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	<title>Processos &#8211; BossaBox</title>
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	<title>Processos &#8211; BossaBox</title>
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		<title>Time is money: ferramentas para facilitar o dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 21:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Freelancing Profissional e Trabalho Remoto]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase que diariamente muitos de nós nos deparamos com alguma situação onde precisamos de alguma ferramenta para nos auxiliar com alguma tarefa, ou nos deparamos com algum trabalho manual que eventualmente passa a ser repetitivo e monótono e que poderia muito bem ser executado mais rapidamente se fosse feito com o auxílio de solução. Abaixo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase que diariamente muitos de nós nos deparamos com alguma situação onde precisamos de alguma ferramenta para nos auxiliar com alguma tarefa, ou nos deparamos com algum trabalho manual que eventualmente passa a ser repetitivo e monótono e que poderia muito bem ser executado mais rapidamente se fosse feito com o auxílio de solução.</p>
<p>Abaixo listarei ferramentas que podem ajudar você com as suas tarefas diárias, separadas por contexto e preferencialmente que sejam grátis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Editor de PDF</h1>
<p>PDFescape é uma ferramenta online, que permite editar arquivos no formato PDF de até 10mb gratuitamente.</p>
<p>Link: <a href="https://www.pdfescape.com/">https://www.pdfescape.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Documentação</h1>
<p>Notion pode ser usado através do seu browser ou você pode instalar ele no seu PC/Mac. Diferente de outras ferramentas conhecidas, o Notion permite muita flexibilidade na criação de documentos, possui templates fácies de serem usados e tem uma usabilidade incrível.</p>
<p>Link: <a href="https://www.notion.so/">https://www.notion.so/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Ilustrações</h1>
<p>Precisando de ilustrações pra dar um tom mais alegre e customizado para as suas apresentações? O Storyset e o Undraw te ajudam com isso. A diferença entre eles é que o Storyset permite algumas customizações, como cor, ocultação de itens da imagem e incluir efeitos animados.</p>
<p>Links:</p>
<p><a href="https://storyset.com/">https://storyset.com/</a></p>
<p><a href="https://undraw.co/illustrations">https://undraw.co/illustrations</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Templates para slides</h1>
<p>Criar apresentações de slides que não seja monótona e que prendam a atenção das pessoas quase sempre é uma dor de cabeça para muita gente. A Infograficompanies e a Infograpify fornecem bibliotecas com infinitos templates que podem ser usados para PowerPoint, Google Slides e KeyNote, agrupados por categorias. O ponto negativo: ambas tem um custo, porém você compra uma vez e pode sempre acessar acessar ambas e receber as atualizações.</p>
<p>Links:</p>
<p><a href="https://infograpify.com/collections/infographics">https://infograpify.com/collections/infographics</a></p>
<p><a href="https://infograficompanies.club.hotmart.com/lesson/y4bwWxKdeR/infograficos-de-linha-temporal">https://infograficompanies.club.hotmart.com/lesson/y4bwWxKdeR/infograficos-de-linha-temporal</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Tirar prints e gravar tela</h1>
<p>As três opções a seguir possuem extensão para o Chrome.</p>
<p>Awesome Screenshot: permite tirar prints de uma parte visível, da tela toda ou de uma área selecionada. Também faz gravações de tela de até 5min da tela toda, de uma aba ou só da sua câmera.</p>
<p>Link: <a href="https://www.awesomescreenshot.com/">https://www.awesomescreenshot.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Loom: permite fazer a gravação de tela seguindo as mesmas características do Awesome Screenshot.</p>
<p>Link: <a href="https://www.loom.com/">https://www.loom.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>GoFullPage: tira prints de tela da tela toda, incluindo toda a barra de rolagem. É rápido de usar, porém se você precisar editar a imagem aí ele se torna pago.</p>
<p>Link: <a href="https://gofullpage.com/">https://gofullpage.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bonus pra Mac users: iScreen Shoter: funciona usando atalhos do teclado e tem ferramenta de OCR, que permite copiar textos da imagem.</p>
<p>Link: <a href="https://apps.apple.com/br/app/iscreen-shoter-screenshot-app/id1596559494?mt=12">https://apps.apple.com/br/app/iscreen-shoter-screenshot-app/id1596559494?mt=12</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Correção de gramática em inglês</h1>
<p>Grammarly é uma mão na roda pra quem usar a língua inglesa no dia a dia mas se sente inseguro se está escrevendo da forma correta.</p>
<p>Link: <a href="https://www.grammarly.com/browser/chrome">https://www.grammarly.com/browser/chrome</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Transcrição e resumo de reuniões</h1>
<p>Otter e Aimbly são extensões para o Chrome que no final de cada reunião entregam a transcrição de cada reunião e um resumo do que foi conversado. A diferença entre elas é que o Aimbly já entende reuniões em língua portuguesa.</p>
<p>Links:</p>
<p><a href="https://otter.ai/">https://otter.ai/</a></p>
<p><a href="https://www.aimbly.co/">https://www.aimbly.co/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Descobrir cores</h1>
<p>Precisando descobrir qual é a cor usada por alguma rede social ou descobrir uma cor específica? O Lockedownseo entrega a paleta de cores das principais redes sociais e a extensão do Chrome da Eye Dropper te ajuda a descobrir qualquer cor.</p>
<p>Links:</p>
<p><a href="https://www.lockedownseo.com/social-media-colors/">https://www.lockedownseo.com/social-media-colors/</a></p>
<p>EyeDropper: <a href="https://chrome.google.com/webstore/detail/eye-dropper/hmdcmlfkchdmnmnmheododdhjedfccka?gclid=Cj0KCQjww4-hBhCtARIsAC9gR3aUF7egV7PSglVIhnmdhSs-G1kf8De6A8vlxqjWtFsvY2b7BRDm7XYaAt3AEALw_wcB">chrome web store</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Descobrir fontes</h1>
<p>A extensão do Chrome chamada WhatFont entrega de forma rápida qual é a fonte do texto usada na palavra que você selecionou.</p>
<p>Link: <a href="https://chrome.google.com/webstore/detail/whatfont/jabopobgcpjmedljpbcaablpmlmfcogm?gclid=Cj0KCQjww4-hBhCtARIsAC9gR3aUF7egV7PSglVIhnmdhSs-G1kf8De6A8vlxqjWtFsvY2b7BRDm7XYaAt3AEALw_wcB">chrome web store</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Whiteboards e mindmap</h1>
<p>O Excalidraw e o Whimsical permitem que que você crie whiteboards que podem ter a colaboração de mais pessoas. A diferença entre eles é que o Excalidraw é um pouco mais simples em recursos, mas eu achei legal a proposta dele de criar os elementos como se tivessem sido desenhados a mão.</p>
<p>Se estiver procurando por algo mais robusto a sugestão é usar o Miro ou o Mural. Pela usabilidade, volume de opções na biblioteca de templates e features nos quadros, entre as duas o Miro é o mais indicado. Ambos possuem limite de três quadros no plano grátis.</p>
<p>Por fim, temos o Coggle. É uma ferramenta simples única e exclusivamente para a criação de mapas mentais, que podem ser editados em equipe.</p>
<p>Links:</p>
<p><a href="https://excalidraw.com/">https://excalidraw.com/</a></p>
<p><a href="https://whimsical.com/">https://whimsical.com/</a></p>
<p><a href="https://miro.com/">https://miro.com/</a></p>
<p><a href="https://www.mural.co/">https://www.mural.co/</a></p>
<p><a href="https://coggle.it/">https://coggle.it/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Organização de tarefas</h1>
<p>Se você precisa de ajuda com a organização de tarefas do dia a dia, o Getplan traz uma proposta bem legal. A usabilidade é extremamente simples e se você conectar ele com a sua conta da Google ainda ganha a possibilidade de transformar tasks da sua lista de tarefas em eventos na agenda, somente usando drag n drop.</p>
<p>Link: <a href="https://getplan.co/">https://getplan.co/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lembrou de mais alguma? Compartilha com a gente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Esse é um artigo originalmente postado no <strong><a href="https://www.notion.so/f213f520bf9343eaaa27ca72bfbad5eb">Notion</a></strong> do <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/gustavjr/">autor</a></strong>.</em></p>
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		<item>
		<title>Superando as dificuldades do ambiente de inovação com frameworks</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/superando-as-dificuldades-do-ambiente-de-inovacao-com-frameworks/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Sep 2021 17:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que torna algumas empresas bem-sucedidas em sua inovação? &#160; Para Charles Schweitzer, Head de Inovação do Banco Carrefour, a resposta reside em metodologias ágeis e planejamento. O que, sob outra perspectiva, sintetiza o conceito de frameworks que foi trazido no episódio #1 do nosso podcast Innovators Tribe. &#160; De acordo com Schweitzer, esse conceito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O que torna algumas empresas bem-sucedidas em sua inovação?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Charles Schweitzer, Head de Inovação do Banco Carrefour, a resposta reside em metodologias ágeis e planejamento. O que, sob outra perspectiva, sintetiza o conceito de frameworks que foi trazido no </span><span style="color: #ff00ff;"><a style="color: #ff00ff;" href="https://open.spotify.com/episode/4edIzVtUlPuesiI23eU6XK?si=0691824fd49446c4&amp;nd=1"><span style="font-weight: 400;">episódio #1</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> do nosso podcast Innovators Tribe.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Schweitzer, esse conceito se traduz através de um ambiente colaborativo, com uma cultura de testes e funcionários com mentalidade de dono de negócio. E quando aplicado corretamente, é possível transformar uma ideia em estratégia de inovação em alguns passos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse foi o caso do Banco Carrefour. Ao aplicar frameworks com foco em inovação aberta, o braço de serviços financeiros da multinacional francesa conseguiu alavancar seu negócio de dentro para fora. Hoje, vamos entender como. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Schweitzer, um líder não é o único responsável pelo sucesso da inovação da empresa. Muito pelo contrário. De acordo com o executivo, empoderar todas as pessoas com metodologias, processos e recursos é um passo essencial para garantir o sucesso de uma estratégia de inovação e fazer com que grandes ideias sejam alavancadas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas como isso pode sair do papel?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>INOVAÇÃO É UM PROJETO DE CO-CONSTRUÇÃO</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro episódio do Innovators Tribe, Schweitzer conta como foi sua experiência sendo o precursor dos frameworks de inovação dentro do Banco Carrefour, produzindo resultados palpáveis. Entretanto, isso não veio sem esforço.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes do Banco do Carrefour, o Head de Inovação já havia aplicado as práticas em sua passagem pelo varejo, gerando resultados promissores. Essa nova jornada, por outro lado, mostrou-se como uma oportunidade de intercambiar seu conhecimento na indústria de serviços financeiros, permitindo que o executivo testasse a aplicabilidade do recurso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os resultados, podemos citar o </span><span style="color: #ff00ff;"><a style="color: #ff00ff;" href="https://k21.global/blog/k21-entrevista-charles-schweitzer-head-de-inovacao-do-banco-carrefour"><span style="font-weight: 400;">LAB368</span></a></span><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #ff00ff;">:</span> um portal de inovação interna para estímulo do intraempreendedorismo, e que é apenas um da série de elementos contemplados no framework de Schweitzer.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar desse case de sucesso, um ambiente de inovação não é desenvolvido sem dificuldades. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Schweitzer, inovação é um projeto de co-construção, e as maiores dificuldades estão na diferença entre ter boa ideia e tirá-la do papel. Existe também a questão política a ser trabalhada dentro de uma infraestrutura, mencionada por </span><span style="color: #ff00ff;"><a style="color: #ff00ff;" href="https://hbr.org/2018/07/the-biggest-obstacles-to-innovation-in-large-companies."><span style="font-weight: 400;">45% dos participantes</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> de um estudo conduzido pelo periódico científico Harvard Business Review como a principal dificuldade no processo inovativo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O MELHOR FRAMEWORK DE INOVAÇÃO É O QUE FUNCIONA PARA A EMPRESA</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante dos diversos desafios enfrentados diariamente pelas áreas de negócio, o papel de um líder de inovação nesse cenário é de mapear problemas que possam ser solucionados – mesmo que por um agente externo – e elencar suas prioridades. Esse é um ótimo ponto de partida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, em conjunto com a área de negócios, área de inovação e startups que podem resolver os problemas, é possível encontrar soluções inovadoras para os desafios enfrentados. E, nesse sentido, nem sempre a adoção de uma nova tecnologia é necessária, se o desenvolvimento de um novo modelo de negócio for uma solução mais adequada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor framework é o que funciona na realidade da empresa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>FALHAR RÁPIDO, FALHAR BARATO E NÃO REPETIR</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre uma ideia e sua execução, reside um passo decisivo para o seu sucesso: uma Prova de Conceito. Nem toda ideia funciona na prática, e o ideal é testá-la em um ambiente que permita falhas. Afinal, é preferível falhar rápido, falhar barato e não repetir.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o tempo e o dinheiro que a empresa estaria disposta a investir em um teste é proporcional ao risco que ela corre com sua iniciativa. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se um parceiro externo for capaz de solucionar o problema de forma mais rápida, barata e assertiva, o investimento em uma Prova de Conceito se justifica pela mitigação de riscos e pelo ROI. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>POR QUE ADOTAR FRAMEWORKS?</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de uma mudança como essa, a empresa pode colher benefícios significativos a longo prazo – especialmente em comparação com seus pares.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com um </span><a href="https://www.mckinsey.com/business-functions/strategy-and-corporate-finance/our-insights/bubbles-pop-downturns-stop/pt-BR."><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #ff00ff;">estudo da McKinsey</span></span></a><span style="font-weight: 400;">, empresas que são resilientes em suas estratégias podem contar com até 20% de retorno nos primeiros dois anos após a mudança. Considerando também que, em um período de 8 anos, o retorno pode chegar a 150% frente aos seus pares.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um retorno desproporcional diante de uma mudança de mindset.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, a Metodologia Ágil não precisa de muito: o ideal é começar aos poucos, amadurecendo isso dentro da organização através de processos e, a longo prazo, alcançando a permeabilidade à inovação. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que essa é uma ferramenta que pede por aliados na empresa. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comece criando uma cultura onde é aceitável cometer erros e inaceitável não aprender com eles.</span></p>
<p><!--HubSpot Call-to-Action Code --><span class="hs-cta-wrapper" id="hs-cta-wrapper-eb2b01f4-5998-4e53-ac17-9e3124c670d1"><span class="hs-cta-node hs-cta-eb2b01f4-5998-4e53-ac17-9e3124c670d1" id="hs-cta-eb2b01f4-5998-4e53-ac17-9e3124c670d1"><!--[if lte IE 8]>

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			</item>
		<item>
		<title>Como o Design Thinking agiliza a solução de problemas do seu negócio</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/como-o-design-thinking-agiliza-solucao-de-problemas-do-seu-negocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 11:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é design thinking? Em tradução literal, design thinking significa “pensamento do design”. Em suma, isso significa uma mudança na forma de pensar acerca das situações propostas. Em lugar de pensar sob a perspectiva do problema, essa técnica busca uma abordagem mais holística, considerando diferentes variáveis. É um equívoco comum as pessoas pensarem no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O que é design thinking?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em tradução literal, design thinking significa “pensamento do design”. Em suma, isso significa uma mudança na forma de pensar acerca das situações propostas. Em lugar de pensar sob a perspectiva do problema, essa técnica busca uma abordagem mais holística, considerando diferentes variáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um equívoco comum as pessoas pensarem no design como algo apenas visual ou estético. Na verdade, ele envolve a busca pelo bem-estar e usabilidade dos produtos. Transportando essa ideia para o cenário empresarial, ele “olha” para a situação considerando diversos pontos ao redor e os impactos prováveis envolvidos. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Para que serve o design thinking?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No mercado atual,</span><span style="font-weight: 400;"> em que a </span><span style="font-weight: 400;">transformação digital</span><span style="font-weight: 400;"> se tornou uma jornada essencial para a evolução dos negócios</span><span style="font-weight: 400;">, uma das principais preocupações das empresas envolve a </span><a href="https://bossabox.com/blog/percepcao-de-valor/"><b>experiência do usuário</b></a><span style="font-weight: 400;">. Fatores como preço e qualidade já não são suficientes para garantir um diferencial para a marca, é preciso ir além e proporcionar algo que seja único e positivamente marcante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliado à cultura de </span><span style="font-weight: 400;">open innovation</span><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> o </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> ajuda a desenvolver produtos e serviços que resolvem os problemas dos clientes de uma forma melhor e mais completa. Ele contempla a consideração dos detalhes que, fora desse tipo de visão, podem ser considerados supérfluos, mas que, na prática, fazem muita diferença para o consumidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom exemplo é a Nubank, que explorou as insatisfações dos clientes bancários e ofereceu os mesmo serviços, pensando no público alvo deles, de forma muito mais empática e próxima da realidade dos jovens das gerações atuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, as pessoas têm um cartão de crédito que atende suas necessidades financeiras e contam com uma empresa que cuida da qualidade do relacionamento com seus clientes. Eles conseguiram cativá-las para algo que estava com uma reputação já prejudicada.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como o Design Thinking revoluciona os processos nas empresas?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as diferentes </span><a href="https://bossabox.com/blog/principais-tendencias-tecnologicas-para-2019/"><b>tendências tecnológicas</b></a><span style="font-weight: 400;"> que se apresentam no momento atual, o </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> está no grupo das que devem ser aplicadas em todos os processos da empresa. Isso acontece porque é preciso haver uma mudança no </span><i><span style="font-weight: 400;">mindset</span></i><span style="font-weight: 400;"> de todos os envolvidos para que os processos se integrem melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As organizações que adotam essa prática passam a contar com equipes multidisciplinares para o desenvolvimento de soluções inovadoras ou para a resolução de problemas. A integração de áreas de conhecimento distintas enriquece as discussões e gera resultados mais eficientes e completos, e isso é disseminado por toda a empresa, </span><span style="font-weight: 400;">mesmo nas empresas que contam com</span><span style="font-weight: 400;"> times remotos</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como o design thinking funciona?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como a </span><span style="font-weight: 400;">metodologia </span><a href="https://bossabox.com/blog/agile-marketing-o-que-e-e-por-que-e-tao-importante/"><b>agile</b></a><span style="font-weight: 400;">, o </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> funciona por meio de etapas iterativas. Em cada uma delas são utilizadas diferentes ferramentas que potencializam as chances de encontrar os resultados esperados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa organização permite que as ideias surjam com mais facilidade e que os profissionais se sintam mais à vontade para darem suas sugestões. Com isso, eles contribuem de maneira mais efetiva com o pensamento coletivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a Uber surgiu, era quase impossível imaginar o quanto os serviços de transportes compartilhados se tornariam tão essenciais no cotidiano das grandes cidades. Competir com os táxis não era algo tangível, mas, no decorrer do projeto, a solução tomou forma e trouxe uma mudança importante para o mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os métodos utilizados ao longo do processo fazem com que as informações sejam exploradas ao máximo, como um diamante bruto. Ao final, a solução encontrada estará lapidada e polida, pronta para encantar os usuários.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quais são as etapas do design thinking?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> é desenvolvido em 5 etapas que vamos explicar melhor nos tópicos abaixo, acompanhe.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Imersão ou empatia</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira etapa do </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> envolve o olhar aberto para a hipótese, problema, oportunidade ou processo. Nela, é preciso mergulhar fundo na questão, a fim de compreendê-la em sua essência. A empatia é fundamental nessa etapa, visto que é ela que permite que o entendimento seja genuíno, livre de preconceitos ou achismos preexistentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, a situação é debulhada e explorada com o máximo de informações, mesmo que, a princípio, pareçam inúteis ou surreais. A abertura para essa coleta é o ponto-chave para obter uma base mais consistente para trabalhar nas próximas etapas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas premissas são muito importantes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">não assuma nada como sendo verdadeiro ou falso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">faça perguntas óbvias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">escute ativamente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">mantenha uma postura receptiva.</span></li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: 400;">Análise e síntese</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de análise e síntese, também chamada de definição, é uma das mais desafiadoras. É nesse momento que todas as informações levantadas são analisadas em busca da raiz do problema. É, também, uma etapa esclarecedora, na qual muitas empresas acabam encontrando fatores que nem sequer imaginavam existir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As ferramentas utilizadas nessa fase, que vamos apresentar mais adiante, ajudam a organizar os dados e encontrar os motivos que originaram a questão. É importante que os profissionais envolvidos mantenham a mente aberta e discutam bastante em cima dos pontos encontrados. Além disso, é essencial escolher apenas um ponto como principal e focar nele.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Ideação</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A etapa de ideação é onde as soluções inovadoras começam a ser desenvolvidas. É a fase mais criativa do </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> e requer tanta abertura quanto a etapa anterior. A diferença está no direcionamento das informações geradas que deixa de focar no problema e passa a tratar das possíveis soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bastante comum surgirem muitas </span><a href="https://bossabox.com/blog/o-que-eu-posso-te-falar-sobre-ter-a-ideia-certa/"><b>ideias</b></a><span style="font-weight: 400;">, boas e ruins. A princípio, pode parecer confuso, mas, na medida em que as ferramentas vão sendo aplicadas, tudo começa a ficar mais claro e as propostas começam a tomar uma forma mais factível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande objetivo dessa etapa é conseguir enxergar uma saída viável para a questão, que possa ser desenvolvida e gerar bons resultados dos pontos de vista financeiro, operacional e gerencial.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Prototipagem</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na fase de prototipagem, a ideia “sai do papel” e se transforma em algo mais tangível. O protótipo visa testar essa ideia e pode ser criado de inúmeras formas. Um exemplo simples de protótipo são as plantas de projetos de arquitetura e construção civil. Elas permitem uma análise mais aproximada da aplicabilidade das ideias, em relação aos espaços, dimensões e outros detalhes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prototipagem também pode ser feita em diferentes modelos, conforme a usabilidade que elas demandarem. </span><span style="font-weight: 400;">Para os desenvolvedores, a versão inicial de um software já é suficiente, já para os clientes, uma apresentação conceitual tem efeito maior</span><span style="font-weight: 400;">. Logo, nessa etapa, é preciso pensar sobre o que é necessário testar e qual formato de protótipo vai conseguir atender melhor essa demanda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvimento</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, temos a fase de desenvolvimento em si da solução. Todos os testes de viabilidade e efetividade já devem ter sido concluídos antes de dar início a essa fase. Aqui, é o momento em que a questão será, finalmente, resolvida da melhor forma possível, depois de um processo minucioso de análise.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa metodologia não se aplica apenas à </span><a href="https://bossabox.com/blog/5-motivos-que-fazem-sua-empresa-falhar-na-criacao-de-produtos-digitais/"><b>criação de novos produtos</b></a><span style="font-weight: 400;"> e serviços, mas também à modernização de processos, solução de impasses gerenciais, </span><span style="font-weight: 400;">novas versões de </span><span style="font-weight: 400;">softwares de TI</span><span style="font-weight: 400;"> e diversos outros tipos de situações adversas.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quais são as ferramentas do design thinking</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos tópicos anteriores, foi mencionado o uso de ferramentas para o cumprimento de cada uma das etapas do </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;">. Nesta seção, vamos falar sobre as principais delas e como elas contribuem para o sucesso da metodologia. Confira.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Fase de imersão</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de imersão é uma fase de investigação e descoberta. Diante disso, as ferramentas mais adequadas para ela são voltadas para essas finalidades. Veja alguns exemplos.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Mapa de empatia</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O mapa de empatia é uma ferramenta visual cujo objetivo é entender melhor o que o cliente espera da sua solução. Ele é construído com base em seis questões:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o que o cliente pensa e sente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o que ele escuta, quem o influencia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o que ele vê;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o que ele fala e faz;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">quais são suas dores;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">quais são seus objetivos.</span></li>
</ul>
<h4><span style="font-weight: 400;">Brainstorming</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">brainstorming</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou tempestade de ideias, é uma metodologia de discussão sobre um tema na qual um grupo de pessoas deve lançar suas sugestões de forma mais livre. O foco dessa ferramenta é coletar uma grande quantidade de ideias para depois analisá-las com mais calma e direcionamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas ideias que, a princípio parecem ruins, acabam despertando uma nova perspectiva em um integrante do grupo que encontra uma sugestão mais viável e eficiente. Por isso, é muito importante que os participantes não sejam impedidos ou constrangidos ao lançarem suas ideias. A máxima é que nenhuma ideia é tão ruim ou tão boa, todas precisam ser ouvidas. </span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Entrevistas</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">As entrevistas são formatos mais estruturados de investigação acerca de um determinado assunto. Elas são ideais para entender a posição dos clientes em relação ao tema e podem ser utilizadas em conjunto com o mapa de empatia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ponto de atenção dessa ferramenta está na elaboração das perguntas e na escolha do formato da entrevista. É importante considerar a disponibilidade dos respondentes, o nível de conhecimento que eles apresentam sobre o tema e a forma como ela será feita, se presencialmente ou à distância.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Fase de análise e síntese</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na fase de análise e síntese, o foco está na organização das informações coletadas para uma compreensão mais detalhada do problema. Veja algumas ferramentas que contribuem nessa etapa do </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Cartões de insights</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cartões de </span><i><span style="font-weight: 400;">insights</span></i><span style="font-weight: 400;"> consistem no uso de </span><i><span style="font-weight: 400;">post-its</span></i><span style="font-weight: 400;"> para a anotação das ideias que vão surgindo.</span><span style="font-weight: 400;"> Bastante utilizada por </span><span style="font-weight: 400;">squads </span><span style="font-weight: 400;">que trabalham com a </span><span style="font-weight: 400;">metodologia ágil</span><span style="font-weight: 400;">, é uma ferramenta muito útil para auxiliar o processo de </span><i><span style="font-weight: 400;">brainstorming</span></i><span style="font-weight: 400;">, pois ela facilita o registro das informações, que pode ser feito de maneira mais livre e aleatória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cartões podem ser colocados em um quadro onde possam ser visualizados de forma mais abrangente. Assim, as ideias vão sendo agrupadas conforme suas características similares e organizadas frente à sua relevância na resolução da questão.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Diagrama de Ishikawa</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagrama de Ishikawa, também conhecido como diagrama de causa e efeito ou espinha de peixe, é uma representação visual da organização das ideias levantadas em um </span><i><span style="font-weight: 400;">brainstorming</span></i><span style="font-weight: 400;">. Inclusive, o agrupamento dos cartões de </span><i><span style="font-weight: 400;">insights</span></i><span style="font-weight: 400;"> pode ser realizado conforme os parâmetros dessa ferramenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma linha horizontal é traçada no centro de uma folha ou de um quadro, no caso dos cartões, e, dela, são traçadas novas linhas diagonais onde são listadas as possíveis causas do problema que foram identificadas. Para cada causa, são atribuídos os efeitos que elas geraram, de forma que, ao final, o diagrama se assemelha a uma espinha de peixe.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Jornada do usuário</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A jornada do usuário é a representação dos passos que o cliente ou usuário percorre desde o primeiro contato com a sua solução até o relacionamento firmado no pós-vendas. É uma forma de identificar com mais clareza as decisões que as pessoas tomam no decorrer do processo de compra ou de uso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando um consumidor precisa de um calçado, ele vai realizar uma busca sobre modelos e preços, vai definir onde comprar, como vai pagar, se precisa experimentar, se quer receber em casa entre outros inúmeros detalhes. Ao desenhar essa jornada, os momentos mais críticos ficam mais evidentes e a empresa consegue compreender melhor a dinâmica de compra de seus clientes e atuar de forma mais efetiva na busca por melhores soluções.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Fase de ideação</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de ideação é onde a solução começa a tomar forma e apresenta seus primeiros sinais de aplicabilidade. Nesse momento, o cerne do problema já foi identificado e uma nova etapa de criatividade dá início, com a ajuda de ferramentas como as listadas abaixo.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Matriz de alinhamento</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A matriz de alinhamento é uma ferramenta que agrupa as informações que se sabe ou que se tenha pesquisado sobre o problema e suas possíveis soluções em três quadros distintos: certezas, suposições e dúvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No quadro de certezas são colocadas as informações comprovadas, que têm embasamento teórico ou científico e que, sobre as quais, todos concordam. Entre as suposições, estarão os cenários pensados para a solução do problema que têm potencial de apresentarem o resultado esperado, mas não há uma comprovação sobre isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, no quadro de dúvidas, temos as informações sobre as quais não se sabe muita coisa ou mesmo nada, mas que podem ser relevantes para a resolução da questão principal, por isso vale conferir mais de perto e entender mais a fundo.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Mural de possibilidades</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O mural das possibilidades é uma forma mais prática de visualizar as possibilidades de solução para o problema em questão. O intuito é listar diferentes ideias em um quadro e escolher as duas melhores para serem detalhadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um trabalho de equipe que demanda uma boa comunicação e uma boa intermediação. Os assuntos devem ser tratados com seriedade e os participantes precisam ser ouvidos de forma igualitária. Uma boa dica é contar com </span><a href="https://bossabox.com/blog/7-habilidades-que-seu-profissional-de-tecnologia-deve-possuir"><b>profissionais</b></a><span style="font-weight: 400;"> de várias áreas da empresa para tornar o debate mais rico e produtivo.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Cocriação junto ao cliente final</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra ferramenta muito eficiente que é utilizada no </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> é a cocriação. Essa prática parte da premissa de que, como parte interessada, o cliente tem muito a oferecer na criação de uma nova solução ou na resolução de algum problema. O ponto-chave desse método é trazer a visão do cliente para dentro da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que seja uma ação de sucesso, é importante escolher bem quem serão os representantes dos clientes que participarão dessa cocriação e em quais etapas eles serão envolvidos. Também é fundamental que a relação de parceria entre ambos os lados seja forte e saudável, para que a contribuição seja mais sincera e benéfica para todos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Fase de prototipagem</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A prototipagem é a fase em que a solução já foi encontrada, mas ainda precisa ser testada e avaliada em relação aos seus detalhes. Se uma pessoa precisa se deslocar de um endereço a outro, uma solução é dispor de um meio de transporte. Porém, qual dos meios é o ideal: bicicleta, patinete elétrico, moto, carro, ônibus? O protótipo ajuda a validar essas opções e definir qual será a melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as principais ferramentas de prototipagem, destacamos as mais utilizadas atualmente nos tópicos a seguir, acompanhe.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Protótipo em papel</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O protótipo de papel é um dos mais simples e mais utilizados meios de prototipar uma solução. Ele pode ser feito de um desenho simples, que mostre melhor a ideia e apresente alguns de seus detalhes, mas também pode ser mais completo, como uma planta baixa de um apartamento, com suas metrificações e até mesmo sugestão de disposição de móveis no interior dos cômodos.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Simulação</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A simulação é um tipo de teste de uma solução que se adequa tanto para produtos quanto para serviços e processos. Se uma empresa de segurança quer validar uma nova técnica de abordagem de indivíduos suspeitos, ela pode criar uma situação semelhante ao que ocorreria na vida real e simular a solução proposta, identificando os pontos fortes e fracos a serem aprimorados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo de simulação que utilizamos bastante atualmente está relacionado à mobilidade urbana. Por meio de</span><a href="https://bossabox.com/blog/como-o-design-seu-app-pode-aumentar-sua-taxa-de-conversao/"><b> aplicativos</b></a><span style="font-weight: 400;">, você pesquisa a melhor rota para o endereço que deseja ir e escolhe, dentre as opções, qual é a mais viável em relação às suas prioridades, que podem ser de tempo, de custo, entre outras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos produtos são prototipados em </span><span style="font-weight: 400;">softwares </span><span style="font-weight: 400;">que simulam todas as suas características e aplicabilidades. Com base em cálculos precisos e complexos, o sistema gerado é capaz de simular o que aconteceria com o produto em determinadas situações, comprovando ou refutando as suposições levantadas.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Storyboard</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">storyboard</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma representação da solução em formato de história. </span><span style="font-weight: 400;">Ele é bastante eficiente para o </span><span style="font-weight: 400;">desenvolvimento de softwares e serviços de TI</span><span style="font-weight: 400;">, já que consegue montar uma espécie de simulação gráfica de toda a situação envolvida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Normalmente, o </span><i><span style="font-weight: 400;">storyboard</span></i><span style="font-weight: 400;"> é feito por meio de desenhos, como em uma história em quadrinhos. Ele deve abordar a solução em seu uso, mostrando a interação do cliente e dos profissionais ao longo desse processo.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Modelo de volume</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O modelo de volume é demandado quando é preciso ter uma noção mais aproximada do resultado, antes de desenvolver a solução propriamente dita. Um exemplo clássico que mencionamos são as maquetes da construção civil. Contudo, elas não são as únicas representantes desse tipo de ferramenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos os modelos funcionais dos produtos, que visam testar as funcionalidades sem se ater a questões de estética e acabamento, temos os protótipos de partes da solução, que representam apenas algum detalhe que precise de uma atenção especial e diferentes outras possibilidades de prototipagem de volume.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Fase de desenvolvimento</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, depois de passar por todos esses processos, a solução estará pronta para ser desenvolvida em definitivo. Nesse momento, as ferramentas passam a ser específicas da solução e não da </span><a href="https://bossabox.com/blog/como-metodologias-ageis-podem-mudar-sua-vida/"><b>metodologia</b></a><span style="font-weight: 400;"> de </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;">. Portanto, elas terão variações conforme tipo, aplicabilidade e inúmeros outros fatores.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como aplicar o design thinking na minha empresa?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aplicação do </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> requer cuidados relacionados principalmente à </span><a href="https://bossabox.com/blog/maturidade-digital/"><b>maturidade digital</b></a><span style="font-weight: 400;"> e de processos. A empresa deve estar preparada para adotar novas tecnologias que facilitem a rotina, ao mesmo tempo em que deve ter uma boa estrutura de processos de gestão e de produção. </span><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, muitos negócios contam com parceiros estratégicos para contribuir no processo, incluindo </span><span style="font-weight: 400;">equipes terceirizadas de TI</span><span style="font-weight: 400;"> para a aplicação do design thinking</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é muito importante que ela adeque sua comunicação interna e adote as práticas que foram citadas neste artigo. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quais são as empresas que se deram bem utilizando o design thinking</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> pode ser utilizado em qualquer tipo, tamanho ou segmento de empresa, mas, para trazer uma inspiração mais palpável, trouxemos três exemplos de empresas mais conhecidas que ajudam a compreender a importância dessa metodologia. Confira.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Netflix é precursora de um segmento e um grande desafio que ela enfrenta diariamente é de proporcionar a </span><a href="https://bossabox.com/blog/o-que-e-ux-e-o-que-nao-e/"><b>melhor experiência possível</b></a><span style="font-weight: 400;"> para seus clientes. Diante disso, ela conta com vários algoritmos que captam as preferências de cada usuário para fazer indicações de novos conteúdos e escolher os tipos de produções que serão incluídas em seu catálogo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, ela atua fortemente nas redes sociais, como se fosse uma pessoa real, interagindo com seus seguidores, observando os comentários que são feitos a seu respeito e, ainda, criando peças publicitárias que levam em consideração os dados que coletam dos </span><a href="https://bossabox.com/blog/a-importancia-ou-um-guia-de-conhecer-seu-cliente-ideal-icp/"><b>perfis</b></a><span style="font-weight: 400;"> de seus clientes.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">GE Healthcare</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A GE Healthcare é um segmento da GE que cuida da criação de equipamentos hospitalares. O designer Doug Dietz desenvolveu um aparelho de ressonância magnética que foi muito bem aceito e elogiado no mercado, mas, em visita a um dos hospitais onde um deles estava instalado, percebeu que o equipamento assustava as crianças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para resolver a questão, Doug passou a visitar ambientes infantis para entender o tipo de elementos que as fariam perder tal medo e encontrou uma solução simples que envolveu a redecoração da sala e do equipamento para deixar o local mais lúdico e convidativo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Hermes Pardini</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O laboratório Hermes Pardini criou uma solução que partiu do mesmo problema enfrentado pelo Doug da Ge Healthcare. As crianças estavam com medo de tomar suas vacinas, principalmente as injetáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa desenvolveu um jogo de realidade virtual, no qual a criança enfrenta alguns desafios e fica entretida com aquela vivência. Em determinado ponto da história, ela é avisada que vai sentir uma pequena dor no braço mas que faz parte do jogo e elas acabam não tendo que enfrentar o medo da agulha.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como usar o design thinking para resolver problemas mais rápido?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso do </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> promove o </span><a href="https://bossabox.com/blog/8-habilidades-que-precisamos-desenvolver-para-o-futuro/"><b>desenvolvimento de habilidades</b></a><span style="font-weight: 400;"> importantes para profissionais e gestores. As ferramentas proporcionam mais facilidade na identificação dos problemas e na busca pelas melhores soluções em menor tempo e custo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As práticas dessa metodologia podem ser utilizadas em diversos tipos de situações. Quanto mais ela for adotada nos processos da empresa, mais experiência com as ferramentas os profissionais vão adquirir e mais rapidamente os problemas serão resolvidos. O primeiro passo é entender o método e seguir suas premissas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como você pôde observar, o </span><i><span style="font-weight: 400;">design thinking</span></i><span style="font-weight: 400;"> consegue dar mais agilidade e eficiência à solução de problemas de qualquer tipo de negócio </span><span style="font-weight: 400;">e é um aliado do desenvolvimento de produtos inovadores que transformem a empresa digitalmente</span><span style="font-weight: 400;">. Se você está enfrentando um desafio e não sabe como lidar com ele, comece a utilizar as ferramentas que explicamos neste post e garanta um negócio mais sólido e bem-sucedido!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já conhece uma nova forma de pensar sobre as soluções para a sua empresa, que tal aprender mais sobre métodos e ferramentas que ajudam na eficiência do negócio? Confira este artigo sobre </span><a href="https://bossabox.com/blog/pocketbook/metodologias-ageis-o-que-sao-e-como-implementa-las-no-seu-negocio/"><b>metodologias ágeis</b></a><span style="font-weight: 400;"> e veja como implementá-las!</span></p>
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		<title>Waterfall e ágil: quando usar cada estratégia</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/waterfall-e-agil-quando-usar-cada-estrategia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 21:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital e Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente ouvimos muito falar sobre metodologias waterfall e ágeis. Então por que 70% dos projetos de desenvolvimento digital falham?  Esse dado alarmante da Harvard Business School Review nos faz questionar a respeito da falta de entendimento sobre metodologias: qual é a melhor a ser usada e quais são os prós e contras de cada uma. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente ouvimos muito falar sobre metodologias waterfall e ágeis. Então por que </span><b>70% dos projetos de desenvolvimento digital falham</b><span style="font-weight: 400;">? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse dado alarmante da Harvard Business School Review nos faz questionar a respeito da falta de entendimento sobre metodologias: qual é a melhor a ser usada e quais são os prós e contras de cada uma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para te ajudar a não ser mais um caso dentro das estatísticas, vamos explicar sobre cada uma dessas metodologias e qual consideramos o melhor momento para utilizá-las. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Waterfall</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa metodologia é vista como a forma mais tradicional de se construir e desenvolver um produto/projeto digital. Basicamente, a criação dos produtos é feita de forma sequencial. Ou seja, normalmente existem 8 fases para a finalização de um projeto e as fases só se iniciam quando a anterior é finalizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais etapas são: concepção, iniciação, análise, design, codificação, teste, implementação e manutenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>vantagens</b><span style="font-weight: 400;"> desse modelo giram em torno da sua capacidade de mitigar riscos pela análise densa de cenários e, por isso, </span><b>vale muito a pena para projetos nos quais a certeza de sucesso é alta</b><span style="font-weight: 400;">. Caso contrário, existe um </span><b>risco</b><span style="font-weight: 400;"> muito alto de falha pela não validação das hipóteses. E, no cenário de </span><b>cascata</b><span style="font-weight: 400;">, uma vez que o projeto chegou na etapa de testes/implementação/manutenção, muito </span><b>custo</b><span style="font-weight: 400;"> já foi gerado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante sobre o waterfall é a garantia do foco individual do time na execução. As pessoas recebem o que foi feito anteriormente e partem para a sua fase de entrega. Por isso, o foco do time está sempre na execução e é bem direcionado. Mas, a </span><b>desvantagem</b><span style="font-weight: 400;"> disso é que o time tem mais dificuldade em criar empatia e engajamento pelo produto criado e pelo usuário final, já que a sua participação está limitada à execução de uma fase.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Ágil</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Os métodos ágeis apareceram na década de 80 como forma de suavizar parte dos gaps que a </span><b>metodologia waterfall</b><span style="font-weight: 400;"> deixava.<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Isso começou a ser feito através de times mais enxutos e multidisciplinares com o objetivo de aumentar a qualidade das entregas e a criação de softwares e sistemas que realmente seriam utilizados. Caso você não tenha muita certeza do que será desenvolvido, a segunda opção trará melhores frutos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal </span><b>vantagem</b><span style="font-weight: 400;"> da </span><b>metodologia ágil</b><span style="font-weight: 400;"> é o fato de os processos serem mais sucintos e funcionarem de forma incremental. Eles funcionam através de times diversos, com tendência a trabalhar de forma mais engajada e acrescentar novas visões aos processos de criação, validação e teste. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma outra grande vantagem são as entregas feitas em menor escala e de maneira mais orgânica. Por isso impactam, frequentemente, na mudança de cronogramas, já que certas entregas se tornam desnecessárias e o prazo do projeto, menos distante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, uma das grandes vantagens é também uma </span><b>desvantagem</b><span style="font-weight: 400;">. Conforme essa metodologia foi avançando, percebemos pontos negativos que, aos poucos, vêm sendo lapidados com novos processos! Uma delas é a possível procrastinação dos times com a justificativa de serem ágeis e sem datas fechadas de entrega. Além disso, por serem feitas em etapas menores, também corremos o risco de uma possível falta de análise de cenários e riscos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Conclusão</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vimos que para metodologia waterfall é muito importante termos projetos com um índice de certeza grande. Senão, gera-se muito custo sem a garantia da entrega de um projeto que atende a real dor dos clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na metodologia ágil, percebe-se que diversidade de ideias e entregas menores a serem validadas geram produtos mais completos e inovadores com menor custo no processo de validação de hipóteses. Porém, é preciso tomar cuidado com as análises de risco do produto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O fato é que você pode ouvir evangelizadores de ambos os lados citando enormes vantagens e desvantagens de cada uma dessas metodologias! No entanto, é importante adquirir conhecimento de ambas para garantir que o desenvolvimento do seu produto fará melhor uso das metodologias e que se adeque ao contexto de sua empresa e projeto. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Se, mesmo assim, você sentir dificuldade em selecionar a melhor metodologia para os seus projetos de tecnologia e deseja contar com equipes especializadas para potencializar seus resultados qualitativos e quantitativos, conheça a </span><span style="color: #ff00ff;"><a style="color: #ff00ff;" href="https://bossabox.com/para-empresas"><span style="font-weight: 400;">BossaBox</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span><a style="color: #ff00ff;" href="https://bossabox.com/para-empresas"><span style="font-weight: 400;">Entre em contato</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e converse com um de nossos especialistas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Product Owner: como migrar pra esse cargo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 08:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você já saiba que o(a) Product Owner é um cargo que se originou na metodologia Scrum, um framework ágil para gerenciamento de projetos, que tinha muito foco em desenvolvimento de software, mas hoje já está mais abrangente e sendo utilizada em diversos times e squads diferentes. LEIA TAMÉM: Gatilhos para Terceirização de Projetos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você já saiba que o(a) Product Owner é um cargo que se originou na metodologia Scrum, um framework ágil para gerenciamento de projetos, que tinha muito foco em desenvolvimento de software, mas hoje já está mais abrangente e sendo utilizada em diversos times e squads diferentes.</p>
<p><strong>LEIA TAMÉM: <a class="title" href="https://blog.bossabox.com/gatilhos-para-terceirizacao-de-projetos-de-tecnologia/">Gatilhos para Terceirização de Projetos de Tecnologia</a></strong></p>
<p>O(A) Product Owner, ou PO, é o(a) responsável por entregar o máximo de valor na hora do desenvolvimento do produto, ele(a) tem uma função tática que precisa focar em gerenciar todo o backlog do produto. Cada vez mais as empresas estão dando o devido valor ao desenvolvimento do produto, e por isso esses(a) profissionais estão sendo muito procurados.</p>
<p>Como não existe nenhuma faculdade que forma gerentes e donos(a) de produtos, os(a) profissionais de outras áreas acabam migrando e se tornando parte do time de produto.</p>
<p><strong>Mas, no fim, o que faz um(a) Product Owner?</strong></p>
<p>No Scrum, o(a) <a href="https://bossabox.com/blog/a-rotina-de-um-product-owner-descubra-as-8-principais-responsabilidades-e-alguns-pecados-capitais/">Product Owner é responsável pelo produto</a>, é quem gerencia todo o backlog do produto, o que inclui:</p>
<p>Entender os itens do backlog<br />
Focar em metas<br />
Otimizar o trabalho em equipe<br />
Garantir que todos vejam o backlog do produto, que o time trabalhe junto<br />
Garantir que as prioridades estão sendo levadas em consideração</p>
<p>O(A) PO pode também desenvolver, mas não precisa necessariamente ter esses conhecimentos, por isso você de outras áreas pode sim se transformar em um(a) Product Owner ou Product Manager, e para isso vai ser necessário muito estudo e mão na massa, mas nada impossível.</p>
<p><strong>E qual a diferença entre um(a) Product Owner e um(a) Product Manager (Gerente de Produto)?</strong></p>
<p>Um(a) PO eficiente deve ser capaz de articular metas estratégicas e ter algumas habilidades de um gerenciamento de produto, como se comunicar claramente com diferentes pessoas dentro do time. Algumas vezes um(a) gerente de produto também atua como PO, mas isso nem sempre é algo que dá certo.</p>
<p><a href="https://www.cursospm3.com.br/">O gerenciamento de produto</a> abrange um conjunto muito maior de responsabilidades, muitas vezes o gerente cuida de mais de um produto, cada um com a sua própria equipe dedicada e com suas características próprias, e é aí que para cada produto entra um PO.</p>
<p><strong>Como se tornar um(a) profissional de produto?</strong></p>
<p>Para se tornar um(a) profissional realmente eficaz nessa função, é preciso se comprometer 100% com a equipe de desenvolvimento do produto, tecnologia, UX e Business.</p>
<p>Existem cursos que podem ser feitos para aprimorar as habilidades de produto, como é o caso da <a href="https://www.cursospm3.com.br/">PM3</a>, o maior curso de product management online do Brasil.</p>
<p>Para atuar com produto é imprescindível ter conhecimentos em metodologias ágeis, ser analítico, ter conhecimento de ux e tecnologia, saber delegar tarefas e cobrar resultados, e principalmente conhecer todas as fases de desenvolvimento de um produto.</p>
<p>Para começar, temos algumas dicas e steps para você conseguir se desenvolver nessa área da melhor forma possível:</p>
<ul>
<li>Trabalhe em um produto, ou pelo menos tente chegar o mais perto disso possível: você não vai conseguir entrar de fato na área se não tentar sentir o gostinho do que é trabalhar com produto. Se você ainda trabalha em outra área, chegue perto do time de produto da sua empresa e entenda como você pode ajudá-lo e assim, aprender também.</li>
<li>Leia muito: <a href="https://bossabox.com/blog/livros-de-gestao-product-manager/">existem vários livros para você estudar.</a> Mas, além disso, a internet está cheia de blogs que também são muito úteis na hora de estudar uma nova área, ainda mais quando ela é nova mesmo e ainda não está nas listas de cursos das universidades e a biblioteca em português ainda não é tão vasta.</li>
<li>Faça perguntas: fale com outros(as) profissionais da área, fale com seus amigos e parentes, pergunte como as pessoas fazem no dia a dia para trabalhar com produto, essa é uma das melhores maneiras de aprender, com quem já tem experiência e sabe o que está fazendo.</li>
<li>Prepare a sua história: depois de entender bem o que é trabalhar com produto, ter algumas experiências com esses times dentro da sua empresa, ou não, é hora de você se vender como o(a) mais novo(a) PO da praça. Faça cursos e mostre que você só precisa de uma oportunidade para fazer o seu shift de carreira.</li>
<li>Esteja pronto(a) para as entrevistas: muitas vezes mudar de carreira é começar de novo. Pode ser que você fique nervoso para conseguir aquele &#8220;primeiro emprego, mas isso faz parte do processo. Seja seguro(a) de que você fez a escolha certa e mostre o quanto essa oportunidade é importante para você.</li>
</ul>
<p>Não importa se você veio do marketing ou da programação, com estudo e dedicação você pode ser tornar um profissional de produto de sucesso.</p>
<p><img decoding="async" fetchpriority="high" class="aligncenter size-large wp-image-2296" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2018/10/PocketBook-pré-forms-1024x308.png" alt="" width="1024" height="308" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/10/PocketBook-pré-forms-1024x308.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/10/PocketBook-pré-forms-300x90.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/10/PocketBook-pré-forms-768x231.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/10/PocketBook-pré-forms.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Preencha o formulário abaixo para acessar o material:<br />
<!-- [if lte IE 8]>
<script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2-legacy.js"></script>
<![endif]--><script charset="utf-8" type="text/javascript" src="//js.hsforms.net/forms/v2.js"></script><br />
<script><br />
  hbspt.forms.create({<br />
	region: "na1",<br />
	portalId: "5236880",<br />
	formId: "251f33b5-0a10-4a9f-8708-5206f4d593de"<br />
});<br />
</script></p>
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			</item>
		<item>
		<title>10 principais tendências de setor, da JWT</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/10-tendencias-de-setor/</link>
					<comments>https://blog.bossabox.com/10-tendencias-de-setor/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Georgia Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 17:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing e Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios e Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendências de setor é um tópico que interessa a qualquer empresa, independentemente do tamanho. Pensando nisso, a J. Walter Thompson elabora um report anual de previsões: The future 100. Com presença global, a JWT é uma das mais reconhecidas marcas de comunicação de marketing no mundo. Com sede em NY, presente em mais de 90 países e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendências de setor é um tópico que interessa a qualquer empresa, independentemente do tamanho. Pensando nisso, a <a href="https://www.jwt.com/pt/">J. Walter Thompson</a> elabora um report anual de previsões: <a href="https://www.jwtintelligence.com/trend-reports/the-future-100-2019/">The future 100</a>. Com presença global, a JWT é uma das mais reconhecidas marcas de comunicação de marketing no mundo. Com sede em NY, presente em mais de 90 países e 150 anos de história é reconhecida não só por seus trabalhos premiados como também por seu pioneirismo em aspectos importante do setor. Como, por exemplo, foram os primeiros a criar um departamento criativo dentro da agência.</p>
<p>Com essa fama de vanguardista vale a pena dar uma olhada no report de 2019 foi divulgado em novembro de 2018. Ele aborda as tendências e mudanças mais importantes em vários setores da economia.<br />
Curiosa(o)?! Trouxemos os 10 destaques para você&#8230; Aproveite e antena ligada!</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1702 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/03/Future-100_2019_COVER_for-website-300x194.jpg" alt="" width="548" height="355" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/Future-100_2019_COVER_for-website-300x194.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/Future-100_2019_COVER_for-website-768x497.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/Future-100_2019_COVER_for-website-1024x663.jpg 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/Future-100_2019_COVER_for-website.jpg 1224w" sizes="(max-width: 548px) 100vw, 548px" /></p>
<p><strong>Cultura</strong><br />
1- Instagram Backlash: talvez 2019 seja o início da queda, segundo as pesquisas.<br />
Os(as) consumidores(as) começam a evitar e desprezar o que se tornou, de certa forma, uma cultura artificial. Construído para inspirar o compartilhamento, com influenciadores(as) que podem comprar seus seguidores e com vidas “filtradas” que se distanciam da realidade, gerando uma ansiedade crônica nos(as) usuários(as). O ciclo de novas plataformas onde gera-se entusiasmo, saturação e por fim esgotamento vem sendo notado no comportamento do(a) consumidor(a), que cada vez mais anseia por experiências de fato autênticas, impactando nas tendências de setor.</p>
<p><strong>Tecnologia e Inovação</strong><br />
2- Mídia Social Bem-estar: a discussão em torno do impacto negativo da mídia social na saúde mental já não é novidade e vêm sendo especulada publicamente nos últimos anos. Celebridades como Taylor Swift e nomes importantes como a Duquesa de Sussex falam sobre as pressões causadas pelo uso de mídias sociais. Existem mais de 3 bilhões de usuários de mídia social, de acordo com estatísticas da Hootsuite e We Are Social. As empresas que oferecem uma plataforma social estão bem conscientes das consequências aos usuários e estão assumindo sua parte na responsabilidade. Começam a conscientizar e “ensinar” sobre o consumo pesado e o comportamento anti-social. Mas isso é o suficiente? Provavelmente não, mas já é um começo para encontrar uma forma equilibrada de uso antes que chegue a próxima geração.</p>
<p>3- <a href="http://humanetech.com/">Internet Ética</a>: estamos em uma época em que a tecnologia difundida afeta todos os aspectos da vida das pessoas e os escândalos envolvendo as falhas em empresas de tecnologia, em se comportar de maneira ética, são quase semanais. O que começou como discurso da mídia agora está sendo assumido por corporações e governos com um chamado à ação. A mensagem também está atingindo a consciência de massa entre os(as) consumidores(a)s e o que está claro é que as empresas precisarão responder a essas tendências de setor para manter a boa imagem. Hoje, a primeira coisa que diz ao ligar um iPhone é: a privacidade é um direito humano. Isso exemplifica bem a relevância do assunto.</p>
<p><strong>Hotelaria e Turismo </strong><br />
4- Turismo e a geração Z: com a Gen Z superando a geração do milênio em 2019, as empresas de viagens estão se preparando. Para atingir estes(as) novos(as) viajantes, devem oferecer experiências autênticas, que instiguem e sejam acessíveis ao mesmo tempo, considerando-se um orçamento geralmente apertado. Algumas marcas já estão se movimentando nessas tendências de setor, como a TripAdvisor que em 2018 lançou uma versão mais personalizável de seu App. A nova versão permite que os(as) usuários(as) salvem em seu perfil os itinerários, guias e listas de desejo, podendo compartilhar e escolher entre privado ou público. Com isso o TripAdvisor pode competir com as curtidas do Instagram e o Pinterest, atingindo os(as) novos(as) consumidores(as). Outras empresas despontam com soluções atraentes e personalizadas para o público.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1699 aligncenter" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2019/03/office-620822_1920-300x199.jpg" alt="" width="636" height="422" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/office-620822_1920-300x199.jpg 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/office-620822_1920-768x510.jpg 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/office-620822_1920-1024x680.jpg 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2019/03/office-620822_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 636px) 100vw, 636px" /></p>
<p><strong>Brands and marketing</strong><br />
5- Serviços para <a href="https://bossabox.com/blog/squads-remotos-o-que-sao-e-como-usar-para-o-seu-produto-de-software/">Freelancers</a>: à medida que o trabalho autônomo continua a explodir, uma onda de redes e plataformas para freelancer estão surgindo, oferecendo ajuda e aconselhamento a trabalhadores autônomos. O número de trabalhadores(as) independentes têm crescido no Reino Unido desde 2001 e agora respondem por cerca de 15% da população ativa, de acordo com o Escritório de Estatísticas Nacionais. Estima-se que 27 milhões de americanos(as) deixarão empregos em tempo integral entre 2018 e 2020. As marcas foram rápidas em identificar a oportunidade. Os espaços de trabalho compartilhados cresceram a uma taxa de 200% nos últimos cinco anos. Em grandes cidades como Londres, Nova York e Chicago, elas estão se expandindo a uma taxa anual de 20%. A WeWork, avaliada em US $ 20 bilhões, tornou-se a maior ocupante de escritórios corporativos em Londres e está diversificando em clubes de bem-estar como o Rise By We. Também liderou o investimento de US $ 32 milhões feito no clube de coworking feminino, o Wing. À medida que o trabalho autônomo se torna a norma, novas plataformas e redes que capacitam trabalhadores(as) contratados(as) provavelmente se tornarão mais comuns &#8211; tornando-se uma das tendências de setor que afetam não apenas marketing, mas outras áreas de empresas.</p>
<p><strong>Alimentos</strong><br />
6- Reposicionando a Comida Congelada: a categoria de alimentos congelados se aquece com a missão de acabar com o estereótipo de artificial e reimaginar as tendências de setor para consumidores preocupados com a saúde.<br />
O mercado global de alimentos congelados deve atingir US $ 311,9 bilhões até 2021. Os(As) consumidores(as) estão buscando mais alimentos naturais e nutritivos sem comprometer a conveniência. Com isso abre-se uma grande oportunidade. Entre os millennials dos EUA, 60% dizem que tentam apenas ingerir alimentos com ingredientes naturais e 45% dizem que só comem alimentos orgânicos, segundo a SONAR &#x2122;, unidade de pesquisa proprietária da J. Walter Thompson. Em 2017, a Danone investiu na startup de alimentos para bebês orgânicos congelados Yooji, distribuídos em 600 lojas na França. A Nestlé adquiriu a empresa de alimentos congelados de origem vegetal Sweet Earth em setembro de 2017 e lançou recentemente uma linha de pizzas à base de vegetais. Não basta a facilidade, precisa ser bom, e principalmente saudável e nutritivo de verdade.</p>
<p><strong>Retail</strong><br />
7- S-Commerce: As tendências de setor neste caso são as mídias sociais como fonte de inspiração e de procura por novos produtos, trazendo às plataformas a oportunidade de adaptar suas ofertas. Monetizando cada vez mais esse engajamento para tornarem-se verdadeiros destinos de compras do comércio eletrônico.<br />
Nessa mesma linha o Text-Commerce vêm colaborando no pacote. Com os recursos de mensagens de texto sendo expandidos para enviar facilmente desde gifs a músicas, o comércio de texto atrai o conforto do(a) consumidor(a) e encurta o caminho para a compra. Os varejistas estão reduzindo as compras para o básico, aproveitando a facilidade e a familiaridade do SMS para oferecer experiências de compra simples e personalizadas. Favorecendo a intimidade de uma mensagem de texto para fazer a venda a um consumidor em movimento.<br />
A Dirty Lemon é um dos exemplos nessa tendência de setores. Pioneira desse modelo, confiando apenas em mensagens de texto para vender suas bebidas famosas no Instagram. Em 2018 expandiu para o mercado off-line abrindo uma loja de conveniência em Manhattan, onde os(as) consumidores(as) são incentivados a comprar um tônico de US $ 10 e pagar mais tarde, tudo enviando uma mensagem de texto.</p>
<p><strong>Luxo</strong><br />
8- Luxo-compartilhado: vêm crescendo o interesse por acomodações luxuosas de estadia prolongada. Com consumidores(as) buscando o meio-termo entre os hotéis, que não têm o conforto de casa, e os Airbnbs que não têm a confiabilidade e o serviço dos hotéis.<br />
Em outubro de 2018, a empresa hoteleira de luxo Four Seasons anunciou seu primeiro projeto residencial, que será construído em Los Angeles. As residências ficarão em algum lugar entre um resort e uma residência particular. Com comodidades no local incluindo serviço de concierge 24 horas, serviço de limpeza, academia e personal trainer, além de cozinha e chef privativos(as) para refeições no local.<br />
A crescente popularidade é evidente. O número de hotéis para estadias prolongadas aumentou 34% nos cinco anos até 2018, e está superando os hotéis com uma taxa de ocupação de 77%, em comparação com a taxa de 70% dos hotéis.</p>
<p><strong>Saúde</strong><br />
9- Healing Cafés: a maior consciência da saúde mental está dando origem a espaços públicos projetados para recarregar e se reequilibrar em momentos raros em cidades agitadas. Novos espaços estão despontando no mercado para promover esse bem-estar mental, substituindo os cafés tradicionais por pontos de encontro populares para relaxamento. Além de cafeteria trazem espaços aconchegantes e serviços que promovem o bem-estar. Uma pequena janela, para uns minutos de tranquilidade, nos dias mais estressantes.</p>
<p><strong>Lifestyle</strong><br />
10- O novo <a href="https://bossabox.com/blog/como-saber-se-e-hora-de-contratar-um-desenvolvedor-freelancer-ou-clt/">Workanomics</a>: Das nove às seis ainda é a melhor maneira de se trabalhar? Cada vez mais muitas empresas e funcionários estão buscando alternativas à tradicional semana de trabalho em tempo integral. Esta é uma das tendências de setor. Usando inteligência artificial, automação e novas formas de bonificar os(as) funcionários(as) isso está se tornando, cada vez mais, uma realidade. As descobertas de uma nova pesquisa realizada pela Social Market Foundation, mostram que a automação e a IA podem levar a aumentos suficientes nas eficiências do local de trabalho, permitindo que os(as) trabalhadores(as) realizem as mesmas tarefas em menos tempo. Com aumento da produtividade claramente demonstrado em todo o mundo, as empresas começam a repensar e se beneficiar do novo formato. As pessoas começam a adotar práticas de trabalho flexíveis e alternativas, com recompensas que vão além do incentivo financeiro, trazendo bem-estar e a possibilidade de aumento de rendimento com contratações paralelas.</p>
<p>Para conhecer a fundo sobre todas as previsões e comportamentos divulgados no <a href="https://www.jwtintelligence.com/trend-reports/the-future-100-2019/">The Future 100</a> acesse o site e baixe o report completo das tendências de setor. Com certeza pode trazer bons insights ao seu negócio além de uma visão mais ampla do mercado global. Vale a pena manter no radar.</p>
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		<title>Squads remotos: o que são e como usar para o seu produto de software</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 23:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Squads em tecnologia são times completos, multidisciplinares e autônomos para desenvolvimento de produtos. O termo é amplamente usado por grandes empresas de tecnologia, startups e organizações que utilizam Ágil como filosofia de gestão. Os Squads são guiados por um ou uma Product Owner (PO), figura responsável pela priorização do trabalho do time. No BossaBox, os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Squads em tecnologia </span><b>são times completos, multidisciplinares e autônomos para desenvolvimento de produtos</b><span style="font-weight: 400;">. O termo é amplamente usado por grandes empresas de tecnologia, startups e organizações que utilizam Ágil como filosofia de gestão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os Squads são guiados por um ou uma Product Owner (PO), figura responsável pela priorização do trabalho do time. No BossaBox, os Squads são formados por: </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">1. POs;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2. Líderes de tecnologia e design;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3. Designers UX/UI;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4. Desenvolvedores e/ou desenvolvedoras front-end;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">5. Desenvolvedores e/ou desenvolvedoras back-end.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O tamanho e formação desses Squads remotos dependem de variáveis como complexidade do produto, tecnologias utilizadas e formato do escopo: fechado ou aberto.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">E, claro, remotos são relativos ao fato das pessoas envolvidas neste time estarem externas, fisicamente, à empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por quê Squads remotos são uma excelente alternativa para o desenvolvimento do seu produto? Vamos listar alguns motivos: </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Força de trabalho vs. localização geográfica</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem sempre o estado ou cidade em que sua empresa está situada é a melhor opção para achar a força de trabalho necessária para compor seu Squad. Principalmente, se no seu caso, o objetivo for desenvolver um produto do zero, através do qual sua empresa irá conseguir clientes, operar o modelo de negócio, faturar e entregar valor para os stakeholders. Nesse caso será preciso desenvolver um produto profissional, com tecnologias robustas e escaláveis para sua empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Achar as pessoas certas para a composição do time é crucial para o sucesso do desenvolvimento. E probabilisticamente, você tem mais chances de achar a pessoa certa sem ter como premissa a localização geográfica. É simples, há muitas desenvolvedoras, desenvolvedores e designers excelentes espalhados em pequenas cidades do interior, assim como freelancers profissionais ou ainda na faculdade, por exemplo. E se você tiver sua empresa sediada em grandes cidades, como São Paulo, ainda terá que lidar com salários inflacionados pela alta procura de bons profissionais de tecnologia e design. Lidar com força de trabalho remota, bem qualificada e curada, é desviar desse tipo de questão. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Infraestrutura e custo da operação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Contratar Squads completos exigirá que você tenha um escritório que comporte essas pessoas &#8212; aqui, a título de exemplo e experiência do BossaBox, tomaremos por base 5 pessoas. Você precisará não só das posições, mas também de &#8220;facilities&#8221; como café, material de escritório, limpeza e outros benefícios que seu time &#8220;core&#8221; já tem. Mas expandir esses benefícios custa, podendo essa não ser uma alternativa viável para o seu momento ou não ser tão enxuta quanto poderia para sua estrutura de custos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda sobre quanto esse custo representa, vamos supor que essas pessoas terão salários CLT de mercado e têm um nível de senioridade equivalente. Esse Squad pode variar entre R$40.000 e R$65.000, por mês, levando em conta: CLT, senioridade, média salarial por cidade, estado, benefícios, remuneração variável, entre outros aspectos. Em contrapartida, o custo de contratar um Squad remoto ou através do BossaBox, por exemplo, com um time de 4 a 6 pessoas pode variar entre apenas 1 ou 2 salários do time anterior.. Como é possível? Veja abaixo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Tendência de trabalho remoto</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a pesquisa realizada pela Freelancing in America Survey, </span><a href="https://www.forbes.com/sites/elainepofeldt/2017/10/17/are-we-ready-for-a-workforce-that-is-50-freelance/#7cd52bbd3f82"><span style="font-weight: 400;">50,9% da população americana trabalhará como freelancer até 2027</span></a><span style="font-weight: 400;">. Acha muito tempo até lá? Em 2017 o número era de 36% nos EUA. Pois é, e a tendência é mais forte do que aparenta no Brasil. O trabalho remoto além de possibilitar uma qualidade de vida melhor às pessoas, ter custo menor para a empresa e ser uma tendência mundial, ainda é capaz de acelerar o processo de desenvolvimento do seu produto por uma questão de foco. Pessoas em diferentes lugares trabalhando pelo mesmo projeto, no mesmo time, tendem a ter contatos pragmáticos, via Zoom, Go To Meeting, Skype, etc. O que diminui a quebra de produtividade que existe, muitas vezes, no ambiente físico, isso por conta de barulho, distração, movimento, entre outros pontos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você deve estar se perguntando como o trabalho dessas pessoas pode se comparar a funcionários presenciais.<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Pois bem, elas são freelancers profissionais ou full-time freelancers, que provavelmente terão outras fontes de renda e o mesmo comprometimento, afinal, é o que fazem para viver. Outro ponto importante é comodidade, essas pessoas não terão custo de locomoção, alimentação fora , horas de trânsito ou transporte, entre outras variáveis que podem ser levadas em consideração. Caso sejam pessoas de estados onde a procura por profissionais de tecnologia é menor, o que leva a salários &#8220;baixos&#8221;, comparados aos de grandes capitais, trabalhar em squads remotos pode ser excelente, ainda mais se morarem mais afastadas, o que aumentaria os custos citados acima. Isso cria uma situação de aumento de produtividade, diminuição de custos, aumento de agilidade e excelentes consequências para o desenvolvimento de um produto. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Premissas de sucesso para Squads Remotos</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que seu produto seja bem sucedido, você precisará dar muita atenção a alguns pontos:</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">1) Metodologia </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre esse tema, como dito no início e segundo a filosofia seguida pelo BossaBox e a maior parte do mercado e setor de desenvolvimento de produtos, entendemos como sendo a melhor opção estudar, entender e reproduzir as Metodologias Ágeis. E sobre isso, você pode ler um material completo desenvolvido pelo nosso time de operações para compreensão e aplicação na prática. </span></p>
<p><a href="https://materiais.bossabox.com/pocketbook-metodologias-ageis"><b>Metodologias Ágeis</b></a><span style="font-weight: 400;">: entenda os papéis, eventos e artefatos para implementar na sua empresa</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">2) Comunicação e Alinhamento</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Já que estão distantes, as pessoas precisam se comunicar constantemente. É necessário fazer o Daily Scrum, mesmo que remoto, via bot, planilha ou call, mas no caso de ser via call há o impedimento sobre todos os membros estarem disponíveis no mesmo horário. Membros de times remotos devem poder produzir no período do dia em que têm disponibilidade e preferem, desde que cumpram seus Story Points e sua função dentro da Sprint. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Utilize </span><a href="https://slack.com/"><span style="font-weight: 400;">Slack</span></a><span style="font-weight: 400;"> para chat e diminua em 48% a troca de e-mails e </span><a href="https://zoom.us/"><span style="font-weight: 400;">Zoom</span></a><span style="font-weight: 400;"> para calls gravados, quando necessária a documentação.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">3) Qualidade dos Profissionais</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Há muitas formas de se resolver esse problema. Contratando plataformas de recrutamento, criando processos efetivos de seleção e contratação, remunerando bem os bons profissionais e fazendo curadorias minuciosas e completas, como fazemos no BossaBox &#8212; via produto.</span></p>
<p><a href="https://bossabox.com/?utm_medium=blog&amp;utm_source=bossabox-site&amp;utm_campaign=posts-fundo"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-1895 size-medium" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2017/09/timmm-300x60.png" alt="" width="300" height="60" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-300x60.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-768x153.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-1024x204.png 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">4) Ferramentas de Trabalho</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Começamos dizendo que existem muitas! Então, defina o seu &#8220;Tool Box&#8221; orientado à produtividade, qualidade da ferramenta, custo por mês por usuário e criação de valor para sua operação. Também fizemos um material muito completo sobre nosso ToolBox 1.0: Trello, GitLab, Slack e InVision. No material, há todas as ferramentas e os </span><i><span style="font-weight: 400;">Hacks</span></i><span style="font-weight: 400;"> de cada uma dentro de um processo de produção de software.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.bossabox.com/ebook-1-ferramentas-de-gerenciamento"><b>Ferramentas</b></a><span style="font-weight: 400;"> para Gestão de Squads Remotos. </span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">5) Escopo de Produto</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Sugerimos a utilização do framework de trabalho: User Story Mapping. Através desse formato, será possível compreender os usuários e definir um bom escopo para o PO e o time trabalharem em cima, priorizando os objetivos e estratégias do negócio e como isso se reflete no produto. Temos um </span><a href="https://bossabox.com/blog/escopo-de-software-o-que-e-e-como-definir-o-escopo-para-o-meu-produto/"><b>template (um texto explicando o framework) para você começar o seu</b></a><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">6) Tecnologias </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Definir a Stack do seu produto é igualmente crítico. Um bom Analista de Negócios ou PO poderão ajudar com eficiência e assertividade. Você </span><a href="https://bossabox.com/blog/linguagens-de-programacao-mais-importantes-em-2018/"><span style="font-weight: 400;">pode ler sobre as linguagens mais importantes aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">7) Planejamento</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter um planejamento claro e efetivo é essencial para guiar Squads remotos. É necessário para que estejam alinhados e possam ser autônomos dentro das funções e tarefas designadas no planejamento. Os papéis, atividades, entregas, datas e ferramentas devem estar todos dentro do planejamento. </span></p>
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		<title>Os benefícios de ter um time de desenvolvedores e designers remotos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2018 16:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O formato de trabalho está mudando, sua empresa deve mudar também Quando pensamos nos benefícios de se ter um time de desenvolvimento remoto, muitas vezes pensamos automaticamente na economia de recursos. Contudo, nos últimos anos estamos vendo avanços significativos nessa indústria. Dessa forma, economizar dinheiro deixou de ser o único e mais importante benefício de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O formato de trabalho está mudando, sua empresa deve mudar também</h2>
<p dir="auto">Quando pensamos nos benefícios de se ter um time de desenvolvimento remoto, muitas vezes pensamos automaticamente na economia de recursos. Contudo, nos últimos anos estamos vendo avanços significativos nessa indústria. Dessa forma, economizar dinheiro deixou de ser o único e mais importante benefício de se trabalhar com um time remoto de desenvolvedores e designers.</p>
<p dir="auto">Como você deve saber, globalização não é coisa nova, ela já faz parte da nossa sociedade faz um tempo. E com ela, veio o acesso a milhares de empresas (principalmente marketplaces) que prometem um time de desenvolvimento de alta performance alocados em qualquer lugar do planeta. Startups americanas, indianas, ucranianas e muitas outras agora estão muito mais próximas de você. Além disso, ferramentas de gestão cada vez mais integradas e bem pensadas ajudam bastante no gerenciamento dessa força de trabalho.</p>
<p dir="auto">A sociedade e a forma de se trabalhar mudou muito com a tecnologia. Sua empresa também deve se adaptar aos novos moldes e repensar a maneira como recruta, retém, engaja e gerencia pessoas. Afinal, seu negócio se resume aos indivíduos que fazem parte dele.</p>
<h2>Os benefícios de ter um time de desenvolvedores e designers remotos</h2>
<p dir="auto">Com isso, vamos direto ao ponto. Vou falar hoje das vantagens de se ter um time de desenvolvimento e design remoto.</p>
<p dir="auto">Lembrando que também existem desvantagens e riscos, é claro. Futuramente escreverei um outro artigo falando um pouco mais deles em específico. Neste, vou dar atenção aos benefícios.</p>
<p dir="auto"><strong>1. Foco no seu negócio</strong></p>
<p dir="auto">Aqui no BossaBox, temos muito contato com fundadores e fundadoras que não possuem background em tecnologia. Essas pessoas não consideram contratar e gerenciar um time de desenvolvimento sua melhor habilidade. Ou simplesmente a fonte de receita de suas empresas não depende necessariamente de um produto digital.</p>
<p dir="auto">Dessa forma, optam por contratar um time remoto com empresas especializadas. Muito da distração e estresse envolvido no processo de recrutamento é removido e o fundador(a) tem mais espaço para focar no core business e na estratégia da sua empresa.</p>
<p dir="auto">Minha única ressalva em relação a esse ponto é que muitas empresas desse ramo, como marketplaces de freelancers tradicionais, não resolvem por completo os problemas enfrentados pelo mercado. Elas apenas digitalizam uma solução incompleta. Ou seja, caso opte por essas empresas, você ainda teria que gerenciar o time remoto, delegar tarefas, definir prazos e orçamento. E como eu já falei, isso pode não ser sua melhor habilidade.</p>
<p dir="auto">Dica: aqui no BossaBox você pode ter um time de gerentes, desenvolvedores e designers trabalhando no seu projeto. Ou seja, nós de fato gerenciamos o seu time remoto, para que você foque no seu negócio.</p>
<p dir="auto"><strong>2. Tenha acesso a habilidades e tecnologias mais recentes</strong></p>
<p dir="auto">Outro grande benefício em se ter um time de desenvolvimento remoto é o acesso a tecnologias e habilidades mais modernas, o que pode refletir em um produto de maior qualidade e mais escalável.</p>
<p dir="auto">Mas … linguagens como Elixir, React, React Native, Laravel, Ruby, Swift e muitas outras são tecnologias com pouca mão de obra capacitada para a atender a demanda latente do mercado. Ou seja, isso faz com que seja extremamente difícil contratar um dev qualificado, uma vez que a concorrência com outras empresas é extremamente alta.</p>
<p dir="auto">Isso é ainda mais realidade quando o assunto é Brasil. Infelizmente, ainda não formamos a quantidade necessária de desenvolvedoras e desenvolvedores.</p>
<p dir="auto">Sendo assim, contratar um time remoto com empresas confiáveis representa uma oportunidade de acesso a pessoas já previamente qualificadas nas tecnologias que você precisa e que são melhores para o seu negócio</p>
<p dir="auto"><strong>3. Uma outra perspectiva para o seu negócio</strong></p>
<p dir="auto">No cotidiano, sua rotina e as pessoas com quem você se envolve não muda muito com o passar do tempo. Opiniões diferentes e valiosas sobre seu negócio são perdidas dia após dia. E acredite, diversidade é um fator siginificativo no sucesso da sua empresa.</p>
<p dir="auto">Ao confiar seu produto em um time remoto, você tem chances de conhecer pessoas diferentes e que não estão com o olhar viciado. Essas pessoas podem contribuir de formas diferentes e proporcionar insights valiosos para o seu negócio ou produto.</p>
<p dir="auto"><strong>4. Tempo de produção mais ágil nas horas mais críticas</strong></p>
<p dir="auto">Em um cenário competitivo em que é vital inovar de forma rápida e ser o primeiro a chegar, trabalhar com time remotos é uma ótima opção para ganhar velocidade nas horas que você mais precisa.</p>
<p dir="auto">Seja no início do projeto ou no lançamento, vai existir um momento em que você vai precisar de mais agilidade. E times remotos proporcionam a flexibilidade necessária para isso. Ou seja, se a demanda aumentar, é muito mais fácil e rápido alocar um freelancer do que contratar um novo funcionário.</p>
<p dir="auto">Em contrapartida, caso a sua necessidade de software diminua consideravelmente, desalocar um profissional é muito mais fácil caso ele esteja remoto, já que a relação é muito mais impessoal e os contratos entre as partes são mais flexíveis.</p>
<p dir="ltr"><strong>5. Foco no seu produto</strong></p>
<p dir="ltr">Muitas empresas dependem de um produto digital para que seu modelo de negócios seja validado ou operado. Quando esse é o caso, a grande maioria opta pela contratação de um time interno.</p>
<p dir="ltr">Contudo, conforme a escala aumenta e o modelo de negócios se adapta ao mercado, podem surgir algumas necessidades de software que são periféricas ao produto core. Ou seja, demandas que não afetam a operação do modelo de negócios.</p>
<p dir="ltr">Em casos assim, times remoto são valiosos, já que são contrastados on-demand e seu time core pode focar naquilo que é mais importante no roadmap interno.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p dir="ltr">Times remotos possuem pros e contras. Existem benefícios nesse formato de trabalho que o modelo tradicional de contratação simplesmente não consegue replicar.</p>
<p dir="ltr">Porém o mundo não é tão preto no branco, acredito fortemente que alguma combinação entre as duas metodologias é o caminho mais eficiente para alcançar o sucesso.</p>
<p dir="ltr">Por fim, gostaria de deixar claro que nada do que você leu aqui é uma regra fixa. Cada empresa e profissional é singular e habilidades e conhecimentos mudam de indivíduo para indivíduo. Dessa forma, alocar sua força de trabalho remotamente pode tanto representar um ganho absurdo quanto um desafio impossível.</p>
<p dir="ltr">Uma coisa é fato, você só vai saber se tentar.</p>
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		<title>Como implementar o Scrum na sua empresa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 14:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último artigo, apresentamos o que é o framework de trabalho Scrum, a forma mais conhecida de materialização dos princípios ágeis nas organizações. Vimos seus processos e benefícios de sua adoção frente metodologias Waterfall. Discutimos também como o Scrum tem a sua origem para projetos de desenvolvimento de software, mas que é utilizado nas maiores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bossabox.com/blog/especial/metodologia-scrum-o-que-e-e-como-ela-pode-ajudar-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener">No último artigo</a>, apresentamos o que é o framework de trabalho Scrum, a forma mais conhecida de materialização dos princípios ágeis nas organizações.</p>
<p>Vimos seus processos e benefícios de sua adoção frente <a href="http://blog.hashtrack.io/maiores-desafios-do-modelo-waterfall/" target="_blank" rel="noopener">metodologias Waterfall</a>.</p>
<p>Discutimos também como o Scrum tem a sua origem para projetos de desenvolvimento de software, mas que é utilizado nas maiores empresas do mundo – fora mesmo do mundo da tecnologia – por ser facilmente adequável para qualquer objetivo de trabalho em que há uma entrega final concreta que pode ser dividida em pequenas partes.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM: </strong><a href="https://hubs.li/Q01yc2wx0">Metodologias ágeis: o que são e como implementá-las no seu negócio?</a></p>
<p>Agora, vamos apresentar um passo-a-passo e listar algumas ferramentas para implementar o Scrum no seu ambiente de trabalho.</p>
<h1>Refrescando a memória</h1>
<p>Consiga um lugar para organizar os pensamentos ou o seu Backlog, se já estiver pronto. Isso pode ser feito tanto em um software como o Trello ou Pipefy, ou mesmo apenas em um quadro branco.</p>
<p>O Scrum começa com o <a href="https://www.cursospm3.com.br/product-owner-o-que-faz-salario-habilidades/"><strong>Product Owner</strong></a>, o representante do usuário final, tendo autoridade para dizer o que vai ou não ter no projeto. Cabe ao Product Owner a listagem e priorização de uma lista de tarefas e requisitos necessários para o produto final – o <strong>Backlog</strong>. O <strong>Time Scrum</strong> – responsável pela produção e desenvolvimento do projeto em questão – é formado e um <strong>Scrum Master</strong> (o “resolvedor”) é alocado.</p>
<p>Em seguida, a base do Scrum: a <strong>Sprint</strong>. A Sprint é um prazo predeterminado em que o time responsável pelo desenvolvimento do projeto deve cumprir com um conjunto de tarefas listados no Backlog. O normal é durar cerca de 2 semanas – podendo variar entre 1 e 4 semanas. Faz-se o<strong> Sprint Planning</strong>, escolhendo quais partes do projeto serão contempladas na Sprint a se iniciar e aí mãos a obra:<strong> o Time tem a duração da Sprint para cumprir com o trabalho proposto</strong>.</p>
<p>Ao término, faz-se o <strong>Sprint Review</strong>, no qual se discute o que pode ser melhorado nos processos do Scrum e discute-se a produtividade em termos de entregáveis por período de tempo.</p>
<h1>Pré-Requisitos</h1>
<p>1 Scrum Master (SM): seja o SM da metodologia que você está tentando implementar. Seu papel será, justamente, garantir o cumprimento dos processos.</p>
<p>1 Product Owner (PO): consiga um PO adequado, que vá conseguir tanto transmitir as ideias do cliente/usuários do projeto que está sendo desenvolvido quanto esteja muito disposto a fazer tudo a seu alcance para o sucesso do projeto.</p>
<p>Time Scrum: monte o time com a quantidade de membros que você julgar conveniente ou tiver disponível.</p>
<p>Para saber mais sobre os pré-requisitos, <a href="https://bossabox.com/blog/especial/metodologia-scrum-o-que-e-e-como-ela-pode-ajudar-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
<h1>Passo-a-Passo</h1>
<h2>1. Arrume o seu Backlog</h2>
<p>O Product Backlog é uma lista de features que as pessoas querem que seja incluída no produto, em ordem de prioridade. Qualquer um pode adicionar qualquer coisa ao Backlog. Mas apenas o Product Owner &#8211; o dono do Backlog – tem o poder de realizar a priorização dos itens listados. O Backlog pode conter qualquer coisa relacionada ao produto: desde novos entregáveis e melhorias até problemas, riscos e bugs que possam surgir.</p>
<p>A priorização dos itens do Backlog – quais devem vir primeiro e quais mais tarde – deve ser feita olhando os itens (em sua maioria features do produto) como unidades de uma fila. O Product Backlog é uma fila de entregáveis a serem realizados e a ordem desejada deve considerar a complexidade do trabalho envolvido ao mesmo tempo que maximiza valor criado para usuário com a entrega feita.</p>
<h2>2. Estimando o Backlog</h2>
<p>Estime seu Backlog – para ter uma noção do tamanho dos itens – em função de pontos, não em função de tempo. Times de desenvolvimento são infinitamente mais capazes de dar palpites sobre estimativas em função de “tamanho” do trabalho do que em termos de “duração” do trabalho.</p>
<p>A pergunta correta não é “quanto tempo vai demorar?&#8221;, mas “quão grande é?”</p>
<p>Escolha um sistema de pontos para pontuar cada item do Backlog. Minha dica? A sequência de Fibonacci: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, &#8230; (não é a intenção do artigo explorar a relevância dos números de Fibonacci e suas diversas utilizações). Como no Scrum a regra de ouro é simplicidade, sugiro manter o range de possíveis valores entre 1-21.</p>
<p>Por mais claro que seja que “21” se trata do maior item e “1” do menor, pode haver uma falta de referencial no momento da alocação dos pontos entre os itens do Backlog. Para resolver isso, escolha: (i) o maior item e atribua a ele a maior pontuação (no caso, 21) e (ii) o menor item e atribua a ele a menor pontuação (no caso, 1).</p>
<p>Nesse estágio – de estimativas – pode-se jogar o <a href="https://www.culturaagil.com.br/planning-poker-tecnica-baseada-consenso/" target="_blank" rel="noopener">Planning Poker</a>. Cada membro do time recebe uma carta com cada uma das possíveis pontuações e vota uma pontuação para cada funcionalidade. Cada rodada é uma funcionalidade e todos devem virar as cartas da rodada ao mesmo tempo – para não haverem vieses de opinião.</p>
<p>Caso não tenha entendido o Planning Poker (afinal, é complicado mesmo) muito bem, <a href="https://www.culturaagil.com.br/planning-poker-tecnica-baseada-consenso/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
<p>Com essas estimativas em mãos, o Product Owner tem agora uma ótima base para fazer a priorização oficial do Backlog.</p>
<h2>3. Sprint Planning: Requisitos</h2>
<p>A próxima coisa que deve ser feita é determinar a duração da Sprint. Na metodologia, costuma variar entre 1 semana e 1 mês – sendo 2 semanas a mais frequente. Reflita bastante antes de tomar a decisão sobre a duração da Sprint, pois, ao longo do projeto, é recomendado – na verdade, é quase mandatório – que a duração não mude.</p>
<p>Monte o Sprint Backlog: o conjunto de itens do Backlog que é desejado estarem entregues ao término da Sprint. Inclua um pouco mais do que você acredita que o time é capaz de realizar – evitando ociosidade na hipótese de o time finalizar o trabalho antes da data.</p>
<p>Antes do início da Sprint, o Product Owner apresenta ao time cada item do Backlog e explica como ele/ela o vê em uma perspectiva funcional. O time discute cada um dos itens, fechando o escopo para cada um. Se possível, decompondo cada um em <a href="http://www.knowledge21.com.br/sobreagilidade/user-stories/o-que-e-user-story/" target="_blank" rel="noopener">User Stories: </a>framework que segue o formato “Como um ____ (tipo de usuário), eu quero ____ (funcionalidade) para que eu possa ____ (objetivo)”. A especificação em termos de User Stories é muito boa, pois permite a você dar um contexto, um sentido a cada funcionalidade &#8211; atribuindo quem vai precisar da funcionalidade e o propósito da interação do usuário com ela.</p>
<h2>4. Sprint Planning: Tarefas</h2>
<p>Quebre os requisitos atribuídos para a Sprint em tarefas. Exemplo? A “Home” de um Website: Documentação, Design, Desenvolvimento, Testes Unitários, Testes Gerais e Aprovação. Inclua todas as tarefas necessárias para se ter um Sprint Backlog 100% completo. Por último, traduza as tarefas em entregáveis – entregáveis são mais metrificáveis do que tarefas.</p>
<p>Priorize o Sprint Backlog, incluindo os sub-entregáveis definidos para cada requisito.</p>
<p>Agora, cabe ao time se comprometer a entregar todo o Sprint Backlog. Ao término da Sprint, esse Backlog deve constituir um produto que pode ser avaliado e manuseado por usuários.</p>
<h2>5. Crie um espaço de trabalho colaborativo</h2>
<p>Deixe a sala repleta de quadros brancos. Qualquer coisa que precisar ser repassada para o restante do time ou que se deseja anotar com relação ao projeto, cole na parede! Mencionamos alguns softwares que podem ajudar nessa tarefa – de exercer o papel de um Quadro Kanban – mas poucas coisas traduzem ao senso de colaboração melhor do que escrever em algo físico, dentro do ambiente de trabalho.</p>
<p>Crie o quadro do projeto com 5 colunas: “Product Backlog” (todos os requisitos), “A Fazer” (entregáveis a realizar na Sprint), “Fazendo” (trabalho que está sendo realizado), “Aguardando Aprovação” (aguardando aval do Product Owner) e “Feito”. Trabalhe com post-its e deixe o time livremente mover os cartões conforme o trabalho evolui.</p>
<h2>6. Sprint!</h2>
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<p>Regras:</p>
<p>&#8211; Os Times tomam as próprias decisões durante a Sprint. O Scrum Master não dá instruções sobre o trabalho, mas suporte e assistência. É importante que o Time tome as decisões para se sentirem donos do que está sendo feito e assumam as responsabilidades do projeto, aumentando o engajamento.</p>
<p>&#8211; A duração da Sprint é fixa. Não muda. Se houve trabalho em excesso, uma pena; ele será transferido para a próxima Sprint. Se faltou trabalho, puxa pedaços do Backlog que pertenceriam a próxima Sprint. A Sprint sempre vai durar o que foi planejado para ela durar.</p>
<p>&#8211; Você só pode seguir para o próximo entregável uma vez que o anterior tenha sido aprovado. Feito significa “Feito.”. Para conseguir trabalhar com uma escala de tempo fixa, é imperativo que não haja retrabalho.</p>
<h2>7. Reuniões</h2>
<p>Diariamente – mesmo – deve ser sediado o <a href="http://www.desenvolvimentoagil.com.br/scrum/daily_scrum" target="_blank" rel="noopener">Daily Scrum</a>.</p>
<p>Essa reunião deve ser feita formando um meio circulo envolta do quadro branco da Sprint. Todo o time, Scrum Master e Product Owner devem estar presentes. É feita de forma a não tomar mais do que 15 minutos do tempo dos envolvidos e são respondidas, por cada um dos membros do Time:</p>
<p>1 &#8211; “O que fiz?” (Ontem-Hoje)</p>
<p>2 &#8211; “O que vou fazer?” (Hoje-Amanhã)</p>
<p>3 &#8211; “Houve algum impedimento no meu trabalho?”</p>
<p>O Scrum Master é o responsável por garantir que essa reunião ocorra – e ocorra bem. Além disso, é ele o responsável direto por resolver questões que surjam com as respostas da pergunta 3: os impedimentos. Se surgiram impedimentos que não permitiram um fluxo contínuo de trabalho por parte do time, cabe a ele ir atrás para resolver isso – lidando com stakeholders externos a equipe se necessário – e garantir o bom funcionamento do Scrum.</p>
<h2>8. Acompanhe o progresso</h2>
<p>Atualize diariamente o “<a href="http://www.methodsandtools.com/archive/scrumburndown.php" target="_blank" rel="noopener">Burndown Chart</a>”: o gráfico que relaciona progresso planejado x realizado (eixo Y) em função do tempo (eixo X).</p>
<p>Um gráfico com o eixo Y contendo quantos pontos – colocados na priorização – você tem que estar conseguindo “abater” através do release de entregáveis, imaginando um esforço constante do Time. E um outro gráfico com o eixo Y marcando os pontos a serem cumpridos de acordo com as datas.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-1155" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2018/02/Screen-Shot-2018-02-26-at-12.05.04-1024x569.png" alt="" width="664" height="369" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/02/Screen-Shot-2018-02-26-at-12.05.04-1024x569.png 1024w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/02/Screen-Shot-2018-02-26-at-12.05.04-300x167.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/02/Screen-Shot-2018-02-26-at-12.05.04-768x427.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2018/02/Screen-Shot-2018-02-26-at-12.05.04.png 1256w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></p>
<p>Dessa forma, atualizando diariamente o gráfico, tem-se uma ferramenta extremamente visual para saber se a equipe toda está adiantada, de acordo com ou atrasada quanto ao timing previsto tanto para a Sprint quanto para o projeto todo.</p>
<h2>9. Termine quando você disse que faria</h2>
<p>Termine toda funcionalidade antes de ir para a próxima e dê um jeito de cumprir com o planejado. Todo o time deve cooperar para atingir o maior propósito do Scrum: entregar o que fora prometido até o término da Sprint. Siga o princípio de que “feito significa feito!” Para evitar retrabalhos e para que você sempre esteja apto a poder – caso necessário – entregar o produto/projeto a qualquer momento.</p>
<p><a href="https://hubs.li/Q01yc44s0"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-1895 size-medium" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2017/09/timmm-300x60.png" alt="" width="300" height="60" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-300x60.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-768x153.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-1024x204.png 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<h2>10. Reveja, Reflita, Repita</h2>
<p>Agora que você terminou o seu trabalho durante a Sprint, está na hora das reuniões de Sprint Review (uma revisão) e Sprint Retrospective (uma retrospectiva).</p>
<p>A <strong>Sprint Review</strong> pode incluir todo tipo de stakeholders relacionado ao projeto externo a equipe de desenvolvimento. Ela ocorre por 3 motivos:</p>
<p>1. Permitir que os membros do time mostrem o que alcançaram e demonstrarem sua contribuição ao produto.</p>
<p>2. Permitir que todos os stakeholders vejam o que está sendo feito e providenciar um feedback pontual e regular, enquanto ainda há espaço para ajustes no produto.</p>
<p>3. Ajuda que todos mantenham o foco no deadline da Sprint – ninguém vai querer aparecer na reunião sem nada de útil para mostrar aos outros.</p>
<p>A<strong> Sprint Retrospective</strong>, por seu lado, é restrita a equipe responsável e se refere a melhoria dos processos internos e do próprio Scrum:</p>
<p>1. Revisite o seu Burndown Chart (gráfico de progresso) e veja as variações na produtividade do time ao longo da Sprint. Com ele e o quadro Scrum ao lado, pergunte:</p>
<p>2. O que deu certo? (Garanta que isso vai continuar na próxima Sprint)</p>
<p>3. O que poderia ter saído melhor? (Tente entender o porquê e corrigir)</p>
<p>4. O que faremos de diferente na próxima Sprint? (Escolha algumas ações concretas que time pode fazer e irá acarretar em melhorias de produtividade)</p>
<p><strong>Pronto. Você acabou de rodar o Scrum na sua empresa. </strong><strong>Agora, repita o processo desde o ponto 3 até esgotar todo o Product Backlog.</strong></p>
<h1>Fechamento</h1>
<p>A implementação do Scrum não irá acontecer de um dia para o outro e não há uma – por mais que tenha sido dado bons guidelines acima – uma receita correta a ser seguida. Será um trabalho de constante testes, iterações, feedbacks e ajustes.</p>
<p>Cada empresa tem a sua cultura organizacional e, por mais que o Scrum seja um framework de trabalho que traz benefícios imensuráveis para a produtividade e engajamento da sua equipe, você, gestor, precisa avaliar se de fato a sua empresa tem sinergia com essa metodologia.</p>
<p>Faça o processo ser natural, mostre a todos a importância dessa ferramenta e deixe que todos colaborem com uma construção da metodologia mais apropriada a vocês e aproveite todos os benefícios que a metodologia ágil mais famosa do mundo tem a oferecer!</p>
<p>Precisa de ajuda para montar a squad com as melhores metodologias e cerimônias? <a href="https://hubs.li/Q01yc44s0">Clique aqui</a> e converse com nosso time!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como as metodologias ágeis podem mudar sua vida</title>
		<link>https://blog.bossabox.com/como-metodologias-ageis-podem-mudar-sua-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[blogadmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 11:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe quando você vai correndo para o mercado sem grande foco e fica horas tentando lembrar o que falta em casa? Isso não é nada ágil, certo? Já quando você observa tudo antes e cria uma lista de compras, tudo se torna mais rápido e prático dentro do mercado. Isso não é diferente dentro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sabe quando você vai correndo para o mercado sem grande foco e fica horas tentando lembrar o que falta em casa? Isso não é nada ágil, certo? Já quando você observa tudo antes e cria uma lista de compras, tudo se torna mais rápido e prático dentro do mercado. Isso não é diferente dentro de uma empresa. Jogar os problemas ao ar e esperar para resolvê-los aos poucos pode causar um grande transtorno. O ideal é se planejar para conseguir obter resultados mais rápidos e melhores. E um ótima forma de alcançar esse planejamento utilizando metodologias ágeis no seu dia a dia.</span></p>
<p><b>Mas o que são essas tais de metodologias ágeis?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo começou com o desenvolvimento de projetos de software. As etapas se tornaram cada vez mais complexas, e com isso foi necessário desenhar fluxos de trabalho para organizar todo o processo. Mas já adiantamos, você não vai usar as metodologias ágeis apenas nessa área.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://bossabox.com/blog/especial/afinal-o-que-sao-as-tais-metodologias-ageis/"><span style="font-weight: 400;">metodologias ágeis</span></a><span style="font-weight: 400;"> priorizam as pessoas e as interações, produtos executáveis, colaboração do cliente e respostas rápidas para as mudanças. </span></p>
<p><b>Como posso usar metodologias ágeis na minha empresa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então vamos começar. Você vai precisar separar os seus projetos nos seguintes </span><a href="https://blog.mastertech.tech/negocios/como-e-o-ciclo-de-vida-de-um-projeto-agil/"><span style="font-weight: 400;">ciclos</span></a><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<blockquote><p><strong>Início do projeto</strong></p>
<p><strong>Organização e preparação</strong></p>
<p><strong>Execução do trabalho</strong></p>
<p><strong>Encerramento do projeto</strong></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro ponto importante é: todas as fases serão analisadas individualmente. Ou seja, se você encontrar um erro no caminho, é mais fácil resolvê-lo no início do que após um ano de trabalho feito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pense que você deseja escrever um livro sobre Metodologias Ágeis: você vai precisar pesquisar sobre o assunto, entrevistar especialistas, escrever o conteúdo, procurar uma editora e convencê-la a te ajudar nisso. Certo? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cada uma dessas etapas você vai: especificar, analisar,construir, testar e por fim, implementar. Dessa forma, se existir algum erro no caminho, você não vai descobrir através da editora que só se envolveu no final do projeto!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora pense em levar isso para todas as área da sua empresa. Desde aquele e-mail que você precisa enviar até aquele projeto que você precisa entregar cheio de qualidade no final do semestre para conseguir pedir aquele aumento. Quando você começa a dividir todas as tarefas, o resultado se torna mais preciso e mais rápido.</span></p>
<p><a href="https://bossabox.com/?utm_medium=blog&amp;utm_source=bossabox-site&amp;utm_campaign=posts-fundo"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-1895 size-medium" src="https://bossabox.com/blog/wp-content/uploads/2017/09/timmm-300x60.png" alt="" width="300" height="60" srcset="https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-300x60.png 300w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-768x153.png 768w, https://blog.bossabox.com/wp-content/uploads/2017/09/timmm-1024x204.png 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><b>Por fim, vale mesmo a pena?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, vamos te mostrar alguns motivos para você acreditar:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Você entregará um projeto mais rápido</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você terá um projeto com mais qualidades e menos erros no caminho</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você vai conseguir ver direitinho o quanto já foi feito e quanto falta</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vai poder dividir essas fases com todos os colegas de trabalho para que eles fiquem em sintonia</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Acreditamos que sejam ótimos motivos para você tentar entrar de cabeça nesse universo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acha que chegou a hora de acrescentar métodos ágeis na sua vida? A Mastertech, escola de habilidades do século XXI que transforma pessoas através de cursos e Bootcamps imersivos está com as inscrições abertas para o </span><a href="https://mastertech.com.br/Imersivo/gestao-de-projetos-ageis"><span style="font-weight: 400;">curso Imersivo em Gestão de Projetos Ágeis</span></a></p>
<p>&#8211; Escrito por Larissa Chinaglia, Inbound da <a href="https://mastertech.com.br/">Mastertech</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://blog.bossabox.com/como-metodologias-ageis-podem-mudar-sua-vida/">Como as metodologias ágeis podem mudar sua vida</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://blog.bossabox.com">BossaBox</a>.</p>
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