipótese antes de escalar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Modelos antigos, como contratação por hora ou freelancers desconectados do contexto, realmente ficaram para trás. Eles criam mais atrito do que resultado. O ideal é entender o que funciona para o seu contexto de forma geral.</span></p>
<p>Existem diversos modelos no mercado e já falamos sobre alguns <a href="https://blog.bossabox.com/modelos-de-terceirizacao-de-projetos-de-tecnologia/">por aqui</a>. Mas, o ideal é entender o que funciona para o seu contexto de forma geral. Se precisar de ajuda, temos um time de consultores de produto para te ajudar, é só clicar <a href="https://marketing.bossabox.com/fale-com-especialista">aqui</a>.</p>
<h3><b>Um ponto de partida prático: framework F.I.T</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ajudar nessa análise de forma objetiva, desenvolvemos o que chamamos de framework F.I.T. Não como uma fórmula exata, mas como um apoio prático para ajudar nas decisões de execução, quando avançar com o time interno e quando buscar apoio externo:</span></p>
<p class="" data-start="638" data-end="958"><strong>&#8211; Foco</strong> – <em data-start="649" data-end="709">A entrega está alinhada com as prioridades atuais do time?</em><br data-start="709" data-end="712" />Se a iniciativa exige redirecionar atenção, esforço ou contexto de outras frentes já estratégicas, talvez o time interno não seja a melhor alocação naquele momento. Foco aqui é sobre preservar a capacidade de execução do que já é essencial.</p>
<p class="" data-start="962" data-end="1285"><strong>&#8211; Impacto</strong> – <em data-start="976" data-end="1047">Essa entrega é crítica o suficiente para justificar alocação interna?</em><br data-start="1047" data-end="1050" />Quanto maior o impacto direto no negócio, no produto ou na operação, mais sentido faz manter sob o guarda-chuva do time core. Mas entregas pontuais ou de suporte podem (e devem) ser resolvidas com eficiência por parceiros certos.</p>
<p class="" data-start="1289" data-end="1547"><strong>&#8211; Tempo</strong> – <em data-start="1301" data-end="1358">Qual a urgência para colocar essa entrega em movimento?</em><br data-start="1358" data-end="1361" />Se o tempo de contratação, rampagem e alinhamento do time interno for maior do que a janela disponível, vale buscar um caminho mais rápido — sem abrir mão da qualidade da execução.</p>
<h3><b>Em resumo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A contratação em tech não está mais difícil. Ela só continua sendo feita com as ferramentas erradas para o contexto atual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que mudaria se, em vez de abrir uma vaga, você pensasse em resolver um problema?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa troca de frame é sutil, mas poderosa. Abre espaço para pensar em alternativas mais ágeis e estratégicas.</span></p>
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		<title>Boom em vagas de tech: desafios e soluções para manter entregas no ritmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 15:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine liderar um time de tecnologia onde, no meio de uma entrega crítica, parte da equipe sai para outra empresa. O projeto continua, mas sem algumas das peças-chave que garantiriam sua conclusão no prazo. Essa pode ser uma das consequências do crescimento acelerado do setor, e acredite, ele não está desacelerando. Segundo a Brasscom, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Imagine liderar um time de tecnologia onde, no meio de uma entrega crítica, parte da equipe sai para outra empresa. O projeto continua, mas sem algumas das peças-chave que garantiriam sua conclusão no prazo. Essa pode ser uma das <strong>consequências do crescimento acelerado do setor</strong>, e acredite, ele não está desacelerando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a </span><a href="https://brasscom.org.br/pdfs/relatorio-perspectivas-do-mercado-de-trabalho-do-macrossetor-de-tic/"><b>Brasscom</b></a><span style="font-weight: 400;">, em 2025, serão criadas </span><b>mais de 88 mil novas vagas em tecnologia</b><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, a disputa por profissionais qualificados vai se intensificar ainda mais, e empresas que não têm tecnologia como core business vão enfrentar dificuldades crescentes para contratar e, principalmente, reter talentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O efeito colateral desse crescimento é claro: </span><b>turnover acelerado, dificuldade em preencher posições estratégicas e entregas que perdem ritmo porque a equipe que começou o projeto não é a mesma que o finaliza</b><span style="font-weight: 400;">. Para quem está à frente de times de tech e produto, isso não é só um problema de RH, é um risco direto à capacidade de inovação e entregas. </span></p>
<h2><b>O paradoxo do crescimento: mais vagas, menos talentos disponíveis</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os números falam por si. De acordo com o <a href="https://hubs.li/Q03bKX2k0">Leading Tech Report</a>:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">88% das empresas contrataram para Produto e Tecnologia recentemente</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60% pretendem continuar contratando nos próximos seis meses</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">86% dos líderes relatam dificuldades para recrutar talentos qualificados</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que existe uma disputa ainda mais intensa por profissionais. Se antes um candidato recebia duas ou três propostas, hoje ele tem cinco, seis ou mais. Isso afeta diretamente a estabilidade dos times e o ritmo de entrega. A cada saída, a empresa perde contexto, velocidade e qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o tempo necessário para contratar um substituto muitas vezes não acompanha o ritmo das saídas.</span></p>
<h2>Quando o turnover vira o maior gargalo do seu time</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com profissionais de tecnologia mudando de emprego com frequência, times inteiros perdem conhecimento acumulado no meio de projetos estratégicos. Isso gera três problemas críticos:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Descontinuidade de projetos</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Cada vez que um desenvolvedor sênior ou PM experiente sai no meio de uma entrega, alguém precisa assumir esse papel. Quase sempre, o novo profissional começa sem contexto suficiente. O resultado é retrabalho, perda de velocidade e aumento do tempo de onboarding.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pressão excessiva no time que fica</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> A saída de talentos impacta não só o projeto, mas também quem continua na empresa. Com menos pessoas, as demandas são redistribuídas, aumentando a sobrecarga. Desenvolvedores seniores assumem tarefas que antes eram divididas entre dois ou três profissionais. O burnout se torna inevitável.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aumento do custo por erro</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Quando um time está instável, erros de execução se tornam mais frequentes. O impacto pode ser significativo, especialmente em produtos digitais que precisam de estabilidade e performance. Um bug crítico que chega à produção porque um novo desenvolvedor não tinha contexto suficiente pode custar milhões ou até levar clientes a desistirem do produto.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A alta rotatividade não acontece por acaso. Ela não é apenas um efeito colateral do mercado aquecido, mas também um sinal de que a <strong>estratégia de contratação e estruturação de times</strong> pode estar desalinhada com as necessidades do negócio. </span></p>
<h2><b>Dificuldade para contratar? O problema pode estar na estratégia</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se 86% dos líderes dizem que é difícil encontrar talentos qualificados, isso não é coincidência. Muitas empresas ainda cometem erros graves na forma como contratam e estruturam seus times.</span></p>
<p><b>Erro 1: Achar que contratação é apenas um problema de RH</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Se líderes de tecnologia e produto não estiverem envolvidos ativamente no processo de contratação, a empresa já está atrasada. RH sozinho não consegue resolver esse problema. Encontrar talentos exige um alinhamento forte entre tech, produto e recrutamento para definir claramente o que é necessário e evitar contratações erradas.</span></p>
<p><b>Erro 2: Priorizar contratações rápidas em vez de contratações certas</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Muitas empresas caem na armadilha do &#8220;precisamos contratar rápido&#8221; e acabam trazendo profissionais que não estão prontos para o desafio. O resultado é um onboarding longo e ineficiente, baixa produtividade inicial e um risco maior de turnover precoce.</span></p>
<h2>Expansão estratégica: como fortalecer equipes</h2>
<p data-pm-slice="0 0 []">Com a crescente dificuldade na contratação e retenção de talentos, empresas eficientes vão além de expandir equipes internas. Elas <strong>estruturam times estrategicamente</strong>, equilibrando conhecimento, velocidade e estabilidade.</p>
<p>A composição híbrida de equipes tem se destacado, combinando <strong>profissionais internos com especialistas externos</strong> que agregam expertise e garantem entregas consistentes. Esse modelo permite escalar conforme a demanda, sem comprometer a qualidade ou sobrecarregar a equipe interna.</p>
<p>Porém, nem toda terceirização funciona na prática. É preciso ter atenção, alguns <strong>modelos tradicionais</strong>, baseados apenas em horas trabalhadas, podem gerar desafios similares à alta rotatividade interna, como falta de integração e compromisso.</p>
<p>LEIA TAMBÉM: <a class="title" href="https://hubs.li/Q03bK_Gk0">Terceirização no desenvolvimento de Produtos Digitais: Por que o modelo baseado em horas não faz mais sentido</a></p>
<p>O ponto aqui é <strong>encontrar um parceiro e modelo</strong> que priorizem continuidade, sinergia e envolvimento no desenvolvimento do produto. Mais do que escolher entre ampliar a equipe interna ou buscar reforços externos, o essencial é entender <strong>qual modelo faz sentido para o momento da empresa</strong> e as necessidades do produto.</p>
<p>O segredo não é apenas contratar rápido, mas saber quando e como expandir.</p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A expansão do mercado de tecnologia trouxe <strong>desafios que vão além da dificuldade de contratação</strong>. Manter equipes estáveis, garantir entregas consistentes e evitar gargalos operacionais exige mais do que simplesmente buscar talentos no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas que crescem de forma sustentável não apostam apenas em contratar mais rápido ou reter a qualquer custo. Elas entendem que <strong>estruturar times é uma decisão estratégica</strong> e que diferentes momentos do negócio exigem diferentes abordagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caminho não é único. Há contextos em que uma equipe interna robusta faz sentido, enquanto em outros, a composição híbrida, combinando talentos internos e especialistas externos, traz mais eficiência e flexibilidade. </span></p>
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		<title>LinkedIn para profissionais de tecnologia: Como otimizar seu perfil e ser encontrado por recrutadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 19:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Freelancing Profissional e Trabalho Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou por que alguns profissionais de tecnologia são constantemente abordados por recrutadores no LinkedIn, enquanto outros, com qualificações semelhantes, não recebem a mesma atenção? A resposta não está apenas nas habilidades técnicas, mas na forma como se apresentam. O LinkedIn, sendo a maior rede profissional do mundo, é o palco onde você [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se perguntou por que alguns <strong>profissionais de tecnologia</strong> são constantemente abordados por recrutadores no LinkedIn, enquanto outros, com qualificações semelhantes, não recebem a mesma atenção? A resposta não está apenas nas habilidades técnicas, mas na forma como se apresentam.</p>
<p>O LinkedIn, sendo a maior rede profissional do mundo, é o palco onde você precisa se destacar. Não basta apenas criar um perfil atrativo, ele deve ser cuidadosamente otimizado para que os algoritmos da plataforma e os recrutadores o encontrem de forma eficaz. Vamos mergulhar em algumas estratégias práticas que ajudarão a elevar seu perfil e atrair as oportunidades certas.</p>
<h2><strong>Como recrutadores encontram perfis no LinkedIn</strong></h2>
<p>Os recrutadores de tecnologia geralmente usam o &#8220;LinkedIn Recruiter&#8221;, uma ferramenta poderosa que permite realizar buscas detalhadas com base em habilidades, palavras-chave e localizações. Esses filtros são essenciais para que eles encontrem profissionais específicos, como <strong>engenheiros de software, desenvolvedores ou especialistas em tecnologias emergentes</strong>. Se o seu perfil não contém as palavras-chave corretas, há uma grande chance de que você não apareça nas pesquisas. Além disso, o próprio algoritmo do LinkedIn prioriza perfis com atividades frequentes, o que significa que interagir com a plataforma regularmente pode aumentar sua visibilidade.</p>
<p><strong>Exemplo prático</strong></p>
<p>Suponha que um recrutador esteja buscando um desenvolvedor React Native para uma nova posição. Ele vai utilizar filtros como &#8220;React Native&#8221;, &#8220;desenvolvimento mobile&#8221; e &#8220;JavaScript&#8221;. Se você tem essas habilidades, mas não as menciona no seu perfil, pode ficar invisível para essa oportunidade. Assim, a clareza na descrição das suas competências é crucial.</p>
<h2><strong>Dicas para otimizar seu perfil </strong></h2>
<p><strong>Personalize seu título profissional com palavras-chave</strong></p>
<p>O título do seu perfil é um dos elementos mais importantes para chamar a atenção de recrutadores. Em vez de usar apenas um título padrão como &#8220;Engenheiro de Software&#8221;, <strong>inclua palavras-chave que destaquem suas habilidades específicas</strong> e o tipo de posição que você almeja. Assim, seu perfil aparece mais facilmente em pesquisas relevantes.</p>
<p><strong><em>Exemplo:</em></strong><br />
O que a maioria coloca: Engenheiro de Software na Empresa X<br />
O ideal: Engenheiro de Software | Especialista em Python e Machine Learning | Certificado AWS</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/prolancer-o-modelo-ideal-para-freelancers-seniores-de-tecnologia/">Prolancer: o modelo ideal para freelancers sêniores de tecnologia</a></strong></p>
<p><strong>Crie um resumo que conte sua história</strong></p>
<p>O resumo do LinkedIn é uma das seções mais subutilizadas, mas pode ser o diferencial que faz com que um recrutador se interesse pelo seu perfil. É sua chance de contar sua <strong>trajetória de forma pessoal e autêntica</strong>. Destaque projetos importantes, suas paixões e o que você traz de valor para uma equipe. Use também palavras-chave relevantes para aumentar a visibilidade.</p>
<p><em>Exemplo:</em> &#8220;Sou desenvolvedor backend com 7 anos de experiência, especializado em arquiteturas de microserviços. Recentemente, liderei a implementação de uma plataforma que gerou uma economia de 25% em custos operacionais. Apaixonado por IA, meu foco atual está em soluções de machine learning aplicadas ao setor financeiro.&#8221;</p>
<p><strong>Destaque projetos com resultados mensuráveis</strong></p>
<p>Ao listar suas experiências profissionais, é fundamental<strong> ir além da simples descrição de tarefas</strong> e mostrar o impacto real do seu trabalho. Sempre que possível, inclua números que mostrem como você ajudou sua equipe ou empresa a atingir resultados.</p>
<p><em>Exemplo:</em> &#8220;Desenvolvi uma plataforma de análise de dados em tempo real, que aumentou a eficiência operacional em 40% e reduziu o tempo de processamento de horas para minutos.&#8221;</p>
<p><strong>Otimize suas habilidades e competências</strong></p>
<p>As habilidades são um dos fatores determinantes que recrutadores analisam no LinkedIn. <strong>Certifique-se de que o seu perfil lista todas as habilidades relevantes para sua área.</strong> Além disso, solicitar endossos de colegas pode aumentar ainda mais sua credibilidade.</p>
<p><strong>Como fazer:</strong></p>
<ul>
<li>Liste linguagens de programação (Java, Python), frameworks (React, Angular) e metodologias (Scrum, Kanban).</li>
<li>Realize testes de habilidades no LinkedIn para obter selos de certificação.</li>
</ul>
<p><strong>Descreva cargos com detalhes</strong></p>
<p>Ao listar suas experiências de trabalho, seja detalhado e específico sobre as <strong>tecnologias utilizadas e projetos realizados.</strong> Isso torna seu perfil mais atrativo para quem está buscando profissionais com conhecimentos práticos em áreas específicas.</p>
<p><em>Exemplo:</em> Desenvolvedor Full Stack na Empresa Y (2018 &#8211; Presente)</p>
<ul>
<li>Desenvolveu aplicações web usando Node.js e React.</li>
<li>Liderou uma equipe de 5 desenvolvedores em metodologia Scrum.</li>
<li>Implementou integrações com APIs e bancos de dados NoSQL e SQL.</li>
</ul>
<p><strong>Use palavras-chave estratégicas</strong></p>
<p>Os algoritmos do LinkedIn são baseados em palavras-chave, assim como os motores de busca. Pesquise quais são as palavras mais comuns nas vagas que você deseja e certifique-se de que elas estão presentes no seu perfil, tanto no título quanto nas descrições de cargo e competências.</p>
<p>O LinkedIn é uma ferramenta poderosa para profissionais de tecnologia que buscam alavancar suas carreiras. Ao otimizar seu perfil com as estratégias corretas, você aumenta suas chances de ser encontrado por recrutadores e de se destacar em meio à concorrência. Agora que você sabe <strong>como estruturar e personalizar seu perfil</strong>, está mais preparado para atrair novas oportunidades.</p>
<p>Agora que você sabe como otimizar seu perfil no LinkedIn, que tal explorar novas oportunidades em projetos que realmente combinem com sua experiência em tecnologia? Descubra como atuar em squads de alto nível <a href="https://hubs.li/Q02Q9yr10">clicando aqui.</a></p>
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		<title>Report DORA 2024: Ressumo dos principais insights</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/report-dora-2024-ressumo-dos-principais-insights/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 17:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última semana, foi publicado o Report DORA 2024, uma das principais referências para avaliar a performance na entrega de software. A pesquisa deste ano, com mais de 39.000 participantes de diversas indústrias, traz insights valiosos sobre performance de entrega, adoção de inteligência artificial (IA) e melhores práticas em liderança e gestão de equipes de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana, foi publicado o <a href="https://dora.dev/research/2024/"><strong>Report DORA 2024</strong></a>, uma das principais referências para avaliar a performance na entrega de software. A pesquisa deste ano, com mais de 39.000 participantes de diversas indústrias, traz insights valiosos sobre <strong>performance de entrega</strong>, <strong>adoção de inteligência artificial (IA)</strong> e <strong>melhores práticas em liderança e gestão de equipes de tecnologia</strong>. Embora o relatório seja extenso, reunimos aqui os dados mais relevantes para ajudar a moldar sua estratégia e otimizar suas operações.</p>
<h3 data-pm-slice="0 0 []"><strong>Equilíbrio entre alta perfomance e melhoria contínua</strong></h3>
<p>O DORA mantém seu foco nas <a href="https://blog.bossabox.com/como-avaliar-performance-de-equipes-de-engenharia-de-software-com-metricas-chave-conheca-as-dora-metrics/">quatro métricas-chave</a> que determinam a <strong>performance na entrega de software</strong>. Mais do que apenas velocidade, é crucial equilibrar rapidez com estabilidade.</p>
<p>Os elite performers se destacam não apenas por realizarem vários deploys diários e recuperarem falhas em menos de uma hora, mas por serem 127 vezes mais rápidos do que as equipes com baixo desempenho. Mas o verdadeiro segredo do sucesso não está só na velocidade, está no equilíbrio delicado entre <strong>agilidade e estabilidade,</strong> algo que muitas equipes ainda estão descobrindo como dominar.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/futuro-dos-desenvolvedores-era-ia/">Mais estratégia, menos código: esse é o caminho para os desenvolvedores na era da IA?</a></p>
<p>O estudo traz uma nova forma de ver as coisas: em vez de focar apenas em alcançar classificações de elite, alta, média ou baixa, o verdadeiro foco está se voltando para a <strong>melhoria contínua</strong>. As equipes de elite não alcançam seus resultados apenas perseguindo números, mas adotando uma mentalidade de aprendizado constante, onde o progresso é mais valioso do que manter uma posição fixa.</p>
<p>Essa cultura de inovação constante permite que as empresas identifiquem oportunidades de melhoria, testem novas ideias e ajustem suas estratégias sem sacrificar a qualidade ou a estabilidade das entregas. Em resumo, o sucesso não se mede apenas pela velocidade ou quantidade de deploys, mas pela capacidade de se adaptar e evoluir de forma contínua.</p>
<h3><strong>Inteligência Artificial: Benefícios e desafios</strong></h3>
<p>A <strong>IA</strong> continua sendo um tema central no desenvolvimento de software, e o Report DORA 2024 mostra como sua adoção está impactando as equipes de engenharia:</p>
<ul>
<li><strong>81%</strong> das empresas estão investindo em IA.</li>
<li><strong>67%</strong> dos entrevistados dizem que a IA está ajudando a melhorar o código.</li>
<li>No entanto, <strong>39%</strong> ainda relatam pouca ou nenhuma confiança na IA.</li>
</ul>
<p>Embora <strong>87,9%</strong> dos participantes tenham relatado algum nível de confiança na qualidade do código gerado por IA, a confiança total ainda é limitada. <strong>39,2%</strong> dos entrevistados têm pouca (27,3%) ou nenhuma confiança (11,9%) no código gerado automaticamente.</p>
<p>Isso reforça que, embora a IA seja uma ferramenta promissora, estamos longe de uma <strong>automação completa nas tarefas críticas de desenvolvimento</strong>. Os desenvolvedores percebem valor no uso da IA, mesmo quando o código gerado não é totalmente correto, desde que possam ajustá-lo conforme necessário.</p>
<p>Esse ponto nos faz refletir sobre algo crucial: ao adotar IA, <strong>líderes de produto e tecnologia</strong> devem se perguntar se essa inovação está realmente resolvendo desafios estratégicos ou apenas camuflando ineficiências existentes.</p>
<h4><strong>Impacto da adoção de IA</strong></h4>
<p>A adoção da IA está trazendo benefícios mensuráveis para as equipes de desenvolvimento. Um aumento de <strong>25%</strong> na adoção de IA está relacionado a:</p>
<ul>
<li><strong>7,5%</strong> de aumento na qualidade da documentação.</li>
<li><strong>3,4%</strong> de melhora na qualidade do código.</li>
<li><strong>3,1%</strong> de aceleração no tempo de revisão de código.</li>
<li><strong>1,8%</strong> de redução na complexidade do código.</li>
</ul>
<h3><strong>Bem-estar e satisfação dos desenvolvedores</strong></h3>
<p>O <strong>bem-estar dos desenvolvedores</strong> também foi destaque. A adoção de IA aumentou a <strong>satisfação no trabalho em 2,2%</strong> e a <strong>produtividade em 2,1%</strong>.</p>
<p>Em 2023, ficou evidente: equipes que colocam o usuário no centro de tudo tiveram um<strong> desempenho 40% melhor</strong> que aquelas que não seguiram esse caminho. E, adivinha só? Os dados deste ano seguem a mesma tendência!</p>
<p>O sucesso na entregas  hoje não é só sobre tecnologia, mas sobre <strong>liderança transformacional</strong> e uma cultura que gira em torno da melhoria contínua, sempre centrada no usuário. O <strong>DORA Report 2024</strong> destaca que as equipes de elite estão constantemente iterando e experimentando, buscando formas de melhorar, testando novas ideias e ajustando suas estratégias com base nos resultados obtidos.</p>
<p>Confira todos os dados e o relatório completo em: <a href="https://dora.dev/research/2024/">https://dora.dev/research/2024/</a></p>
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		<item>
		<title>Prolancer: o modelo ideal para freelancers sêniores de tecnologia</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/prolancer-o-modelo-ideal-para-freelancers-seniores-de-tecnologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 18:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Freelancing Profissional e Trabalho Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser um freelancer experiente na área de tecnologia pode ser complicado. Você acaba envolvido em tarefas rotineiras, sem espaço para contribuir de forma estratégica ou inovadora. Ao invés de atuar em projetos transformadores, você se vê preso em demandas que não exploram seu verdadeiro potencial. Além disso, o volume de trabalho nem sempre corresponde à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser um freelancer experiente na área de tecnologia pode ser complicado. Você acaba envolvido em tarefas rotineiras, sem espaço para contribuir de forma estratégica ou inovadora. Ao invés de atuar em projetos transformadores, você se vê preso em demandas que não exploram seu verdadeiro potencial. Além disso, o volume de trabalho nem sempre corresponde à complexidade que você esperava, e a falta de interação com equipes interessantes torna o trabalho monótono. Se você já passou por essa frustração, talvez seja hora de conhecer o conceito de <strong>Prolancer</strong>.</p>
<p>Talvez o termo já tenha chegado aos seus ouvidos ou seja algo completamente novo para você. De qualquer forma, vale a pena entender se esse modelo é <strong>o caminho para projetos mais desafiadore</strong>s e alinhados às suas habilidades.</p>
<h2>O que é um Prolancer?</h2>
<p>Um Prolancer é mais do que um freelancer comum. É um <strong>profissional de tecnologia que atua em projetos desafiadores</strong>, com habilidades avançadas e foco em resolução de problemas complexos. Ou seja, são pessoas de tech e produto que já atuam no mercado e possuem experiência. São <strong>especialistas sêniores</strong>, geralmente em papéis como:</p>
<ul>
<li>Tech Lead</li>
<li>Arquiteto de Software</li>
<li>Product Manager</li>
<li>Product Owner</li>
<li>Product Designer</li>
<li>UI/UX Designer</li>
<li>Data Analyst</li>
<li>Data Engineer</li>
<li>DevOps</li>
<li>QA</li>
</ul>
<p>Esses <strong>profissionais são altamente qualificados</strong> e se juntam a squads sob demanda, formadas por outros especialistas que compartilham do mesmo nível de expertise. Eles atuam em projetos que realmente fazem diferença, seja para melhorar produtos digitais ou implementar soluções inovadoras.</p>
<h2>Benefícios de ser um Prolancer</h2>
<p>Se você se encaixa nesse perfil, tornar-se um Prolancer pode ser a mudança que você procura. Veja alguns dos principais benefícios:</p>
<h3>Projetos alinhados ao seu nível</h3>
<p>Ao invés de freelas operacionais, você estará inserido em projetos complexos, que exigem sua experiência e oferecem desafios à altura.</p>
<h3>Squads com profissionais de elite</h3>
<p>Você trabalhará com outros especialistas de alto nível, onde as trocas são ricas, e a aprendizagem é constante.</p>
<h3>Sem o estresse de ser um freelancer comum</h3>
<p>Na BossaBox, cuidamos da parte chata para você. Isso significa que não precisará se preocupar com vendas, orçamentos, contratos, invoices ou cobranças. Nós cuidamos de toda a burocracia, para que você se concentre apenas em fazer o que faz de melhor: resolver problemas e entregar soluções de qualidade.</p>
<h3>Flexibilidade e impacto real</h3>
<p>Você continuará com a flexibilidade de trabalhar remotamente, mas com a garantia de estar envolvido em projetos que não apenas pagam bem, mas também têm relevância no mercado.</p>
<p>Se você está procurando projetos desafiadores, em empresas como Ipiranga, Housi e Cubo Itaú, a BossaBox é o lugar ideal. Nossa <strong>plataforma é 100% gratuita</strong> e exclusiva para profissionais seniores de tecnologia, oferecendo oportunidades que valorizam sua expertise. Estar na BossaBox significa encontrar freelas, mas sem o estresse de ser um freelancer convencional.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ser um freelancer tech sênior pode, muitas vezes, significar enfrentar burocracias e tarefas operacionais que pouco aproveitam seu potencial. Como Prolancer, você não só escapa dessas armadilhas, como encontra um ambiente que valoriza suas habilidades e oferece <strong>projetos desafiadores de verdade</strong>.</p>
<p>Na BossaBox, você tem a oportunidade de trabalhar em squads com profissionais de alto nível e deixar de lado as preocupações com vendas, contratos ou cobranças. Estar aqui é encontrar uma maneira de<strong> fazer freelancer com foco em impacto e inovação</strong>, sem o estresse das burocracias que normalmente vêm com o trabalho autônomo.</p>
<p>Saiba mais ou cadastre-se para ter acesso as vagas: <a href="https://hubs.li/Q02Q9nrr0">https://hubs.li/Q02Q9nrr0</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A nova era da Liderança em TI: executivos assumem funções estratégicas nas empresas</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/nova-era-da-lideranca-em-ti-executivos-assumem-funcoes-estrategicas-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 17:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo, a área de tecnologia era vista como aquele &#8220;departamento que apaga incêndios&#8221;. Hoje, isso mudou completamente. A tecnologia saiu de trás das cortinas e agora está no palco principal, sendo parte essencial de como as empresas operam e competem no mercado. Uma pesquisa recente com 115 líderes de TI no Brasil, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo, a área de tecnologia era vista como aquele &#8220;departamento que apaga incêndios&#8221;. Hoje, isso mudou completamente. A tecnologia saiu de trás das cortinas e agora está no palco principal, sendo parte essencial de como as empresas operam e competem no mercado. Uma <a href="https://rd.mittechreview.com.br/special-edition-elogroup-transformacao-clevel-brasil">pesquisa recente</a> com <strong>115 líderes de TI no Brasil</strong>, como CIOs e CTOs, confirma essa transformação. Esses profissionais não estão mais apenas resolvendo problemas técnicos, agora eles têm um papel crucial nas decisões estratégicas das empresas.</p>
<p>O estudo revela que <strong>30,4%</strong> desses líderes já veem suas áreas como parceiras estratégicas, desempenhando um papel fundamental na criação de oportunidades e ganhos de eficiência por meio da tecnologia. No entanto, o caminho para essa transformação ainda não está totalmente consolidado. Apenas <strong>12,2%</strong> dos entrevistados se consideram &#8220;conselheiros confiáveis&#8221; para a alta liderança, mostrando que a plena integração entre TI e decisões estratégicas ainda está em fase de construção.</p>
<p>Esse cenário reflete o momento de transição que muitas empresas estão vivendo. Como já falamos por aqui, <a href="https://blog.bossabox.com/como-produto-esta-sendo-visto-pelas-empresas/">estamos saindo de um modelo reativo para um modelo <strong>proativo e estratégico</strong></a>, o que implica uma transformação significativa nas expectativas em relação ao CIO e CTO. A transformação digital não é mais um conceito abstrato, é uma necessidade real para a competitividade. Entretanto, <strong>44,3%</strong> das empresas ainda operam com uma TI centralizada, focada principalmente em demandas operacionais, o que limita sua capacidade de influenciar diretamente a estratégia empresarial.</p>
<h2>Maturidade Digital e o novo papel da área de tech</h2>
<p>O estudo também aponta para uma lacuna entre o planejamento e a execução da transformação digital. Embora <strong>80,9%</strong> dos líderes de TI afirmem que suas empresas têm uma estratégia digital definida, muitas ainda não conseguiram aplicar essa estratégia de forma integrada com o negócio. Apenas <strong>16,5%</strong> dos entrevistados disseram que a TI está provocando os executivos a repensar seus modelos operacionais sob uma visão digital — um sinal claro de que ainda há muito potencial a ser explorado.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/produto-como-area-estrategica-por-onde-comecar/">Produto como área estratégica &#8211; por onde começar?</a></strong></p>
<p>O ponto crucial é que <strong>maturidade digital não é apenas adotar novas tecnologias</strong>, mas repensar o negócio com uma mentalidade voltada para dados e inovação. O papel do CIO e CTO precisa evoluir de “solucionadores de problemas” para <strong>orquestradores estratégicos</strong>, capazes de antecipar tendências e moldar o futuro da empresa.</p>
<p>Aqui entra o conceito, apresentado na pesquisa, do <strong>Augmented CTO</strong>: um líder que não apenas entende de tecnologia e negócios, mas que domina as ferramentas de dados, analytics e metodologias ágeis para transformar tecnologia em vantagem competitiva. Esses líderes são capazes de transformar a TI em um verdadeiro motor de inovação, antecipando demandas e propondo soluções que impactam diretamente no sucesso do negócio.</p>
<p>Na prática, isso significa que esses líderes precisam fazer mais do que implantar tecnologias. Eles devem <strong>traduzir dados em ações concretas</strong>, identificando novas oportunidades de negócios, otimizando processos e até influenciando a cultura organizacional.</p>
<h2>O desafio da execução: inovar sob pressão</h2>
<p>Mesmo com o crescente reconhecimento da TI, os líderes de tecnologia enfrentam uma pressão enorme por resultados rápidos e tangíveis. A fase das promessas de transformação digital já passou. Agora, é preciso mostrar o valor gerado por essas iniciativas. CIOs e CTOs precisam equilibrar o desejo de inovar com a necessidade de provar que os investimentos em tecnologia estão trazendo resultados concretos — e esse é um dos maiores desafios.</p>
<p>De acordo com o estudo, <strong>59%</strong> dos entrevistados já utilizam metodologias ágeis e <strong>45%</strong> trabalham com estratégias digitais de curto prazo, entre um e dois anos. Esse foco na agilidade é crucial, mas não suficiente. <strong>A verdadeira vantagem competitiva surge quando a TI não só responde às demandas, mas antecipa problemas e oportunidades, sendo proativa.</strong></p>
<p>Isso significa que, no futuro, a TI precisará desafiar as convenções, trabalhar de forma integrada com outras áreas e assumir um papel de destaque nas decisões estratégicas.</p>
<p>A pesquisa mostra que, embora a TI esteja avançando nesse caminho de integração, ainda há um longo percurso para que ela seja vista como <strong>motor de transformação</strong> e não apenas como suporte. O diferencial para o futuro está na capacidade dos CIOs e CTOs de <strong>transformar a TI em uma parceira estratégica</strong>, que antecipa as mudanças e impulsiona a organização com base em dados e inovação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Terceirização em projetos de tech: Como gerir fornecedores de forma eficaz</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/gestao-de-fornecedores-em-ti/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 17:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O verdadeiro diferencial na terceirização de TI vai além da simples escolha de um parceiro. O segredo está em como essa relação é gerida. Ao contrário do que muitos pensam, gerenciar fornecedores de tecnologia não se resume a monitorar prazos e entregas. Para líderes como Diretores de TI, Heads de Engenharia e Produto, essa é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O verdadeiro diferencial na terceirização de TI</strong> vai além da simples escolha de um parceiro. O segredo está em <strong>como essa relação é gerida</strong>. Ao contrário do que muitos pensam, gerenciar fornecedores de tecnologia não se resume a monitorar prazos e entregas. Para líderes como Diretores de TI, Heads de Engenharia e Produto, essa é uma habilidade estratégica que pode transformar a terceirização em uma verdadeira vantagem competitiva.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/modelos-de-terceirizacao-de-projetos-de-tecnologia/">Modelos de Terceirização de Projetos de Tecnologia</a></p>
<h3><strong>Como gerir fornecedores de TI de forma estratégica</strong></h3>
<p>Gerenciar fornecedores de TI não é apenas garantir que eles entreguem o que foi combinado. O objetivo deve ser <strong>construir parcerias estratégicas</strong> que impulsionem a inovação e tragam a flexibilidade necessária para acompanhar o ritmo de um mercado em constante mudança. Três componentes-chave são essenciais para garantir que a terceirização de tecnologia traga os resultados esperados:</p>
<h4>1. Mitigação de riscos: Antecipação e planejamento</h4>
<p><strong>Gerenciar riscos</strong> é um passo fundamental em qualquer projeto de TI terceirizado. Antecipar possíveis problemas e preparar respostas adequadas ajuda a manter os projetos no caminho certo, mesmo diante de imprevistos.</p>
<ul>
<li><strong>Mapeamento de riscos</strong>: Desde o início, faça um levantamento detalhado de todos os riscos possíveis, como problemas técnicos, de conformidade e de segurança. Assim, você e sua equipe estarão prontos para mitigar problemas antes que eles afetem o projeto.</li>
<li><strong>Planos de contingência</strong>: Desenvolva e teste planos de contingência que possam ser rapidamente ativados. Dessa forma, sua resposta será ágil e eficaz, minimizando o impacto de qualquer risco que se concretize.</li>
</ul>
<h4>2. Inovação colaborativa: Co-criação e capacitação</h4>
<p>A inovação ganha força quando você transforma seus fornecedores em <strong>parceiros estratégicos</strong>. A co-criação de soluções é a chave para agregar mais valor às entregas e manter sua empresa competitiva.</p>
<ul>
<li><strong>Sessões de co-criação</strong>: Organize hackathons ou workshops para que seu time e os fornecedores explorem novas ideias juntos. Isso não apenas fortalece a parceria, como também acelera o desenvolvimento de soluções inovadoras.</li>
<li><strong>Capacitação mútua</strong>: Verifique se os fornecedores oferecem treinamentos que possam capacitar sua equipe interna. A troca de conhecimento garante que seu time se mantenha atualizado com as melhores práticas e tecnologias emergentes.</li>
</ul>
<h4>3. Métricas de desempenho: Avaliando resultados e impacto no negócio</h4>
<p>Monitorar o desempenho das equipes e dos fornecedores é vital para garantir que as <strong>entregas de TI</strong> estejam alinhadas com as metas estratégicas da empresa.</p>
<ul>
<li><strong>Impacto no negócio</strong>: Avalie se as soluções entregues estão realmente contribuindo para os objetivos estratégicos. Métricas como ROI e impacto nas operações ajudam a garantir que os projetos de TI estejam gerando valor para o crescimento e a eficiência da empresa.</li>
<li><strong>Critérios claros de avaliação</strong>: Defina o que é uma entrega de qualidade e estabeleça os critérios para avaliar o desempenho da equipe. Com essas métricas claras, você poderá monitorar o progresso e fazer ajustes quando necessário, garantindo que os objetivos estratégicos sejam atingidos.</li>
</ul>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/como-avaliar-performance-de-equipes-de-engenharia-de-software-com-metricas-chave-conheca-as-dora-metrics/">Como avaliar a performance de equipes de engenharia de software com métricas-chave? Conheça as DORA Metrics</a></p>
<h3><strong>Como evitar o scope creep e garantir entregas de qualidade</strong></h3>
<p>A terceirização de projetos de tecnologia oferece a flexibilidade que muitas empresas precisam para acelerar seu desenvolvimento. Porém, essa flexibilidade só é vantajosa quando a gestão do escopo e das entregas é feita de forma rigorosa.</p>
<p>Um dos maiores desafios em projetos terceirizados é o <strong>scope creep</strong>, quando o escopo do projeto se expande sem controle, causando atrasos e custos adicionais. Para evitar esse problema, é essencial adotar uma gestão disciplinada, mas ágil:</p>
<ul>
<li><strong>Definição clara do escopo e das expectativas</strong>: Desde o início do projeto, defina de maneira objetiva o escopo do trabalho e as expectativas de cada membro da equipe. Frameworks como <strong>RACI</strong> podem ajudar a garantir que todos saibam exatamente o que é esperado deles.</li>
<li><strong>Governança ágil</strong>: Implemente uma governança que permita ajustes rápidos e eficientes, sem perder o foco nos prazos e na qualidade das entregas. Sprints curtos e revisões de backlog são essenciais para manter o projeto no trilho certo.</li>
<li><strong>Integração das squads externas</strong>: Garanta que os times externos estejam totalmente integrados aos processos internos da empresa desde o início, para que suas entregas sejam realmente eficazes e alinhadas com os objetivos do negócio.</li>
</ul>
<p>Para empresas que estão evoluindo em sua maturidade digital, <strong>gerenciar fornecedores em projetos de outsourcing de tecnologia</strong> é mais do que uma questão operacional. Quando bem feito, esse processo não só minimiza riscos, como também maximiza os resultados, criando parcerias duradouras e <strong>projetos de grande impacto</strong>. Para líderes de tecnologia e inovação, essa habilidade pode determinar o sucesso competitivo da empresa no futuro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estrutura das organizações de Produto em 2024</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/estrutura-das-organizacoes-de-produto-em-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 17:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No começo de 2024, a BossaBox realizou uma pesquisa com mais de 120 profissionais de Produto. Nela, foram destacados 3 insights centrais relevantes para líderes de Produto. Neste artigo, vamos falar em profundidade do terceiro insight. Nele, foi identificado que as estruturas das organizações de Produto estão mudando profundamente. Uma vez que é esperado de Produto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No começo de 2024, a BossaBox realizou uma <a href="https://marketing.bossabox.com/leading-tech-insights-lideran%C3%A7as-de-produto-tech-em-2024-e">pesquisa com mais de 120 profissionais</a> de Produto. Nela, foram destacados 3 insights centrais relevantes para líderes de Produto.</p>
<p>Neste artigo, vamos falar em profundidade do terceiro insight. <span style="font-weight: 400;">Nele, foi identificado que as estruturas das organizações de Produto estão mudando profundamente. Uma vez que é esperado de Produto maior relevância no negócio e os processos tiveram que mudar para gerar entregas menores, a composição dos times também teve de mudar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, foram identificados três mudanças principais relacionadas ao design organizacional das organizações de Produto:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estão mais enxutas: </b><span style="font-weight: 400;">Por conta da redução de budget, muitas organizações de Produto viram seu time reduzir. Mas a capacidade de entrega não reduziu proporcionalmente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estão mais horizontais:</b><span style="font-weight: 400;"> Menos camadas. Essa mudança foi feita para aumentar eficácia da comunicação e tomada de decisão. Diretores voltaram para operação, muitas vezes removendo a camada de gestão.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estão mais elásticas:</b><span style="font-weight: 400;"> Organizações mais flexíveis para atacar demandas imprevisíveis. Modelos muito rígidos estão saindo de moda.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 600;">Organizações mais enxutas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um cenário de escassez de recursos, muitas empresas passaram por processos de demissão em massa. As áreas de Produto foram muito impactadas por essa redução, por serem compostas por profissionais caros e, muitas vezes, não conectados diretamente com geração de resultado para o negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, um ponto importante identificado na pesquisa é que por mais que tenha havido uma redução na capacidade de entrega dessa equipes, ela não foi proporcional a redução de </span><i><span style="font-weight: 400;">headcount.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Tivemos várias áreas que reduziram pela metade mas que continuam produzindo o mesmo resultado, sem que as pessoas trabalhem mais. Quando o foco era crescimento todos faziam várias coisas, agora fazemos menos coisas mas as mais certas. Só vamos fazer coisas que estejam alinhadas à estratégia da empresa, ligadas aos ponteiros de negócio&#8221;, diz Francielle Rodrigues, GPM da Blip.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso aconteceu pois com menos time, menos entregas são consideradas, demandando mais do processo de priorização e reduzindo a carga cognitiva do time como um todo. Dessa forma, as chances de se fazer o que de fato entrega resultado são maiores porque os times conseguem aprofundar muito mais em um assunto.</span></p>
<p><img decoding="async" fetchpriority="high" class="aligncenter size-full wp-image-3506" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.23.51.png" alt="" width="686" height="337" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.23.51.png 686w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.23.51-300x147.png 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: </span></i><a href="https://www.mindtools.com/aqxwcpa/cognitive-load-theory"><i><span style="font-weight: 400;">Teoria da Carga Cognitiva</span></i></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que explica bem esse paradoxo é a a Teoria da Carga Coginitiva, criada pelo psicólogo John Sweller em 1988 e que usa como base a forma como seres humanos processam informação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A todo momento, pessoas são impactadas por informações que precisam ser interpretadas e filtradas. Quem faz isso é a memória sensorial. O papel dela é fazer uma curadoria do que realmente é relevante, assim como jogar fora o que não é.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que passa é armazenado na memória de trabalho. Esse tipo de memória tem uma capacidade limitada de 5 a 9 itens sendo processados simultaneamente, como se fosse a memória RAM de um computador. São as informações sendo usadas para alguma atividade sendo realizada naquele momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As informações mais relevantes são armazenadas e codificadas em “</span><i><span style="font-weight: 400;">schemas</span></i><span style="font-weight: 400;">” na memória de longo prazo para que fiquem de fácil acesso futuramente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A carga cognitiva, segundo Sweller, pode ser definida como a quantidade total de esforço sendo usado na memória de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele afirma que os seres humanos possuem um limite de armazenamento na memória de trabalho e que, quando ultrapassado, atividades que envolvem processamento de informação (como aprender e trabalhar) se tornam cada vez mais ineficientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como indivíduos, times de Produto também possuem capacidade limitada de administrar e processar grandes quantidades de informações simultaneamente.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3505" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.24.01.png" alt="" width="686" height="337" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.24.01.png 686w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.24.01-300x147.png 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme o time cresce e se torna bem-sucedido, a quantidade de outputs gerados se acumula, o que faz crescer também a demanda por manutenção desses outputs. Além disso, o time passa a acumular novas responsabilidades, o que aumenta ainda mais a quantidade de informações que precisam ser processadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos poucos, a quantidade de informações sendo processadas ultrapassa o limite de carga cognitiva do time, impactando em motivação e performance. Quanto maior o time, maior a complexidade, pontos de comunicação e dependências a serem gerenciadas. Por conta disso, a quantidade de output não aumenta proporcionalmente a quantidade de pessoas no time. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 600;">Organizações mais horizontais</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Era comum, principalmente em empresas maiores, que existissem até cinco camadas dentro da estrutura de Produto: Diretores/C-level, Heads, GPMs, PMs e APMs. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um contexto onde existia abundância, líderes eram contratados para contratar e desenvolver times de Produto. Fazia sentido ter múltiplas camadas pois existia espaço para desenvolver e promover pessoas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, agora que esses líderes estão sendo mais pressionados por resultado e entrega, ter tantas camadas de gestão gera atrito na comunicação e, com isso, ineficiência na entrega.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É cada vez mais comum ver Heads e, em alguns casos, Diretores voltando a liderar PMs e atuando no operacional de Produto. Isso, por si só, já facilita muito a gestão sem necessariamente atrapalhar na capacidade de entrega. </span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3507" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.26.36.png" alt="" width="686" height="301" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.26.36.png 686w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.26.36-300x132.png 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No exemplo acima, é possível ver que removendo duas camadas, sete pontos de comunicação são eliminados. Isso faz com que a resolução de problemas e tomada de decisão seja muito mais simples.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, vale ressaltar que é necessário que o líder esteja presente e tenha as competências necessárias para estar próximo da operação. Sendo assim, para que essa mudança seja viável, provavelmente algumas prioridades do líder terão que ser revistas.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 600;">Organizações mais elásticas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A demanda está se tornando cada vez mais imprevisível. Por esse motivo, modelos de organização como o do Spotify estão sendo mais contestados. Isso aconteceu, na visão dos entrevistados, pois não houve um pensamento crítico antes da implementação desses modelos nas organizações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal problema desses modelos, é que eles não são maleáveis o suficiente. Associar uma pessoa a um squad que tem como responsabilidade uma feature específica, prende um time e um profissional a um contexto que pode mudar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, novos tipos de time e novas estruturas estão sendo testadas. O modelo mais elegante que está se tornando mais comum é o detalhado no livro Team Topologies.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No livro, os autores trazem três modos de interação e quatro tipos de time que serão detalhados abaixo. É válido adicionar que esse é um de muitos tipos de estrutura organizacional. A principal mensagem é que nenhuma metodologia será perfeita para todos os contextos. Portanto, assim como no caso do Modelo Spotify, é necessário que haja um filtro antes da implementação para que o cenário da empresa seja bem compreendido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, diferente do Modelo Spotify, o Team Topologies tem uma diferença fundamental que é: ele cria uma conexão clara e explícita entre a solução/produto e o modelo ideal de time, o que tem tudo a ver com o momento que líderes estão passando.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 600;">Stream-aligned Teams</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São times responsáveis pela cadeia de valor de um produto. O tipo de trabalho realizado por esse tipo de time existe para entregar valor ao usuário e negócio da forma mais rápida, segura e eficaz possível. Ele deve ter total autonomia sobre o sistema e conseguir performar com o mínimo de dependências com outros times.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned teams</span></i><span style="font-weight: 400;"> são responsáveis por um único produto, jornada, funcionalidade ou tipo de usuário. Um squad tradicional, como visto no modelo Spotify, pode ser entendido como um </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned team</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem também maneiras de organizar os </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned teams. </span></i><a href="https://jocatorres.medium.com/estrutura-de-time-24ac4465e23b"><b>Em um artigo</b></a><span style="font-weight: 400;">, o Joca Torres traz 4 maneiras pelas quais times que produzem a cadeia de valor podem ser configurados. São elas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Produto ou Funcionalidade: </b><span style="font-weight: 400;">É uma das mais comuns por ser a mais simples de ser entendida. Para cada produto ou funcionalidade teríamos um time 100% responsável por ela. Exemplo: Um SaaS para freelancer gerirem seus clientes, poderia ter times para Invoice, Task Management, Login/Logout ou por diferentes produtos conforme a empresa for aumentando seu portfólio.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tipo de Usuário: </b><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de estruturação é mais comum em Marketplaces por terem tipos distintos de usuário participando do sistema. Mas também pode ser visto em SaaS que tenham usuários performando múltiplos papéis. Nessa estruturação, times são alocados por tipo de usuário. Seguindo o exemplo acima, poderiam ter times focando em Clientes e times focando em Freelancers. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Jornada:</b><span style="font-weight: 400;"> Esse tipo de estruturação é mais comum em modelos SaaS. Nela, times são divididos por etapas da jornada de um ou mais tipos de usuário. Exemplo: Sign-up, Onboarding, Activation, Engagement etc.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Por Objetivo: </b><span style="font-weight: 400;">Quando times são separados por objetivos de negócio como Aquisição, Retenção, Monetização etc.</span></li>
</ul>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-3508" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.27.12.png" alt="" width="686" height="331" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.27.12.png 686w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-14-at-14.27.12-300x145.png 300w" sizes="(max-width: 686px) 100vw, 686px" /></p>
<p style="text-align: center;"><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Joca Torres</span></i></p>
<h3><span style="font-weight: 600;">Platform Teams</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A função de um </span><i><span style="font-weight: 400;">platform team</span></i><span style="font-weight: 400;"> é criar, melhorar e suportar todo arcabouço interno necessário para que os </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned teams</span></i><span style="font-weight: 400;"> realizem seu trabalho com mais eficácia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de time fornece a infraestrutura necessária para que outros possam desenvolver, testar, fazer deploys e coletar dados necessários para entregarem valor de forma rápida e segura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de </span><i><span style="font-weight: 400;">platform teams</span></i><span style="font-weight: 400;"> terem </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned teams </span></i><span style="font-weight: 400;">como clientes internos, é importante que eles interajam o mínimo possível para evitar quebra de flow de ambos os times. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O modo de interação entre esses times deve ser o que os autores chamam de XaaS (X-as-a-service). Um </span><i><span style="font-weight: 400;">platform team</span></i><span style="font-weight: 400;"> deve funcionar como uma API que pode ser consultada sempre por outros times da empresa.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 600;">Complicated Subsystem Teams </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São times responsáveis por construir e manter partes do sistema que dependem fortemente de uma especialidade técnica. O objetivo desse time é reduzir a carga cognitiva dos </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned teams</span></i><span style="font-weight: 400;"> quando precisarem interagir com um subsistema complexo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplos de subsistemas complexos: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Processamento de vídeo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Modelos de machine learning;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Motor de reconhecimento facial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Processamento de pagamento. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses times são criados apenas quando parte do sistema passa a ser complexo o suficiente para ultrapassar o limite de carga cognitiva de um time. Aqui, é um exemplo da flexibilidade necessária que o modelo tradicional de Squads e Tribos não traz.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 600;">Enabling Teams</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São times responsáveis por promoverem desenvolvimento técnico e removerem gargalos por meio de especialidade técnica em alguma disciplina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tipo de time pode ser temporário dependendo da dificuldade do momento ou da senioridade atual dos membros dos outros times. É importante que não seja criada uma dependência com esses times, uma vez que os </span><i><span style="font-weight: 400;">stream-aligned teams</span></i><span style="font-weight: 400;"> precisam ter o máximo de autonomia possível para gerarem valor.</span></p>
<p>Foto por <a href="https://unsplash.com/@theshubhamdhage?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Shubham Dhage</a> no <a href="https://unsplash.com/photos/a-group-of-cubes-that-are-on-a-black-surface-T9rKvI3N0NM?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Unsplash</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carga Cognitiva e impacto na estruturação de times de Produto</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/carga-cognitiva-e-impacto-na-estruturacao-de-times-de-produto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 20:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós já vimos momentos que um time está muito motivado e momentos que tudo parece dar errado. Desmotivação, sobrecarga, insegurança e desalinhamento são motivos frequentes de insatisfação e podem ser sinais que é preciso repensar a estrutura do time. Por isso, é importante falar um pouco sobre a Teoria da Carga Cognitiva e entender [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Todos nós já vimos momentos que um time está muito motivado e momentos que tudo parece dar errado. Desmotivação, sobrecarga, insegurança e desalinhamento são motivos frequentes de insatisfação e podem ser sinais que é preciso repensar a estrutura do time.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é importante falar um pouco sobre a Teoria da Carga Cognitiva e entender como ela impacta indivíduos e os times que gerenciamos.</span></p>
<p><a href="https://www.mindtools.com/aqxwcpa/cognitive-load-theory"><b>A teoria</b></a><span style="font-weight: 400;">, criada pelo psicólogo John Sweller em 1988, usa como base a forma como seres humanos processam informação:</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-3432" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-07-at-17.29.38.png" alt="" width="933" height="468" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-07-at-17.29.38.png 933w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-07-at-17.29.38-300x150.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/02/Screenshot-2024-02-07-at-17.29.38-768x385.png 768w" sizes="(max-width: 933px) 100vw, 933px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A todo momento, somos impactados por informações que precisam ser interpretadas e filtradas. Quem faz isso é nossa memória sensorial. O papel dela é fazer uma curadoria do que realmente é relevante, assim como jogar fora o que não é.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Das informações que passam, elas são armazenadas na memória de trabalho. Esse tipo de memória tem uma capacidade limitada de 5 a 9 itens sendo processados simultaneamente. Como se fosse a memória RAM de um computador. São as informações sendo realizadas para alguma atividade naquele momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nossos cérebros armazenam as informações mais relevantes e codificam elas em “</span><i><span style="font-weight: 400;">schemas</span></i><span style="font-weight: 400;">” na memória de longo prazo para que seja mais fácil acessá-las futuramente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme retornamos informações da memória de longo prazo e as utilizamos na memória de trabalho, mais fixadas elas se tornam e passamos a nos lembrar delas com mais eficácia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A carga cognitiva, segundo Sweller, pode ser definida como a quantidade total de esforço sendo usado na memória de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele afirma que os seres humanos possuem um limite de armazenamento na memória de trabalho e que, quando ultrapassado, atividades que envolvem processamento de informação (como aprender e trabalhar) se tornam cada vez mais ineficientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como indivíduos, times de Produto também possuem capacidade limitada de administrar e processar grandes quantidade de informações simultaneamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme o time cresce e se torna bem-sucedido, a quantidade de outputs gerados se acumula, o que faz crescer também a demanda por manutenção desses outputs. Além disso, o time passa a acumular novas responsabilidades, o que aumenta ainda mais a quantidade de informações que precisam ser processadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aos poucos, a quantidade de informações sendo processadas ultrapassa o limite de carga cognitiva do time, impactando em motivação e performance.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No livro </span><a href="https://www.amazon.com/Team-Topologies-Organizing-Business-Technology/dp/1942788819"><b>Team Topologies</b></a><span style="font-weight: 400;">, os autores dão boas dicas do que fazer para reduzir o impacto negativo de times de Produto com alta carga cognitiva:</span></p>
<p><b>Domínios: </b><span style="font-weight: 400;">Identifique quais são todos os domínios (ou áreas de foco) de um sistema. Aqui é importante levar em consideração o sistema desejável;</span></p>
<p><b>Classificação: </b><span style="font-weight: 400;">Você pode classificar os domínios entre: (1) </span><i><span style="font-weight: 400;">Simples &#8211;</span></i><span style="font-weight: 400;"> Maioria dos problemas possuem uma solução clara; (2) </span><i><span style="font-weight: 400;">Complicados:</span></i><span style="font-weight: 400;"> Solução é menos clara e requer mais experimentação; (3) </span><i><span style="font-weight: 400;">Complexos: </span></i><span style="font-weight: 400;">O problema precisa ser melhor estudado;</span></p>
<p><b>Atribuição: </b><span style="font-weight: 400;">Atribua cada time a um domínio específico, levando em consideração que: (1) </span><span style="font-weight: 400;">Um time pode pegar entre 3 e 4 domínios simples simultaneamente; (2) </span><span style="font-weight: 400;">Um time pode pegar 1 domínio complexo/complicado simultaneamente.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 600;">Outros princípios</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem também outros princípios que podem indicar que é o momento de reestruturar seu time. </span><span style="font-weight: 400;">Alguns exemplos são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mudança estrutural na estratégia de Produto ou Negócios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redução ou aumento do time;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Time não sabe pelo que é cobrado e qual sua responsabilidade no sistema como um todo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A comunicação é truncada. As pessoas têm dificuldade em saber com quem e onde se comunicar para resolver um problema;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estagnação e baixa performance;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reestruturações incrementais do passado não resolveram o problema por completo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Insatisfação do time com seu trabalho e da empresa com o time.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que é muito comum líderes terem que reestruturar times. Faz parte do nosso papel entender quais sinais buscar e a maneira correta de implementar essas mudanças.</span></p>
<p><em>Foto de Capa por <a href="https://unsplash.com/@fakurian?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Milad Fakurian</a> no </em><a href="https://unsplash.com/photos/blue-and-green-peacock-feather-58Z17lnVS4U?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash"><em>Unsplash</em></a></p>
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		<title>Critérios para decidir entre internalizar ou terceirizar desenvolvimento de software</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 21:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Times de Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terceirização para desenvolvimento de software sempre foi uma estratégia viável para empresas que buscam ampliar sua capacidade de desenvolvimento de produtos, acelerar o time-to-market ou ganhar acesso a novas competências. No entanto, a decisão de terceirizar versus utilizar recursos internos não é fácil devido à ausência de critérios bem definidos e um framework claro para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Terceirização para desenvolvimento de software sempre foi uma estratégia viável para empresas que buscam ampliar sua capacidade de desenvolvimento de produtos, acelerar o time-to-market ou ganhar acesso a novas competências. No entanto, a decisão de terceirizar versus utilizar recursos internos não é fácil devido à ausência de critérios bem definidos e um framework claro para orientar nessa decisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, este material visa trazer critérios essenciais que podem ser considerados no momento de decidir entre terceirização e desenvolvimento interno para novas iniciativas. Com base na nossa experiência como terceiro e falando com algumas pessoas do mercado, identificamos alguns fatores que podem facilitar uma tomada de decisão mais informada e estratégica.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Competências</span></h2>
<p><b>Alinhamento Estratégico:</b><span style="font-weight: 400;"> A utilização de equipes internas é benéfica quando a iniciativa é central para a missão da empresa, promovendo o desenvolvimento de competências vitais para o futuro da organização. Além disso, manter o conhecimento internamente minimiza riscos associados à rotatividade de pessoas.</span></p>
<p><b>Acesso a Talentos Especializados:</b><span style="font-weight: 400;"> Por outro lado, a desvantagem de desenvolver internamente é a possível limitação no acesso a talentos e habilidades especializadas, que podem não estar disponíveis ou serem custosas para a empresa adquirir e reter.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3413" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Competencias-Internalizar-x-Terceirizar.png" alt="Competencias - Internalizar x Terceirizar" width="2000" height="1500" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Competencias-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Competencias-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Competencias-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Competencias-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Competencias-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Gestão de Custos</span></h2>
<p><b>Controle e Transparência de Custos:</b><span style="font-weight: 400;"> Em alguns cenários de terceirização, os custos podem ser opacos. O desenvolvimento interno oferece maior controle e visibilidade sobre os custos associados ao projeto.</span></p>
<p><b>Flexibilidade na Alocação de Recursos / Custos Fixos Menores:</b><span style="font-weight: 400;"> A terceirização se destaca pela capacidade de escalar ou reduzir investimentos de acordo com as necessidades do projeto ou da organização. Além disso, os custos fixos associados a terceirização também são menores. </span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3412" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Custos-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Custos-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Custos-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Custos-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Custos-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Custos-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Produtividade</span></h2>
<p><b>Integração Organizacional: </b><span style="font-weight: 400;">O desenvolvimento interno facilita a comunicação e a colaboração entre diferentes departamentos, promovendo uma integração mais eficaz.</span></p>
<p><b>Capacidade de Produção:</b><span style="font-weight: 400;"> Empresas especializadas em terceirização frequentemente possuem maior capacidade de produção, focando exclusivamente no projeto, o que pode acelerar a entrega.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3411" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Produtividade-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Produtividade-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Produtividade-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Produtividade-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Produtividade-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Produtividade-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Alocação de Recursos</span></h2>
<p><b>Seleção de Talentos:</b><span style="font-weight: 400;"> O desenvolvimento interno permite um controle mais refinado na escolha de talentos alinhados às necessidades específicas da empresa.</span></p>
<p><b>Agilidade na Contratação: </b><span style="font-weight: 400;">A terceirização pode oferecer maior velocidade e eficiência na mobilização de recursos, evitando os atrasos associados aos processos internos de contratação.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3410" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Recursos-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Recursos-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Recursos-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Recursos-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Recursos-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Recursos-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Prazos</span></h2>
<p><b>Engajamento:</b><span style="font-weight: 400;"> Equipes internas tendem a ter um maior senso de ownership com o projeto e alinhamento com os objetivos da empresa.</span></p>
<p><b>Flexibilidade do Time: </b><span style="font-weight: 400;">A terceirização permite uma adaptação mais ágil do time de acordo com as demandas do projeto, facilitando o aumento ou redução de time conforme necessário.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3409" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Prazos-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Prazos-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Prazos-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Prazos-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Prazos-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Prazos-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Controle de Qualidade</span></h2>
<p><b>Gestão de Qualidade: </b><span style="font-weight: 400;">A gestão interna facilita a implementação e o monitoramento de padrões de qualidade.</span></p>
<p><b>Diversidade de Perspectivas: </b><span style="font-weight: 400;">A terceirização pode introduzir novas visões e processos que desafiam e enriquecem os padrões de qualidade internos.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3408" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Qualidade-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Qualidade-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Qualidade-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Qualidade-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Qualidade-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Qualidade.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Segurança</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Controle sobre Propriedade Intelectual:</strong> O desenvolvimento interno oferece um controle mais rigoroso sobre a propriedade intelectual e a segurança dos dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Gestão de Incidentes de Segurança:</strong> A terceirização pode oferecer maior responsividade a incidentes sem tirar foco no desenvolvimento de features e produtos novos.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3407" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Seguranca-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Seguranca-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Seguranca-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Seguranca-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Seguranca-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Seguranca-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Comunicação</span></h2>
<p><b>Alinhamento Cultural e Comunicacional: </b><span style="font-weight: 400;">O desenvolvimento interno favorece a congruência cultural e facilita a comunicação. Além disso, a terceirização pode oferecer desafios de comunicação como fusos horários e diferenças culturais.</span></p>
<p><b>Diversidade de Ideias e Abordagens:</b><span style="font-weight: 400;"> A terceirização pode trazer maior diversidade de perspectivas e abordagens.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-large wp-image-3406" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Comunicacao-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Comunicacao-Internalizar-x-Terceirizar-1024x768.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Comunicacao-Internalizar-x-Terceirizar-300x225.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Comunicacao-Internalizar-x-Terceirizar-768x576.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Comunicacao-Internalizar-x-Terceirizar-1536x1152.png 1536w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Comunicacao-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, a escolha entre terceirização e desenvolvimento interno deve ser uma decisão estratégica, ponderando cuidadosamente os fatores acima para alinhar as necessidades da empresa com os recursos disponíveis.</span></p>
<h2>Scorecard</h2>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3415" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Scorecard-Internalizar-x-Terceirizar.png" alt="" width="2000" height="4000" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Scorecard-Internalizar-x-Terceirizar.png 2000w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Scorecard-Internalizar-x-Terceirizar-150x300.png 150w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Scorecard-Internalizar-x-Terceirizar-512x1024.png 512w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Scorecard-Internalizar-x-Terceirizar-768x1536.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/01/Scorecard-Internalizar-x-Terceirizar-1024x2048.png 1024w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></p>
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