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	<title>Colunistas convidados &#8211; BossaBox</title>
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	<title>Colunistas convidados &#8211; BossaBox</title>
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	<item>
		<title>O Papel do PM na estratégia de inovação: como impulsionar a inovação alinhada com a visão estratégica da empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 18:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos em inovação, muitas vezes imaginamos algo revolucionário, disruptivo e de outro mundo. No entanto, a verdadeira essência da inovação está no processo de criar ou melhorar produtos, serviços, processos ou modelos de negócios de maneiras que ofereçam novos valores aos clientes, usuários ou à sociedade em geral. A inovação pode ser tecnológica, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando pensamos em inovação, muitas vezes imaginamos algo revolucionário, disruptivo e de outro mundo. No entanto, a verdadeira essência da <strong>inovação está no processo de criar ou melhorar produtos</strong>, serviços, processos ou modelos de negócios de maneiras que ofereçam novos valores aos clientes, usuários ou à sociedade em geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação pode ser tecnológica, mas também pode ocorrer em diversas áreas, como na organização de negócios, marketing ou métodos de trabalho. Ela envolve a implementação prática de ideias novas e úteis, resultando em melhorias significativas na eficiência, produtividade, qualidade ou experiência do usuário.</span></p>
<h2><b>O papel do Product Manager na inovação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como Product Managers (PMs), nosso papel principal é gerar valor para o negócio. Mas como podemos fazer isso impulsionando a inovação?</span></p>
<h4><b>1. Alinhamento estratégico</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é ter um alinhamento constante com a visão e os objetivos da empresa. Isso envolve entender claramente para onde a empresa está indo e quais caminhos devemos seguir para chegar lá.</span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/produto-como-area-estrategica-por-onde-comecar/">Produto como área estratégica: por onde começar?</a></p>
<h4><b>2. Identificação de oportunidades</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Após alinhar-se com a visão da empresa, é nosso papel levantar hipóteses e oportunidades que possam atingir esses objetivos. Isso é feito através de pesquisas de mercado, análise de concorrentes, feedback de clientes e estudos de possíveis clientes. Nesta etapa, identificamos o problema a ser resolvido ou, pelo menos, a direção que devemos tomar. É crucial compartilhar essa etapa com os product designers, pois eles são responsáveis pela experiência do produto e pela viabilização das soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ponto importante nessa fase é saber identificar os problemas por trás do que vemos. Não basta apenas copiar algo que algum concorrente está fazendo, pois o foco pode ser diferente. Ao conversarmos com usuários, muitas vezes algo virá já em forma de solução, mas nós somos os especialistas em nossos produtos e devemos entender o problema em questão e aí sim, propor a melhor solução.</span></p>
<h4><b>3. Exploração de soluções</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes do desenvolvimento, é importante explorar diversas possíveis soluções. Essa etapa permite encontrar alternativas mais econômicas e que gerem mais valor, contribuindo efetivamente para a estratégia da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Um exemplo prático:</strong> aqui no Escala, enfrentamos um problema de falta de visibilidade entre o planejado e o realizado nas escalas de trabalho. A primeira solução proposta foi um relatório completo e detalhado na interface. No entanto, ao explorar outras possibilidades, implementamos inicialmente um botão que enviava os dados por e-mail, desenvolvido em dois dias. Isso gerou valor imediato para os usuários. Em paralelo, continuamos avaliando a necessidade de um relatório mais detalhado ou se deveríamos focar em outras oportunidades.</span></p>
<h4><b>4. Validação técnica</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma prática essencial é a validação técnica antes do desenvolvimento. Nessa etapa, é importante confirmar a viabilidade técnica da solução proposta, identificar riscos não mapeados e garantir que todos os aspectos técnicos estão cobertos.</span></p>
<h4><b>5. Acompanhamento e aprendizado</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Após desenvolver a hipótese ou oportunidade escolhida, os PMs devem acompanhar as métricas e analisar quais indicadores da empresa foram impactados. Nesta etapa, surgem novos aprendizados e feedbacks de uso que devem ser incorporados para alimentar o ciclo contínuo de inovação. É crucial seguir as diretrizes da estratégia da empresa para essa validação e melhoria contínua.</span></p>
<h2><b>Inovação incremental e disruptiva</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a inovação pode acontecer de forma incremental ou disruptiva.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Inovação incremental:</b><span style="font-weight: 400;"> pequenas melhorias contínuas, como frequentemente ocorre em softwares, onde funcionalidades são aprimoradas gradualmente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Inovação disruptiva:</b><span style="font-weight: 400;"> mudanças radicais que criam novos mercados ou transformam os existentes. Um exemplo clássico é a internet, que revolucionou o acesso à informação, comunicação e negócios.</span></li>
</ul>
<h2><b>Exemplos práticos de inovação em outras áreas</b></h2>
<h4><b>Novo processo de onboarding</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Um caso recente que vivenciei, foi a reformulação do processo de onboarding do time de Customer Success. O objetivo era entregar mais valor aos clientes em um menor tempo. Originalmente, o processo de onboarding era demorado e ineficiente, resultando em atrasos e frustração para os clientes. Ao mapear todo o processo e identificar pontos de melhoria, implementamos novas etapas e ferramentas que aceleraram o onboarding. A reformulação incluiu nivelamento de valores por persona e tempo de uso do produto, treinamento mais focado, documentação clara e checkpoints regulares com os clientes para garantir que estavam recebendo o suporte necessário. O resultado foi uma redução significativa no tempo de onboarding e maior satisfação do cliente.</span></p>
<h4><b>Mudança de Scrum para Kanban</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro exemplo foi a transição do time de scrum para kanban, permitindo a entrega de valor no produto de forma mais frequente, com tarefas mais bem divididas e um fluxo contínuo de entregas.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação, quando alinhada à visão estratégica da empresa, pode ser uma poderosa ferramenta para gerar valor e manter a competitividade. Os PMs desempenham um papel crucial nesse processo, desde o alinhamento estratégico até a execução e aprendizado contínuo. Ao fomentar uma cultura de inovação, podemos transformar ideias em realidade e, assim, impulsionar o sucesso da empresa.</span></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/leticiararibeiro/"><img decoding="async" fetchpriority="high" class="wp-image-3817 alignleft" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/07/Assinatura-2.png" alt="" width="410" height="154" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/07/Assinatura-2.png 840w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/07/Assinatura-2-300x113.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/07/Assinatura-2-768x289.png 768w" sizes="(max-width: 410px) 100vw, 410px" /></a></p>
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		<title>Estruturando equipes de produto de alto desempenho para plataformas de pagamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 13:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Qual é a melhor maneira de estruturar uma equipe de produto de forma a atingir um alto desempenho?” Quem nunca se pegou pensando sobre isso, não é mesmo? Aviso logo, se estiver atrás de uma receita de bolo, esse texto não é para você. Mas a linha de raciocínio vale a pena, acompanhe comigo.  Existem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Qual é a melhor maneira de estruturar uma equipe de produto de forma a atingir um alto desempenho?” Quem nunca se pegou pensando sobre isso, não é mesmo? Aviso logo, se estiver atrás de uma receita de bolo, esse texto não é para você. Mas a linha de raciocínio vale a pena, acompanhe comigo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem muitos fatores que influenciam na decisão de como estruturar sua equipe: aqui podemos considerar o tamanho da sua empresa, alocação de investimento, perfil de mercado, momento da economia, um milhão de variáveis. Entre tantas, existe um fator que é inerente aos outros, que não importa as demais respostas, vai ser um fator de grande influência: </span><b>a visão de produto e a estratégia do seu negócio. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Traduzindo esse fator em algumas perguntas:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por que sua empresa existe, seu propósito ? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como ela realiza esse propósito? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O que ela entrega para o seu cliente? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Quem é seu cliente e quais são suas necessidades?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Como seu produto contribui para essa estratégia? </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ilustrar melhor e trazer um pouco para prática, vou utilizar como exemplo uma </span><b>plataforma de pagamento, </b><span style="font-weight: 400;">uma empresa americana de médio porte do setor B2B, que nasceu com o propósito de ajudar pequenos e médios e-commerces a aumentar sua conversão de vendas, por meio de uma infraestrutura de vendas otimizada. A empresa oferece para seus usuários, donos dos e-commerces, uma plataforma completa de acompanhamento de vendas, onde podem encontrar dash de vendas, diversos modelos de relatórios financeiros, histórico de pagamentos recusados, entre outros. Além disso, os usuários podem contar também com recursos para impulsionar suas vendas, como checkout customizável, links de pagamento e serviços de recuperação de venda. </span></p>
<p><b>Como isso ajuda na estruturação do time de produto: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos falando de pagamentos online: claro, segurança é importante em qualquer mercado, mas sabemos que lidar com dinheiro, principalmente dos nossos clientes, é super delicado. Aqui está sua primeira dica: sua empresa vai precisar de</span><b> um time de produto focado em segurança</b><span style="font-weight: 400;">. Dentro desse escopo temos inúmeros assuntos, que podem ser divididos por Squads, dependendo do tamanho da sua empresa. Nesse escopo vão entrar todas as questões de LGPD, tanto relacionadas aos seus usuários </span><i><span style="font-weight: 400;">(que são os donos do ecom</span></i><span style="font-weight: 400;">) tanto dos clientes deles </span><i><span style="font-weight: 400;">(os compradores finais)</span></i><span style="font-weight: 400;">, como as infinitas regras e validações de antifraude, bloqueios contra ataques, entre outros. </span></p>
<p><b>“A segurança é a base fundamental de qualquer fintech. Sem segurança, não há confiança, e sem confiança, não há clientes.” </b><span style="font-weight: 400;">(David Vélez, CEO e cofundador do Nubank, 2023)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como você está lidando com vendas e, consequentemente com dinheiro, sua empresa vai precisar de </span><b>um time de produto focado em finanças</b><span style="font-weight: 400;">. Essa Squad vai ser responsável pelos pagamentos de recebíveis, estornos, liberação de saque, taxas de pagamentos, entre outros. </span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/por-que-squads-as-service-pode-ser-estrategia-ideal-para-acelerar-inovacao-em-fintechs/">Por que Squads as a Service pode ser a estratégia ideal para acelerar inovação em Fintechs?</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os profissionais de produto em fintechs precisam ser capazes de falar a linguagem das finanças. Eles precisam entender os diferentes produtos e serviços financeiros, bem como os riscos e regulamentações do setor.” (Christina Sass, ex-COO do PayPal,2022)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E se sua empresa tiver uma cultura mínima de produto, é óbvio que vai precisar de</span><b> um time de produto focado na experiência do usuário </b><span style="font-weight: 400;">(eu mesma acho que deveria ser obrigatório em qualquer área de produto rs). Como no exemplo temos dois tipos de experiência, a dos donos do e-commerce e a dos clientes dos e-commerce, o ideal seria ter uma Squad focada na necessidade de cada um </span><i><span style="font-weight: 400;">(mas claro, dependendo do tamanho da sua empresa, fica tudo dentro de um mesmo escopo, e está tudo bem!).</span></i><span style="font-weight: 400;"> Aqui o importante é entender quais são as necessidades de ambos os lados, qual tipo de checkout eles gostariam de ter, com esse checkout deve ser para garantir a melhor experiência para quem está pagando, quais são outras formas de pagamento do mercado atual (link de pagamento, pix, whatsapp!), como que podemos deixar claro para esses usuários como andam suas vendas e a saúde do seu negócio! Ainda pode entrar toda a parte de pós-venda, com acompanhamento de pedido, NPS, ações de CRM. Enfim, aqui as possibilidades são infinitas! </span></p>
<p><b>“A experiência do usuário não é apenas um diferencial, é uma necessidade. As fintechs que ignoram a experiência do usuário estão fadadas ao fracasso.”</b><span style="font-weight: 400;"> (Ron Shevlin, diretor de pesquisa do Cornerstone Advisors, 2019)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro time que é comum em empresas com forte cultura de produto e tecnologia, é</span><b> um time de produto focado em arquitetura</b><span style="font-weight: 400;">. Ter um time focado em arquitetura é algo que traz alta alavancagem, agilidade e performance para o produto e, consequentemente, para o negócio. Quando temos um time de arquitetura direcionando o desenvolvimento da tecnologia base da empresa, as demais squads conseguem focar seus esforços em seus escopo e ganham velocidade e segurança para propor inovações. Isso é importante para qualquer empresa de tecnologia, mas ainda mais para fintech, um mercado com  concorrência está cada vez mais forte, é necessário inovar e evoluir com velocidade, mas sem deixar de garantir a segurança do negócio.</span></p>
<p><b>“Geralmente, é fácil ver quando uma empresa não prestou atenção na arquitetura quando montou seus times. Primeiro, os times sentem como se estivessem constantemente lutando contra a arquitetura. Segundo, interdependências entre os times parecem desproporcionais. Terceiro, e na realidade por causa das duas primeiras, as coisas se movem lentamente e os times não se sentem empoderados”</b><span style="font-weight: 400;"> (Marty Cagan, Silicon Valley Product Group, 2018)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dito isso, a estrutura </span><b>ideal</b><span style="font-weight: 400;"> do time de produto ficaria assim (montei um esquema visual, acredito que sempre fica mais claro):</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3646" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/temp_image_20240410_114110_c4cf6e4f-5484-4be3-8245-1cbae40afc9f.webp" alt="" width="889" height="500" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/temp_image_20240410_114110_c4cf6e4f-5484-4be3-8245-1cbae40afc9f.webp 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/temp_image_20240410_114110_c4cf6e4f-5484-4be3-8245-1cbae40afc9f-300x169.webp 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/temp_image_20240410_114110_c4cf6e4f-5484-4be3-8245-1cbae40afc9f-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 889px) 100vw, 889px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como disse, essa é uma divisão ideal de uma equipe de produto, mas ela pode variar muito dependendo do tamanho da empresa, o tamanho do time e o quanto é investido na área de produto e tecnologia. Em muitas realidades, o escopo dessas tribos se misturam e acabam dando mais foco para o assunto mais cross da empresa. </span></p>
<p><strong>SAIBA MAIS:</strong> <a href="https://marketing.bossabox.com/estruturas-organizacionais-para-times-de-tecnologia">Estruturação de Times de Tecnologia</a></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">OBS: aqui estou utilizando o termo “tribo”, pois dentro de empresas grandes, cada um desses macro assuntos podemos ter mais de uma squad. Por exemplo, dentro da Tribo de Experiência, podemos ter uma squad focada na experiência do usuário (dono do e-commerce) e outra focada no cliente (comprador). Porém, em muitas empresas a realidade é que cada uma das tribos citadas acima se configuram em squads.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando falamos do tamanho de Squad, o </span><b>mínimo</b><span style="font-weight: 400;"> que se espera encontrar é 1 product manager, para 2 engenheiros </span><i><span style="font-weight: 400;">(desenvolvedores)</span></i><span style="font-weight: 400;"> e um product design. De novo, isso pode variar de acordo com o porte da empresa e algumas squads podem contar inclusive um engenheiro de dados e um engenheiro de testes </span><i><span style="font-weight: 400;">(também conhecido como QA)</span></i><span style="font-weight: 400;">. Caso queira saber mais sobre estrutura de produtos no geral e o papel de cada membro da squad, um livro clássico </span><i><span style="font-weight: 400;">(e eficaz)</span></i><span style="font-weight: 400;"> que pode te ajudar nisso é o Inspired, ou Inspirado, na versão em português. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma boa prática extremamente relevante é fazer uma</span><b> revisão dessa estrutura de forma periódica</b><span style="font-weight: 400;">, buscando entender os seguintes pontos:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O meu produto está contribuindo com o sucesso do meu negócio? </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">As tribos estão alinhadas com os KPIs e métricas priorizadas pela empresa?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Meu cliente está tendo, além de suas necessidades básicas, uma experiência incrível?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O time está conseguindo inovar e gerar vantagem competitiva para o nosso negócio? </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">As respostas dessas perguntas vão te ajudar a entender se a área de produto está atendendo e se adequando ao crescimento e objetivos da empresa. </span></p>
<p><b>“Perceba que a estrutura ideal da área de produtos é um alvo móvel. As necessidades da área devem e mudarão ao longo do tempo”</b><span style="font-weight: 400;">  (Marty Cagan, Silicon Valley Product Group, 2018)</span></p>
<p><b>Conclusão: </b><span style="font-weight: 400;">A estrutura ideal da equipe de produto dependerá do tamanho da empresa, da natureza dos seus produtos e da sua cultura organizacional. No entanto, os princípios de agilidade, foco no cliente, expertise em tecnologia e finanças são universais e devem ser considerados por todas as fintechs que desejam ter sucesso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, faz sentido para você? Qualquer coisa me chama lá no <a href="https://www.linkedin.com/in/iaestauffer/">linkedin</a> e vamos trocar uma ideia!</span></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/iaestauffer/"><img decoding="async" class="wp-image-3647 alignleft" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-6.png" alt="" width="493" height="167" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-6.png 1290w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-6-300x102.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-6-1024x347.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-6-768x260.png 768w" sizes="(max-width: 493px) 100vw, 493px" /></a></p>
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		<title>Maximizando o alinhamento estratégico com Frameworks de Produto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 13:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frameworks de produto desempenham um papel crucial ao oferecer estrutura e direcionamento para o desenvolvimento de soluções em linha com as metas da empresa, agilizando o processo de criação, promovendo a consistência e a qualidade, além de facilitar a comunicação e colaboração entre equipes. Uma abordagem sistemática permite aumentar a eficiência, impulsionar a inovação e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks de produto desempenham um papel crucial ao oferecer <strong>estrutura e direcionamento para o desenvolvimento de soluções em linha com as metas da empresa</strong>, agilizando o processo de criação, promovendo a consistência e a qualidade, além de facilitar a comunicação e colaboração entre equipes. Uma abordagem sistemática permite aumentar a eficiência, impulsionar a inovação e maximizar o valor entregue ao cliente, alinhando os esforços de desenvolvimento com os objetivos estratégicos da organização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de adentrarmos mais especificamente nos modelos e ferramentas, é primordial compreendermos as ambições do negócio. </span><span style="font-weight: 400;">Uma <strong>desconexão entre a estratégia de negócios e as táticas de produto</strong> pode acarretar em perdas de oportunidades de mercado, redução da competitividade, desperdício de recursos, insatisfação do cliente, dificuldades na execução, ruptura na cadeia de valor e impacto negativo na reputação da marca. Portanto, o alinhamento é essencial para mitigar tais consequências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para avaliar o alinhamento entre as táticas de produto e a estratégia de negócios, é fundamental examinar se os objetivos do produto contribuem diretamente para os objetivos estratégicos da empresa. Deve-se analisar a clareza na comunicação e o <strong>entendimento entre as equipes</strong> acerca de como as táticas de produto suportam a estratégia global. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é necessário avaliar se as <strong>alocações de recursos estão alinhadas com as prioridades estratégicas</strong> e observar a consistência entre a proposta de valor do produto e os diferenciais estratégicos principais. Adicionalmente, a análise dos resultados e métricas de desempenho do produto em relação aos indicadores-chave de sucesso do negócio é essencial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do framework depende da estratégia específica da empresa e das metas que deseja alcançar. Adaptar e<strong> combinar diferentes frameworks</strong> pode ser necessário para atender às necessidades únicas de cada organização. Ao escolher um framework de produto que se alinhe à estratégia da empresa, considere os seguintes pontos:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong> Metas e Objetivos:</strong> Verifique se o framework ajuda a alcançar as metas e objetivos específicos da empresa, como crescimento, diferenciação ou eficiência operacional.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong> Cultura Organizacional:</strong> Escolha um framework que se adapte à cultura e aos valores da empresa, garantindo a aceitação e adoção pela equipe.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong> Necessidades do Mercado:</strong> Avalie se o framework permite atender às necessidades e demandas do mercado-alvo da empresa de forma eficaz e diferenciada.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong> Flexibilidade e Escalabilidade:</strong> Certifique-se de que o framework seja flexível o suficiente para se adaptar às mudanças no ambiente de negócios e escalável para lidar com o crescimento da empresa.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong> Experiência da Equipe:</strong> Considere a experiência e habilidades da equipe em relação ao framework escolhido, garantindo que eles possam implementá-lo com sucesso.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong> Histórico de Sucesso:</strong> Pesquise casos de sucesso e exemplos de empresas que utilizaram o framework com êxito em contextos semelhantes ao da sua empresa.</span></li>
</ol>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/como-produto-esta-sendo-visto-pelas-empresas/">Como Produto está sendo visto pelas empresas</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como <strong>profissional de produto</strong>, é crucial obter informações e<strong> alinhamento sobre a estratégia e metas do negócio</strong> por meio de comunicação aberta, participação em reuniões estratégicas, colaboração com stakeholders, análise de documentação estratégica, feedback dos clientes, métricas e KPIs, adoção de frameworks estratégicos e feedback regular da liderança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui estão algumas dicas sobre como selecionar um framework de produto adequado para testar, conforme cada tipo de estratégia empresarial mais popular:</span></p>
<h2><strong>&#8211; Estratégia de Crescimento</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Visa aumentar a participação de mercado, expandir geograficamente ou diversificar produtos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Lean Startup -&gt; </strong>Baseado nos princípios de construir, medir e aprender rapidamente, o Lean Startup enfatiza a experimentação rápida e a interação contínua para desenvolver produtos de forma eficiente. Utiliza ciclos de feedback curtos para validar hipóteses e pivotar rapidamente, se necessário, reduzindo o desperdício de recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>OKRs -&gt;</strong> OKRs são uma abordagem para definir objetivos claros e mensuráveis, juntamente com resultados-chave que indicam o progresso em direção a esses objetivos. São frequentemente usados para alinhar equipes e indivíduos em torno de metas comuns e manter o foco nas prioridades estratégicas.</span></p>
<h2><strong>&#8211; Liderança de Custos</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Oferecer produtos ou serviços com os custos mais baixos do mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Lean Manufacturing -&gt;</strong> Este framework foca na eliminação de desperdícios em processos de produção, visando reduzir custos. Utiliza técnicas como mapeamento de fluxo de valor, kanban e produção just-in-time para maximizar a eficiência e minimizar o tempo e os recursos desperdiçados.</span></p>
<p><strong>Total Quality Management (TQM) -&gt;</strong> O TQM é um sistema de gestão que visa melhorar continuamente a qualidade de produtos e processos. Ao enfatizar a melhoria da qualidade em todas as áreas da empresa, o TQM pode ajudar a reduzir os custos associados a retrabalho, defeitos e falhas de qualidade.</p>
<h2><strong>&#8211; Diferenciação</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Criar produtos ou serviços únicos e valorizados pelos clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Design Thinking -&gt;</strong> Esta abordagem centrada no usuário ajuda a entender profundamente as necessidades e desejos dos clientes, permitindo a criação de produtos inovadores e altamente diferenciados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Jobs-to-be-Done -&gt;</strong> Ao identificar os &#8220;trabalhos&#8221; que os clientes estão tentando realizar, as empresas podem desenvolver soluções que atendam a esses objetivos de maneira única e eficaz, permitindo uma diferenciação significativa no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Blue Ocean Strategy -&gt;</strong> Este framework enfoca a criação de novos espaços de mercado, onde a concorrência é irrelevante. Ao identificar e explorar oportunidades de mercado inexploradas, as empresas podem criar produtos altamente diferenciados que não têm concorrência direta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Value Chain Analysis -&gt;</strong> Ao analisar todas as atividades de uma empresa, desde a produção até a entrega do produto final, as empresas podem identificar oportunidades de diferenciação em cada etapa da cadeia de valor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ansoff Matrix -&gt;</strong> Esta matriz ajuda as empresas a explorar diferentes estratégias de crescimento, incluindo a diferenciação de produtos. Ao desenvolver produtos ou serviços que sejam únicos no mercado, as empresas podem atrair clientes que valorizam essa distinção.</span></p>
<h2><strong>&#8211; Foco</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Concentra-se em atender a um segmento específico de mercado de forma mais eficaz do que os concorrentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Segmentação de Mercado -&gt;</strong> Identificar claramente o segmento de mercado alvo com base em características demográficas, psicográficas e comportamentais dos clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Persona Development -&gt;</strong> Criar personas detalhadas que representam os clientes ideais dentro do segmento de mercado, ajudando a entender suas necessidades, desejos e dores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Mapeamento da Jornada do Cliente -&gt;</strong> Compreender a jornada completa do cliente desde o conhecimento até a compra e a fidelização, identificando pontos de contato e oportunidades de diferenciação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Teste A/B e Experimentação -&gt;</strong> Realizar testes A/B e experimentos para validar estratégias e soluções que ressoem com o segmento de mercado, permitindo ajustes com base em dados e feedbacks dos clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Desenvolvimento Iterativo -&gt;</strong> Utilizar abordagens ágeis de desenvolvimento de produtos, como Scrum ou Kanban, para iterar rapidamente e adaptar-se às necessidades específicas do segmento de mercado de forma contínua.</span></p>
<h2><strong>&#8211; Eficiência Operacional</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Definir metas para otimizar processos internos, reduzir custos operacionais e aumentar a produtividade, visando melhorar a rentabilidade e a competitividade da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Business Process Reengineering (BPR) -&gt;</strong>  Abordagem focada em redesenhar radicalmente processos de negócios para alcançar melhorias significativas em custo, qualidade, velocidade e atendimento ao cliente. Ao reavaliar e redesenhar processos internos, as empresas podem obter ganhos substanciais de eficiência e redução de custos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Six Sigma &#8211;</strong>&gt; Metodologia para melhorar a qualidade dos processos, reduzindo a variabilidade e minimizando defeitos e falhas. Ao identificar e corrigir problemas nos processos internos, as empresas podem aumentar a eficiência e reduzir os custos operacionais.</span></p>
<h2><strong>&#8211; Expansão Internacional</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Definir metas para entrar em novos mercados internacionais ou expandir a presença em mercados existentes fora do país de origem, visando aumentar a base de clientes e diversificar as receitas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Market Research and Analysis -&gt;</strong> Realizar uma pesquisa de mercado abrangente para entender as preferências, necessidades e comportamentos dos clientes nos novos mercados-alvo. Ferramentas como análise SWOT e PESTLE podem ajudar a avaliar o ambiente competitivo e as condições do mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Agile Internationalization -&gt;</strong> Utilizar abordagens ágeis para adaptação rápida e eficiente aos novos mercados, permitindo ajustes com base no feedback do mercado e nas condições em constante mudança.</span></p>
<h2><strong>&#8211; Transformação Digital</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Objetivo: Estabelecer metas para adotar tecnologias digitais e transformar processos de negócios tradicionais, visando melhorar a eficiência, inovação e competitividade da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frameworks sugeridos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Customer-Centric Approach -&gt;</strong> Colocar o cliente no centro da estratégia de transformação digital, entendendo suas necessidades, preferências e comportamentos para desenvolver soluções digitais que agreguem valor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Data-Driven Decision Making -&gt;</strong> Basear as decisões de produto em dados e insights, utilizando análises de dados e métricas chave para entender o comportamento do usuário, avaliar o desempenho das soluções digitais e orientar melhorias contínuas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Platform Thinking -&gt;</strong> Adotar uma abordagem de plataforma para desenvolver ecossistemas digitais que conectem clientes, fornecedores e parceiros de negócios, criando valor adicional e oportunidades de negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um framework de produto adequado é fundamental para o sucesso empresarial, fornecendo uma estrutura para<strong> desenvolver produtos alinhados aos objetivos estratégicos</strong>. Compreender profundamente os elementos do negócio, como metas, cultura organizacional e mercado, é essencial para escolher e adaptar o framework de forma eficaz. Isso permite uma implementação mais suave e integração com os processos existentes, maximizando o impacto e garantindo resultados consistentes a longo prazo.</span></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/sorayalopes/"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-3643 alignleft" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-2.png" alt="" width="499" height="169" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-2.png 1290w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-2-300x102.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-2-1024x347.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2024/04/MARCO-FORMATO-1-2-768x260.png 768w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" /></a></p>
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		<title>Por que menos é mais nos times de alto desempenho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 03:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De uns tempos pra cá tenho ficado cada vez mais fascinado por times pequenos e suas histórias construindo produtos grandiosos. Desde que conheci o movimento dos micro-SaaS e a descoberta de heróis como Pieter Levels e Danny Postmaa tenho batido muito nessa tecla. Esse assunto foi tão recorrente que até gravamos um episódio do Pato de Borracha falando sobre isso. Resolvi escrever sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De uns tempos pra cá tenho ficado cada vez mais fascinado por <a href="https://stevepulec.com/posts/small/" rel="nofollow ugc noopener">times pequenos</a> e suas histórias construindo produtos grandiosos. Desde que conheci o movimento dos micro-SaaS e a descoberta de heróis como <a href="https://twitter.com/levelsio/" rel="nofollow ugc noopener">Pieter Levels</a> e <a href="https://twitter.com/dannypostmaa" rel="nofollow ugc noopener">Danny Postmaa</a> tenho batido muito nessa tecla. Esse assunto foi tão recorrente que até gravamos um <a href="https://open.spotify.com/episode/1qxGI7SLD0IKAkgWFTP3Eb?si=2bc23d12a9d5460f" rel="nofollow ugc noopener">episódio do Pato de Borracha</a> falando sobre isso.</p>
<p>Resolvi escrever sobre o assunto depois de ler <a href="https://creatoreconomy.so/p/scott-belsky-collapsing-the-talent-stack-with-ai" rel="nofollow ugc noopener">uma entrevista</a> do <a href="https://creatoreconomy.so/" rel="nofollow ugc noopener">Peter Yang</a> com <a href="https://www.implications.com/" rel="nofollow ugc noopener">Scott Belsky</a> (dois Substacks muito bons, inclusive) falando sobre o “colapso do stack de talentos”.</p>
<p>O “stack de talentos” pode ser entendido como o conjunto de habilidades que uma pessoa ou time tem. Belsky chama esse “colapso do stack de talentos” o efeito de uma pessoa possuir várias habilidades necessárias para realizar múltiplas funções dentro de uma organização. É quando o líder de produto é bom em copy, ou o designer sabe programar ou o engenheiro entende de growth. Ou seja, uma pessoa tem mais de um talento necessário para criar produtos e pode assumir múltiplas responsabilidades.</p>
<h2 class="header-with-anchor-widget"><strong>Times pequenos</strong></h2>
<p>Times pequenos tem uma vantagem enorme em relação a times grandes. Essa vantagem vem dos ciclos de feedback mais acelerados e menos falhas na comunicação.</p>
<p>Coisas mágicas acontecem quando você tem um time pequeno com o stack de talentos certo para produto. Essa magia é um produto que simplesmente funciona de ponta a ponta. Todo mundo que já trabalhou em uma startup early stage entende o que eu quero dizer. É a magia dos “velhos tempos”, quando as decisões eram tomadas em um estalar de dados e os deploys não paravam de acontecer.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/pulse/tamanho-do-time-x-desempenho-como-o-n%2525C3%2525BAmero-de-membros-da-equipe%3FtrackingId=fN7qvdh1fcMH6F3lSBShKg%253D%253D/?trackingId=fN7qvdh1fcMH6F3lSBShKg%3D%3D">Tamanho do time X desempenho: Como o número de membros da equipe pode afetar as entregas? </a></p>
<p>Em contraste, conforme as empresas crescem, a tendência é a especialização das pessoas com o crescimento dos times. Essa fragmentação faz com que quem escreve o copy esteja afastado de quem faz a pesquisa, quem escreve o código não tenha ideia do processo de design, e assim por diante. Além disso, são necessárias pessoas extras para coordenar o restante do time agora que a comunicação é muito mais complexa. O resultado são produtos que começam simples e se tornam complexos com o tempo.</p>
<p>Ter um time de poucas pessoas generalistas é superpoder pouco falado de qualquer startup. É assim que se torna possível derrotar os incubentes. É assim em todas as histórias de Davi e Golias da era da tecnologia.</p>
<p>Seguem alguns exemplos de times pequenos que fizeram produtos grandiosos:</p>
<ul>
<li><strong>Instagram</strong> tinha 13 funcionários quando foram adquiridos pelo Facebook por US$1 bilhão. Eles tinham 30 milhões de usuários.</li>
<li><strong>Mojang</strong> (a empresa que criou Minecraft) tinha 37 funcionários quando foram adquiridos pela Microsoft por US$2.5 bilhões. Na época, a Mojang já faturava US$290 milhões com lucros de mais de US$100 milhões.</li>
<li><strong>WhatsApp</strong> tinha 55 funcionários quando foram adquiridos pelo Facebook por US$19 bilhões.</li>
<li><strong>Craigslist</strong> faz cerca de US$1 bi por ano com cerca de 50 funcionários.</li>
</ul>
<h2 class="header-with-anchor-widget"><strong>Vale a pena tentar?</strong></h2>
<p>O ciclo ecônomico atual com dinheiro mais escasso a incansável busca pelo Santo Graal do Product Led Growth torna essa discussão mais relevante do que nunca. As companhias precisam resolver o dilema de ter times mais enxutos que construam softwares melhores.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS:</strong> <a href="https://marketing.bossabox.com/estruturas-organizacionais-para-times-de-tecnologia">Estruturas Organizacionais para Times de Tecnologia</a></p>
<p>Em um <a href="https://a16z.com/why-software-is-eating-the-world/" rel="nofollow ugc noopener">mundo engolido pelo software</a>, a competição está cada vez mais acirrada e criar produtos vencedores passa por entregar uma experiência de usuário superior. Times fragmentados pela super especialização tem mais dificuldade em criar essas experiências, o que pode ser explicado pela <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Conway%27s_law" rel="nofollow ugc noopener">Lei de Conway</a>.</p>
<p>Aqui na 37signals vejo diariamente a solução desse dilema. Nossos times de produto tem no geral <a href="https://world.hey.com/jason/just-the-two-of-us-afb2f54e" rel="nofollow ugc noopener">duas pessoas</a>, não mais do que <a href="https://m.signalvnoise.com/threes-company/" rel="nofollow ugc noopener">três</a>. E sabe o que acontece quando achamos que algum projeto não pode ser feito por um time de duas pessoas? Mudamos o projeto! Reduzimos ou repensamos.</p>
<p><a href="https://basecamp.com/shapeup" rel="nofollow ugc noopener">Nossa forma de pensar e construir produtos</a> permitiu que o Basecamp tivesse duas décadas de lucratividade e uma base com centenas de milhares de clientes. Tudo isso em uma indústria hiper competitiva e com <a href="https://world.hey.com/jason/on-company-size-8095488d" rel="nofollow ugc noopener">um time de 20x menor</a> que os concorrentes.</p>
<p>Por isso, lembre-se: Quando falamos de times, pequeno não é menos. É mais. Mais rápido. Mais coesão. Mais qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/lucasbitt/"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-3334" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/BANNER-COLUNISTA-lucas-300x92.png" alt="" width="792" height="243" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/BANNER-COLUNISTA-lucas-300x92.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/BANNER-COLUNISTA-lucas-1024x314.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/BANNER-COLUNISTA-lucas-768x236.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/BANNER-COLUNISTA-lucas.png 1462w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /></a></p>
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		<title>Insights de uma CPO: A importância da cultura de inovação na estruturação de times de produto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 15:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentem-se, meus caros, porque hoje vamos conversar sobre cultura, iniciando com uma incursão pelo famoso Projeto Aristóteles do Google. Lançado em 2011, este projeto do Google, que mais parece um Big Brother do mundo corporativo com uma pitada de filosofia, foi criado com um objetivo ambicioso: desvendar os segredos de equipes que atingem o ápice [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sentem-se, meus caros, porque hoje vamos conversar sobre cultura, iniciando com uma incursão pelo famoso<a href="https://blog.bossabox.com/como-as-licoes-do-projeto-aristoteles-do-google-podem-transformar-estrutura-do-seu-time-de-produto/"><strong> Projeto Aristóteles</strong></a> do Google. Lançado em 2011, este projeto do Google, que mais parece um Big Brother do mundo corporativo com uma pitada de filosofia, foi criado com um objetivo ambicioso: desvendar os segredos de equipes que atingem o ápice do sucesso. Spoiler alert: a mágica não acontece simplesmente reunindo um grupo de mentes brilhantes numa sala. As descobertas do Google, feitas após observar atentamente suas próprias equipes, revelaram que as normas do grupo e a famosa &#8220;segurança psicológica&#8221; são o verdadeiro molho secreto. E aqui entra minha teoria: a <strong>cultura organizacional pode ser vista como uma pirâmide construída com blocos de Lego</strong>, onde cada peça depende da outra para não virar uma torre de Jenga prestes a desabar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu sou <strong>Isa</strong>, sócia e co-fundadora da AutoForce, uma startup do tipo martech, fundada em 2015, que atua no marketing digital automotivo. Nossa trajetória inclui participações nos programas de aceleração Inovativa Brasil e Endeavor ScaleUp, e uma colaboração com a Stellantis, evidenciando nosso compromisso com a inovação e qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha experiência em desenvolvimento, design e agora como CPO tem sido uma jornada reveladora sobre a interação entre equipes e o desenvolvimento organizacional. Para ilustrar melhor essa interconexão, desenvolvi um modelo visual que estou explorando e aprimorando:<strong> a pirâmide da cultura organizacional</strong>. Esta representação gráfica serve como uma metáfora para entender as camadas e a dinâmica da cultura em uma empresa.</span></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/estrategias-para-sincronizar-metricas-entre-produto-e-engenharia/">Estratégias para sincronizar métricas entre produto e engenharia</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, você encontrará a imagem da pirâmide que criei. Ela representa, de forma simplificada, como percebo a estrutura e o fluxo da cultura organizacional, desde as habilidades interpessoais individuais na base até a influência estratégica dos líderes no topo.</span></p>
<h2><strong>Pirâmide da Cultura Organizacional</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Convido você a refletir sobre como esses diferentes níveis se manifestam e interagem em seu próprio ambiente de trabalho e como cada camada contribui para a cultura geral da sua organização.</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-3355 aligncenter" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/Piramide-da-Cultura-Organizacional-300x158.png" alt="" width="610" height="321" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/Piramide-da-Cultura-Organizacional-300x158.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/Piramide-da-Cultura-Organizacional-1024x538.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/Piramide-da-Cultura-Organizacional-768x404.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/Piramide-da-Cultura-Organizacional.png 1159w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Base da Pirâmide: Habilidades Interpessoais dos Colaboradores</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta base é formada pelas habilidades interpessoais individuais que cada colaborador traz para a organização. Estas habilidades, como comunicação eficaz, empatia e resolução de conflitos, são cruciais para a formação de relações saudáveis e produtivas no ambiente de trabalho. Elas estabelecem o alicerce sobre o qual a cultura organizacional é construída e mantida.</span><b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Segundo Nível: Habilidades Intercolaborativas de Equipe</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No segundo nível, as equipes dentro da organização começam a formar suas próprias microculturas. Estas são influenciadas pelas interações e habilidades interpessoais de seus membros. A forma como os membros da equipe colaboram, comunicam-se e resolvem conflitos entre si dá forma a uma cultura única de equipe. Esta cultura de equipe pode variar significativamente de uma equipe para outra dentro da mesma organização, dependendo da dinâmica e das habilidades interpessoais de seus membros.</span><b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Terceiro Nível: Habilidades de Intercooperação entre Áreas</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Este nível se concentra na interação entre diferentes áreas da empresa, cada uma com sua própria cultura distinta. Por exemplo, a área de vendas pode ter uma cultura muito orientada para resultados e dinâmica, enquanto a área de desenvolvimento pode ter uma cultura mais focada em inovação e detalhes técnicos. A habilidade de intercooperação aqui se refere à capacidade dessas áreas distintas de trabalhar juntas de forma eficaz, respeitando e integrando suas culturas únicas. Isso é crucial para a saúde e o sucesso global da organização, pois garante que diferentes partes da empresa colaborem e contribuam para objetivos comuns, apesar de suas diferenças culturais.</span></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Topo da Pirâmide: Habilidades Interpessoais dos Executivos de Alto Nível</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No topo da pirâmide, os líderes executivos (C-level) desempenham um papel fundamental como curadores e influenciadores da cultura organizacional. Eles não apenas estabelecem a direção estratégica e os valores da empresa, mas também influenciam a cultura através de suas ações, decisões e o que escolhem reforçar ou desencorajar nas interações diárias. Sua habilidade em navegar e integrar as diversas culturas de área é essencial para criar uma cultura organizacional coesa e alinhada com os objetivos da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha pirâmide não apresenta linhas nítidas separando seus níveis, refletindo a realidade frequentemente caótica do ambiente de trabalho &#8211; algo semelhante a tentar separar areia e glitter após uma animada festa na praia. Na prática, as culturas de equipes não estão isoladas em compartimentos estanques; elas se espalham e influenciam umas às outras. Não é incomum ver desenvolvedores e o pessoal de vendas compartilhando uma mesa de bar, intercambiando ideias e experiências. Esse tipo de <strong>interação entre times de diferentes</strong> departamentos é um<strong> ingrediente vital na formação da cultura organizacional.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha das cores na minha pirâmide da cultura organizacional foi intencional e repleta de significado. A paleta que remete ao arco-íris reflete não apenas a minha identidade LGBTQIA+, uma das bandeiras que eu orgulhosamente levanto, mas também simboliza a importância vital da diversidade em todos os níveis organizacionais. O azul na base da pirâmide, uma cor tipicamente associada à calma e estabilidade, representa a ideia de que as habilidades interpessoais, embora fundamentais, podem ter um impacto limitado na cultura se consideradas de forma isolada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, as cores mais quentes no topo da pirâmide ilustram o poder significativo que os líderes executivos têm na influência e na mudança cultural dentro de uma organização. Essa escolha de cores serve para enfatizar que, apesar da influência individual ser mais sutil na base, é a união dessas habilidades interpessoais que forma a fundação sólida da cultura organizacional. Como um mosaico, cada cor, cada nível, contribui de maneira única e essencial, sublinhando a importância de cada indivíduo e de cada interação no desenvolvimento de um ambiente de trabalho coeso e diversificado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a <strong>cooperação entre equipes de áreas diversas é um aspecto chave</strong>. A maneira como essa interação é conduzida pode ser muito reveladora da cultura subjacente de uma organização, por isso que as cores em cada nível se misturam, representando a influência nas fronteiras entre as habilidades. Não é raro observar uma tensão latente entre equipes comerciais e de produto, por exemplo. Mesmo que líderes tentem criar uma espécie de blindagem ou estabeleçam acordos não declarados, a verdadeira cultura de uma empresa se manifesta no que é efetivamente tolerado, no que é ignorado e no que é enfaticamente incentivado ou desencorajado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> A cultura organizacional está enraizada muito mais nas ações do dia a dia do que nas elegantes palavras impressas em um código de cultura, por mais popular que este tenha se tornado.</span></p>
<h2><strong>A sintonia entre cultura organizacional e cultura de produto</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, você pode estar se perguntando: &#8220;Mas o que esse papo de cultura tem a ver com produto? E por que uma CPO está falando sobre isso? Não seria mais algo para um CEO, o representante oficial da cultura da empresa?&#8221; Essa é uma pergunta válida. <strong>Como CPO, meu papel vai além de apenas liderar o desenvolvimento do produto; envolve entender como a cultura de inovação dentro do time de produto se alinha e é influenciada pela cultura organizacional maior.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A cultura de produto não pode ser vista isoladamente.</strong> Ela precisa ser um reflexo e um componente integrante da cultura organizacional como um todo. A empresa reflete o contexto temporal em que está inserida, o que significa que a cultura é fluida. Aspectos fundamentais, como valores, visão e missão, tendem a permanecer constantes, mas a forma como vivemos e expressamos esses valores precisa evoluir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialmente em empresas que se adaptam e inovam, as mudanças são inevitáveis. As pessoas em uma organização mudam, e elas são a base da cultura, conforme minha pirâmide ilustra. Portanto, a cultura de produto, entrelaçada com a cultura organizacional, reflete não apenas o que a empresa valoriza, mas também quem somos e como crescemos juntos.</span></p>
<h2><strong>Inovação além do time de produto</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, você pode estar pensando: &#8220;Então, para inovar, preciso que a inovação faça parte da cultura da empresa? Mas aqui é tudo tão tradicional, nunca vou conseguir inovar.&#8221; Não é bem assim. Não estou dizendo que é impossível inovar em um ambiente tradicional, mas sim que a<strong> inovação não deve ser um esforço isolado</strong>. Tentar inovar sozinho, sem o suporte da cultura organizacional, é como nadar contra a correnteza da pororoca: você pode até se esforçar muito, mas no fim, vai acabar onde a correnteza decidir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Pensar que a inovação começa e termina no time de produto</strong>, e que, após mostrar resultados, toda a empresa vai nos celebrar com um &#8220;ipe ipe uha&#8221; <strong>é um erro comum</strong> e um caminho solitário. Essa abordagem não constrói aliados, mas sim barreiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mencionei anteriormente, a cultura é fluida, e a cultura de inovação em um time de produto deve ser como uma gota de corante capaz de tingir a pirâmide inteira da cultura organizacional. Às vezes, uma gota basta; outras vezes, é necessário um esforço contínuo. Leva tempo, e esse tempo pode parecer longo para alguns, mas é necessário que toda a empresa se envolva. Cada departamento tem seus objetivos e metas legítimos, e no final do dia, o que conta é o que leva a empresa mais perto de seus objetivos gerais, mesmo que não pareça inovador. E isso varia de empresa para empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, uma<strong> habilidade crucial para o time de produto é a habilidade política</strong>. Eu sei, no Brasil costuma-se dizer que não se discute política, religião e futebol, mas, como a pirâmide ilustra, <strong>a intercooperação entre áreas tem um peso significativo na cultura</strong>. Ter aliados influentes é essencial, principalmente quando o objetivo é moldar a cultura organizacional. <strong>A inovação no produto pode e deve ser um catalisador para mudanças culturais mais amplas</strong>, mas isso requer habilidade, paciência e, principalmente, a capacidade de trabalhar bem com os outros, dentro e fora do seu time.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, se você é <strong>líder de um time de produto</strong> e está empenhado em <strong>fomentar uma cultura de inovação</strong>, é <strong>essencial expandir seu olhar para além das fronteiras</strong> do seu próprio time. Enfrentar a frustração de ter uma equipe cheia de talentos inovadores, mas sem o respaldo organizacional para que essas inovações se alinhem com os objetivos da empresa, pode ser um grande desafio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender e alinhar-se à cultura organizacional é crucial, especialmente considerando que <strong>o conceito de &#8216;produto&#8217; ainda é relativamente novo para muitas empresas</strong>. Frequentemente, isso implica em um processo de &#8216;educação&#8217;, de preparar o terreno. Significa ser político, trabalhar para construir a cultura de inovação de baixo para cima, de dentro para fora, e em todas as direções. Para isso, você precisará de pessoas em sua equipe que possuam habilidades políticas, mas lembre-se, o objetivo aqui não é promover um motim, e sim construir alianças estratégicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é importante frisar mais uma vez: <strong>a cultura se define pelas ações e é fluida, moldável.</strong> Requer manutenção constante. A cultura organizacional pode evoluir rapidamente com os esforços certos, e o papel do time de produto, equipado com a perspectiva e as habilidades políticas corretas, pode ser fundamental nesse processo de transformação cultural.</span></p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nossa jornada de hoje, exploramos diversos aspectos da cultura organizacional e seu impacto crucial no sucesso dos times de produto. Começando pelo Projeto Aristóteles do Google, compreendemos que a eficácia de uma equipe vai muito além da soma de suas habilidades individuais; é profundamente influenciada pelas normas de grupo e pela segurança psicológica. Minha experiência na AutoForce revelou como a interconexão entre colaboração, inovação e cultura organizacional é vital para o crescimento e sucesso de uma empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao examinar a pirâmide da cultura organizacional, destacamos a importância das habilidades interpessoais, das dinâmicas de equipe, da intercooperação entre áreas e do papel decisivo dos líderes executivos. Esta pirâmide, com suas cores representativas e sua estrutura integrada, ilustra vividamente que a cultura de uma empresa é um mosaico composto por diversas contribuições individuais e coletivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>cultura de inovação</strong>, em particular, é um <strong>aspecto crucial para os times de produto</strong>. Não se trata apenas de fomentar a criatividade dentro de uma equipe específica, mas de integrar essa cultura de inovação em todos os níveis da organização. A inovação precisa ser mais do que uma iniciativa isolada; deve ser um valor compartilhado e promovido por toda a empresa. Isso requer uma abordagem holística que envolva não apenas o desenvolvimento de produtos inovadores, mas também a construção de uma cultura organizacional que apoie, incentive e celebre a inovação contínua.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, o sucesso de times de produto em um ambiente empresarial não se restringe apenas ao desenvolvimento de novos produtos ou tecnologias; ele se enraíza profundamente na cultura da empresa.<strong> Uma cultura organizacional que valoriza e incorpora a inovação em seu núcleo é essencial para capacitar e inspirar equipes de produto a alcançar seu potencial máximo.</strong> À medida que continuamos a navegar em um mundo empresarial em constante mudança, a capacidade de cultivar e manter uma cultura de inovação se torna não apenas desejável, mas absolutamente necessária para o sucesso a longo prazo.</span></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/isaiane-de-mendonca/"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-3352" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/COLUNISTA_ISA-300x92.png" alt="" width="770" height="236" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/COLUNISTA_ISA-300x92.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/COLUNISTA_ISA-1024x314.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/COLUNISTA_ISA-768x236.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/11/COLUNISTA_ISA.png 1462w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Reuniões facilitadas: Um formato possível para aumentar a eficiência de agendas recorrentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 21:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que sofremos de reuniões excessivas, que poderiam ser um e-mail ou mesmo que não necessitam de verdade da nossa atenção, todos sabemos. Mas o que deixa isso com uma dose extra de tristeza é quando nossas recorrências de time caem neste padrão. Há algum tempo venho procurando uma forma não apenas de aprimorar agendas preestabelecidas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Que sofremos de reuniões excessivas, que poderiam ser um e-mail ou mesmo que não necessitam de verdade da nossa atenção, todos sabemos. Mas o que deixa isso com uma dose extra de tristeza é quando nossas </span><b>recorrências de time </b><span style="font-weight: 400;">caem neste padrão.</span></p>
<p>Há algum tempo venho procurando uma forma não apenas de aprimorar agendas preestabelecidas, mas também de minimizar a quantidade de outras reuniões que surgem devido à falta de alinhamentos verdadeiramente eficazes.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://blog.bossabox.com/estrategias-para-sincronizar-metricas-entre-produto-e-engenharia/">Estratégias para sincronizar métricas entre produto e engenharia</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uns 7 anos atrás me deparei com um formato que virou meu xodó e que venho utilizando com sucesso em meus times. A aplicação funciona para um tipo específico de reunião &#8211; aquelas recorrentes e com o mesmo grupo de pessoas. Pode substituir por completo até retrospectivas de times trabalhando em modelos ágeis e tem a vantagem extra de dar mais clareza e alinhamento para todos. </span><span style="font-weight: 400;">Um outro exemplo de reunião que funciona muito bem são aquelas de middle-management que precisam ter alinhamentos semanais para status e resolução de conflitos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto é um pouco longo, mas garanto que o tempo investido aqui vai te fazer ganhar muitas horas de volta.</span></p>
<h2><b>Preparação para a reunião</b><b></b></h2>
<p><b>1: Determinação de um facilitador da reunião</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pessoa pode ser o líder do time ou alguém eleito pelo grupo (em que pode ter um revezamento ou um mandato estipulado). Cabe aos participantes decidirem a melhor forma de eleger um facilitador, já que ele que irá conduzir completamente a reunião e todos devem concordar em respeitar a autoridade dele durante o decorrer dela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Se não funcionar a abordagem do facilitador, o grupo pode escolher outro para a próxima reunião (o que pode inclusive ser uma tensão, que falaremos mais a frente), mas a autoridade máxima na reunião vigente é dele e todos devem respeitá-lo. Quanto mais essa pessoa praticar e se especializar em estratégias de facilitação maior a chance de tudo fluir bem e até da pessoa ser reeleita para a posição, se quiser.</span></p>
<p><b>2: Intuito da reunião claro e conciso</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os participantes devem saber como é o funcionamento da reunião, quais os momentos de fala e suas etapas para assim poderem respeitá-la. Assim como qual é o objetivo ou propósito daquele grupo.</span><b></b></p>
<p><b>3: Seleção cuidadosa dos participantes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não colocar todo mundo na reunião só &#8216;por precaução&#8217;. Quanto menos pessoas, maior a probabilidade de ser eficiente. Há exceções, é claro, mas a taxa ideal de participantes não deve ultrapassar 12, sendo entre 4 e 10 o ideal. Além disso, é ideal que todos os participantes tenham uma função clara e um motivo de estar naquele encontro. Se há dúvidas, é porque provavelmente a pessoa não deveria estar ali. Também existe a possibilidade de ter convidados pontuais, mas o grupo fixo não se modifica.</span><b></b></p>
<p><b>4: Preparação de um ambiente propício para discussões produtivas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criar um ambiente em que as pessoas tenham segurança psicológica para se pronunciar sem que tenham receio de retaliações e que nenhuma pergunta seja considerada boba. Não é só o chefe declarar &#8220;podem falar pessoal, somos uma família…&#8221;. É necessário ter atitudes dentro e fora da reunião para que haja segurança real e os participantes se sintam livres e incentivados a trazerem assuntos delicados.</span><b></b></p>
<p><b>5: Preparação do instrumento da reunião</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante que a reunião tenha um arquivo ou sistema em que o facilitador leia e acompanhe cada uma das etapas. Lá é onde serão registradas todas as métricas, checklists, ações e projetos que forem relevantes para aquele grupo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O instrumento é de suma importância, pois a qualquer momento que alguém tiver uma dúvida ou quiser colher alguma informação é lá que ela estará atualizada de forma assíncrona. Isso significa que os participantes podem colocar pautas e tensões de coisas que acabaram de acontecer, já preparando para quando acontecer a próxima recorrência, não tendo aqueles momentos em que pensamos &#8220;preciso perguntar X para Y pessoa… preciso de tal coisa&#8230;&#8221; e acabar se esquecendo depois.</span><b></b></p>
<p><b>6: Respeito ao timebox da reunião</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a reunião marcada tem um tempo agendado de 1h, ela não deve passar desse limite. Claro que existem exceções e o facilitador está lá justamente para entender se deve respeitar ou não, mas, como regra, ela deve se encerrar no horário determinado.</span></p>
<h2><b>O papel do facilitador</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>facilitador</strong> é o fio condutor, atuando como<strong> guia e gestor do tempo e do processo da reunião</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É papel dele orientar os participantes através dos momentos chave, com a responsabilidade de garantir que a reunião seja produtiva e eficiente, usando habilidades de comunicação, estratégias e ferramentas para resolução de conflitos e competências de liderança e gestão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais o facilitador souber sobre os participantes, melhor ele conseguirá fazer com que as vozes sejam equilibradas. Quando ele não as conhece, é preciso ter uma sensibilidade (experiência, habilidade, ferramental etc) maior ainda para fazer isso no decorrer da reunião.</span></p>
<h2><b>O formato da reunião </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é dividida nas seguintes etapas:</span><b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Rodada de abertura (check-in)</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Momento de trazer o foco dos participantes e pedir presença.  O facilitador convida um de cada vez a verbalizar sucintamente como está naquele momento, etapa importante para gerar empatia e compreensão sobre o momento de cada um. Não existe discussão nesse momento. Geralmente usa-se a pergunta: &#8220;Como você chega nesta reunião?&#8221;.</span><b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Revisão e atualização</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui é o momento para falar sobre o passado, em que o facilitador irá passar por todos os itens de revisão, como por exemplo: ações, projetos, checklists e métricas. Todos esses itens devem estar documentados no instrumento da reunião e cada um deles deve ter um responsável para qual o facilitador irá fazer uma ou mais perguntas. Ele ou qualquer participante também pode solicitar mais informações sobre esses itens e o facilitador irá julgar se é relevante ou não para a reunião. O cuidado que temos que ter é sobre o nível de detalhe. Uma reunião de c-levels, por exemplo, tem um nível mais abstrato de informação, já um time de desenvolvimento sempre vai possuir e precisar de um nível mais granular de discussão.</span><b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Elaboração da pauta de tensões</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes e/ou durante a reunião os participantes podem ir incluindo pautas que querem discutir durante a próxima fase. Essas pautas são tensões, também chamadas de tensões criativas e são preenchidas no instrumento da reunião com uma ou duas palavras e quem é o autor, assim o facilitador identifica quem escreveu e convoca a pessoa para a fala em seguida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Spoiler: A maior parte dos líderes mais autoritários e ansiosos não consegue aguardar e mistura as fases de revisão e tensões. É necessário um facilitador muito experiente para conseguir segurar esse tipo de audiência (e nem sempre com êxito).</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-3270" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/3-1.png" alt="" width="1080" height="506" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/3-1.png 1080w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/3-1-300x141.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/3-1-1024x480.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/3-1-768x360.png 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma<strong> tensão criativa</strong> nada mais é do que a <strong>diferença entre o que aconteceu ou acontece versus o que eu espero que aconteça</strong>. Quanto maior a distância entre as duas coisas, mais tensão existirá &#8211; igual um elástico. Processar tensões é o caminho para tentar aproximar e não &#8216;estourar o elástico&#8217;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve ser levado em consideração que uma tensão é um desejo individual, nunca deve ser apresentada como um desejo coletivo ou em nome de alguém como por exemplo &#8220;o time precisa que… meu liderado precisa que…&#8221;, isso é algo que o facilitador deve explicar aos participantes e usar técnicas para extrair o desejo individual quando aparecem itens nesse formato, uma frase boa para começar a provocação seria &#8220;o que VOCÊ precisa?&#8221;, e repeti-la até a pessoa entender que está explicitando o desejo de outros ou escondendo o que realmente ela gostaria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma tensão pode ser muitas coisas, não necessariamente só problemas que precisam de algum direcionamento. Uma forma de deixar claro é especificar alguns tipos de início de frases pré estipulados, como por exemplo: quero solicitar, quero entender, quero compartilhar, quero pedir, quero explorar, quero mudar ou quero cuidar. Isso orienta o trabalho do facilitador sobre qual é o desejo do autor da tensão.</span><br />
<b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Triagem e tratamento das tensões</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é a parte onde o facilitador tem mais atuação e onde o tempo maior deve ser reservado, pois é onde normalmente ele vai interferir e retomar a rota caso o assunto mude de direção. Cada linha de tensão preenchida no instrumento traz um grau de importância estipulado pela própria pessoa que o escreveu (alta, média ou baixa). A ideia é que com essa escala o facilitador consiga priorizar as mais importantes e que precisam ser resolvidas nessa mesma reunião. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o timebox da reunião acabe e ainda restarem tensões com escala baixa, por exemplo, o facilitador pode convidar os participantes a trazerem as mesmas tensões na próxima reunião ou resolverem em outro fórum caso seja possível &#8211; o que torna a reunião bem eficiente com foco nos temas mais urgentes.</span></p>
<p><strong>O tipo da tensão quase sempre irá direcionar qual é a possível solução que pode ser gerada e as principais são:</strong></p>
<p><strong>a) Uma ação </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma ação não pode ter mais do que uma etapa, como por exemplo &#8220;Mandar um e-mail&#8221; e deve ter sempre um responsável assim como a pessoa que solicitou. A ação deve ser documentada no instrumento da reunião. ex: &#8220;Quero solicitar que fulano envie um e-mail cobrando o fornecedor de tal&#8221;.</span></p>
<p><strong>b) Um projeto</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma iniciativa ou pedido e que tem mais de uma etapa, também deve ter sempre um responsável e a pessoa que solicitou. O projeto deve ser documentado no instrumento da reunião. ex: &#8220;Quero pedir para que fulano traga um relatório explicando X questão&#8221;.</span></p>
<p><strong>c) Dar ou pedir uma informação</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer perguntas direcionadas como &#8220;qual a nossa taxa de retenção?&#8221; ou trazer informações para o grupo como &#8220;gostaria de anunciar que…&#8221; são possíveis de serem feitas.</span></p>
<p><strong>d) Pedir ajuda</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos pedir ajuda do grupo para resolver alguma coisa que está nos incomodando iniciando como &#8220;gostaria de coletar contribuições de vocês para…&#8221; e o facilitador irá dar palavra para um de cada vez para ter controle maior.</span></p>
<p><strong>e) Um checklist</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Checklists são perguntas (somente sim ou não) sobre a ocorrência ou não de atividades que geralmente, mas não exclusivamente são recorrentes e que são de extrema importância para alguma etapa da jornada da empresa ou do sistema. Algo como &#8220;a rotina X foi executada esse mês?&#8221; ou &#8220;os e-mails dos clientes foram respondidos?&#8221; onde alguém quer dar visibilidade de que esse processo está acontecendo. Deve ter um responsável pela sua atualização no instrumento da reunião. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podem ser acordados checklists iniciais para a reunião, mas também surgir como uma tensão, por ex: &#8220;Quero solicitar que fulano traga visibilidade de se o processo Y está sendo feito corretamente no período determinado&#8221;</span></p>
<p><strong>f) Uma métrica/meta/okr para acompanhamento</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando existe uma métrica, meta ou OKR que queira se dar visibilidade para esse grupo ele é colocado dentro do instrumento da reunião, tendo também um responsável pela sua atualização. Pode ter também as métricas, okrs e metas da reunião, mas alguém pode pedir visibilidade de algo que não foi inicialmente planejado, por ex: &#8220;Quero solicitar que fulano traga a taxa de churn semanal para acompanharmos.&#8221;</span></p>
<p><strong>g) Uma nova tensão</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma tensão também pode gerar outra nova tensão, o facilitador pode e deve usar dessa estrutura para não interromper e tirar a voz da pessoa que está com a tensão inicial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se a tensão é algo individual, por mais que possa ser a mesma tensão as pessoas podem estar sentindo de forma diferente e dar encaminhamentos diferentes para a resolução da mesma. Toda tensão deve ser documentada no instrumento da reunião e pode-se surgir novas tensões a qualquer momento e preenchidas por qualquer pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma tensão só é finalizada quando o autor dela se sente atendido pela resolução que foi dada, cabendo ao facilitador fazer a pergunta final &#8220;fulano, você conseguiu o que precisa?&#8221;. </span><span style="font-weight: 400;">Pode ser que a resolução não aconteça na reunião, mas tenha sido gerado algum encaminhamento a partir dela que satisfaça, esse encaminhamento pode ser documentado no instrumento da reunião como uma ação ou projeto, ou simplesmente o encaminhamento é que será resolvido fora da reunião.</span><b></b></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Rodada de encerramento (check-out)</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O facilitador convida um por vez para uma reflexão de fechamento. Não existe discussão. Geralmente usa-se a pergunta: &#8220;Como você sai desta reunião?&#8221;. Serve como um feedback sobre a atuação do facilitador.</span></p>
<h2><b>O instrumento (Planilha da reunião)</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu uso um modelo em formato de planilha, que me foi apresentado pelo meu amigo <a href="https://www.linkedin.com/in/danilo101/">Danilo Fascio</a>, onde é possível ter todas as etapas da reunião divididas em abas para facilitar o acompanhamento de todos durante ou fora da reunião, usando também como um guia da ordem das etapas da reunião. Vocês podem copiar do drive público da Target Teal <a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/1VBE3KZKHRFsgybtnOYNsceiAG4ygIYjO8nYEsPdzCRM/edit#gid=1058692998">aqui</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse documento nessa estrutura é chamado de &#8220;planilha de círculo&#8221; dentro do framework organização orgânica (O2) de design organizacional, mas pode ser adaptado para atender qualquer tipo de reunião de um mesmo grupo recorrente. Existe um material público, também da Target, sobre o funcionamento e explicação do uso desta planilha <a href="https://docs.google.com/document/d/1x2kViHl6S1bjzfhvU7v4WWdBOhK_qpqC_Vk_H9GvzvI/edit">aqui</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa planilha pode e deve ser alterada conforme os objetivos da reunião, incluindo ou removendo abas e campos. O importante é adaptá-la ao que é necessário para aquele grupo.</span></p>
<h2><b>Resumo da estrutura</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O formato e as etapas da reunião podem ser resumidos em:</span></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-3271" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/2-3.png" alt="" width="1080" height="849" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/2-3.png 1080w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/2-3-300x236.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/2-3-1024x805.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/10/2-3-768x604.png 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como referência de tempo para o facilitador, a etapa de triagem de tensões deve ter no mínimo 50% do timebox da reunião (idealmente mais). </span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o time se engajar e a condução for boa o suficiente, este tipo de estrutura <strong>vai ajudar as equipes a terem menos reuniões de alinhamentos diversos e utilizar melhor seu tempo</strong> &#8211; seja síncrono de qualidade real ou no preenchimento e consulta do artefato assíncrono. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A habilidade do facilitador é peça chave, mas geralmente o maior desafio é o comprometimento e respeito do grupo com fazer dar certo. Se a coisa funciona, mais e mais o time dá valor e entende que um pouco de estrutura liberta! Começa com um pouco de insistência, mas a prática leva à perfeição!</span></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/pedroalbuquerque/"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-3233" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/image-1.png" alt="" width="1462" height="449" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/image-1.png 1462w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/image-1-300x92.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/image-1-1024x314.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/image-1-768x236.png 768w" sizes="(max-width: 1462px) 100vw, 1462px" /></a></p>
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		<title>Construindo pontes entre visão estratégica e arquitetura: minimizando equívocos no ciclo de desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 13:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas convidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciar este artigo destacando a importância do alinhamento visão estratégica e arquitetura pode ser a abordagem mais conveniente, não é verdade? Ou então, examinar os impactos de não alcançar esse alinhamento. No entanto, permita-me retroceder um pouco e chamar a atenção para uma armadilha significativa ao tratar desse tema: a comunicação. De fato, a comunicação desempenha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-sourcepos="5:1-5:330">Iniciar este artigo destacando a importância do alinhamento visão estratégica e arquitetura pode ser a abordagem mais conveniente, não é verdade? Ou então, examinar os impactos de não alcançar esse alinhamento. No entanto, permita-me retroceder um pouco e chamar a atenção para uma armadilha significativa ao tratar desse tema: a comunicação.</p>
<p>De fato, a <strong>comunicação desempenha um papel fundamental como ponto de partida</strong> para o estabelecimento desse alinhamento<strong>.</strong> As perguntas centrais são:</p>
<ul>
<li data-sourcepos="7:1-7:527">Qual é o desenho ou fluxo de comunicação adequado para estabelecer essa sintonia?</li>
<li data-sourcepos="7:1-7:527">Será um esquema detalhado ou um plano geral (isso ajuda a definir qual é nível de detalhe que trabalhamos)?</li>
<li data-sourcepos="7:1-7:527">Os OKRs se transformarão em um documento textual e cada área se torna responsável pelas suas iniciativas?</li>
<li data-sourcepos="7:1-7:527">Será um documento elaborado colaborativamente entre as diversas áreas?</li>
</ul>
<p data-sourcepos="9:1-9:676"><strong>Esse primeiro passo desempenha um papel crucial ao definir as expectativas em relação à qualidade do alinhamento.</strong> Afinal, em teoria, todos têm acesso ao documento de alinhamento mais macro/global.</p>
<p data-sourcepos="9:1-9:676">A partir desse ponto, com a efetiva gestão da comunicação, podemos abordar o <strong>segundo desafio:</strong> como a área de produtos (ou requisitos) irá externalizar os desejos funcionais e não funcionais dos stakeholders? Isso será subentendido ou explicitamente delineado em uma seção dedicada?</p>
<p>A partir dessa clareza, a equipe de arquitetura pode compreender o panorama e <strong>elaborar uma arquitetura que atenda às necessidades</strong>, sem ser excessivamente simplista ou superdimensionada.</p>
<p data-sourcepos="9:1-9:676"><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/pulse/tamanho-do-time-x-desempenho-como-o-n%2525C3%2525BAmero-de-membros-da-equipe%3FtrackingId=TNRA5dXivEDCYca2L5iSFg%253D%253D/?trackingId=TNRA5dXivEDCYca2L5iSFg%3D%3D">Tamanho do time X desempenho: Como o número de membros da equipe pode afetar as entregas?</a></p>
<p data-sourcepos="11:1-11:707">Com esses elementos devidamente alinhados, a equipe de arquitetura pode, com base na stack de tecnologia disponível, determinar a melhor tecnologia a ser empregada na solução do problema em questão. É imperativo compreender o papel da arquitetura neste ciclo. <strong>A arquitetura não é responsável pela implementação direta, mas sim por definir o que/como será utilizado.</strong></p>
<p data-sourcepos="11:1-11:707">Nesse sentido, a<strong> integração eficaz da arquitetura</strong> no processo de desenvolvimento <strong>aumenta significativamente a produtividade</strong>. Isso evita que problemas ou não conformidades com os requisitos sejam identificados tardiamente, durante os testes de qualidade (QA), quando poderiam ter sido abordados no início do ciclo de planejamento.</p>
<p data-sourcepos="13:1-13:770">Após mais de uma década e meia de experiência no contexto ágil, percebo que ainda são cometidos erros básicos, como atropelar a sequência de ações<strong>.</strong> Lembro-me de uma frase que certa vez ouvi, que dizia algo como &#8220;<strong>o ágil permitiu que as empresas oficializassem a desorganização</strong>&#8220;. Apesar de ter testemunhado essa realidade, é lamentável, pois nada poderia estar mais distante do verdadeiro conceito ágil do que a desorganização.</p>
<p data-sourcepos="13:1-13:770"><strong>Isso ressalta a importância de enfocar a comunicação e os processos como elementos cruciais para encurtar o caminho em direção ao sucesso.</strong> Caso contrário, estaríamos apenas improvisando. Portanto, é fundamental ter consciência e planejamento para integrar esses componentes no processo, garantindo uma abordagem mais eficiente e eficaz.</p>
<p data-sourcepos="15:1-15:237">Em resumo, o alinhamento eficaz, ancorado na comunicação sólida e na compreensão precisa dos requisitos, é a bússola que guia as organizações em direção ao sucesso. Não há lugar para improvisos, apenas para estratégia e planejamento.</p>
<p data-sourcepos="15:1-15:237"><a href="https://bit.ly/488D60O"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-3191" src="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/BANNER-COLUNISTA-DANILO.png" alt="" width="1462" height="449" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/BANNER-COLUNISTA-DANILO.png 1462w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/BANNER-COLUNISTA-DANILO-300x92.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/BANNER-COLUNISTA-DANILO-768x236.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2023/09/BANNER-COLUNISTA-DANILO-1024x314.png 1024w" sizes="(max-width: 1462px) 100vw, 1462px" /></a></p>
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